Quase 30 detentos foram feridos durante explosão e até o momento duas mortes teriam sido registradas. Brasileiro é o principal suspeito de acionar dispositivo contra grupo rival.

Na noite desta segunda-feira, dia 10, uma explosão no presídio de Mocoví, localizado no interior de Trinidad, interior de Beni (Bolívia), deixou ao menos duas mortes confirmadas e cerca de 20 feridos entre os condenados.

Alguns apenados que deram entrada no hospital da cidade com ferimentos graves, principalmente nas pernas. Foi relatado que explosivos podem entrado no presídio levado por um brasileiro, que faz parte de um grupo criminoso Primeiro Comando da Capital – PCC, que vem tentando se expandir no País.

Os explosivos podem ter entrado misturado com os alimentos, onde mostra a fragilidade da segurança na instituição. De acordo com as informações até o momento, o artefato teria sido colocado no meio de alguns móveis na semana passada, por uma pessoa identificada como Lucas Rosendy Saraiba, sendo responsabilizado pela explosão.

Durante uma briga entre presos pelo controle do presídio, o artefato foi acionado deixando 27 feridos e por enquanto, dois mortos, logo após uma reunião entre membros rivais que não teria chegado a um consenso. Foi quando a bomba foi acionada no meio do grupo oposto.

Foi informado pelas autoridades locais, que o Pais está acionando o Brasil, para que seja acelerado a extradição de condenados e pessoas envolvidas com o grupo criminoso.

A primeira vítima da explosão foi identificada, o boliviano Mauricio Soliz Rojas, este era condenado a 30 anos de prisão pelo envolvimento em uma rebelião no presídio de Palmasola em 2018, pelo crime de assassinato e outros delitos graves.

 

 

 

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