Governador do Acre, Sebastião Viana (PT) – Foto: Alexandre Lima

A forte rejeição ao governo de Tião Viana e ao Partido dos Trabalhadores (PT) revelada nas urnas no último domingo, com a acachapante derrota para o senador Gladson Cameli (PP) e o encolhimento em todos os cargos eletivos, inclusive sepultando nomes outrora imbatíveis, trouxe uma letargia total ao Executivo. Nem mesmo o Diário Oficial do Estado do Acre (DOE) trouxe alguma movimentação nessa terça-feira (9).

Se em dias normais a edição do DOE costuma ter cerca de 100 páginas e chegando facilmente às 120 páginas, com as publicações das muitas secretarias, órgãos e autarquias e que representam a metade ou mais da publicação, nessa terça-feira foram míseras 49 páginas.

E as poucas páginas, que revelam o tamanho do impacto da derrota e a letargia, incluem ainda as publicações de todas as cidades do Estado e ainda outras publicações de interesse geral e de órgãos como a Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Acre (OAB/AC) e do Hospital Regional do Juruá, em Cruzeiro do Sul e gerido pela Anssau.

Segundo informações obtidas junto a setores do governo, a segunda-feira pós-eleição foi de folga para os cargos comissionados, cuja enorme quantidade não foi o suficiente para reduzir o tamanho da derrota sofrida nas urnas para a oposição: governo, as duas vagas para o senado e a maioria dos representantes do povo no legislativo federal e estadual.

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