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Durante 16ª Sessão, vereadores de Epitaciolândia buscam melhorias

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Sobre a presidência do Vereador José Antônio a Câmara de vereadores em Epitaciolândia realizou a Décima Sexta Sessão Ordinária da Sétima Legislatura.

Vereador Rubenslei Rodrigues

O Vereador Rubenslei Rodrigues: Iniciou falando da precariedade de iluminação pública do município. Cobrou os bueiros entupidos e ruas que precisam ser reabertas no bairro José Hassem. Disse que nunca viu uma prefeitura com tanta falta de compromisso e planejamento e que se o prefeito não quer compromisso com o povo que o elegeu, que der um tempo e entregue a prefeitura para o vice e deixe o mesmo trabalhar. Falou que o povo da zona rural precisam dos ramais para facilitar o escoamento dos seus produtos, tendo o direito de trafegabilidade. Pediu a recuperação do ramal da Alemanha e Mato Grosso. O mesmo termina garantindo que cada vereadores tem feito seu papel.

Vereador Diojino Guimarães

O Vereador Diojino Guimarães: Iniciou falando que o papel do vereador é reivindicar, mais que a maioria da população não entendi que os mesmos são fiscais da Lei. Disse que vereador não foi eleito para tapar buracos e nem colocar iluminação pública. falou que chega de fazer mídia com a ponte do bairro José Hassem e inaugure logo por que a população só quer o direito de ir e vir. disse que os vereadores são quem mais andam, agora existe secretário que não sai nem do gabinete. disse ver a força de vontade do Secretário de Obras e Vice-Prefeito Raimundão. E termina dizendo: “Queremos o melhor do Município para os nossos filhos.”

Vereador Samuel Hassen

O Vereador Samuel Hassen: Iniciou pedindo a limpeza dos bairros do município. Pediu ao secretário Cleomar Portela e ao Secretário de Obras Raimundão que venham fazer uma nova foça na Escola Cosma de Azevedo, ou mandar o tatuzão para esgotar a mesma pois  está em uma situação inadequada, onde não solucionada poderá causar danos a saúde. Falou do seu requerimento onde pede  ao ex prefeito André Hassem que agora é presidente do Imac, um escritório do Imac no município de Epitaciolândia pois só tem no município de Brasileia e espera que o mesmo possa atender seu pedido. Falou sobre o Colégio Militar onde é proposta do nosso presidente Jair Bolsonaro. Onde já foi anunciado o Colégio Militar padrão no município de Rio Branco. Disse que como o alto Acre é fronteira poderia ser atendido com mais prioridade. Colégio Militar:” Educa, Capacita e Doutrina”.

Vereador Altemir Castelo(Dino)

O Vereador Altemir Castelo (Dino): Iniciou falando do verão e espera que o poder público possa aproveitar para a recuperação de ramais. Pediu uma aceleração em todos os bairros do município. Disse que todos os vereadores vem cobrando pela melhoria do bairro José Hassem, mais quem mais pega as cobranças são os quatros vereadores que residem no mesmo. Fez Pedido Verbal: Pediu  ao Secretário de Obras que possa ser feito o ramal Baixa Verde, pois os moradores estão desamparados. Cobrou pelos ramais da Estrada Velha e ramal do Jacimiel, onde a população sente dificuldade de trafegabilidade. Pediu um refeitório na escola da comunidade do polo para que as crianças possam se alimentarem em um lugar melhor.

Vereador Manoel Messias

O Vereador Manoel Messias: Iniciou falando das Ruas Raimundo Lira e José Nunes de Oliveira, no bairro Vila Vitória, onde não está dando acesso a carros e a passarela caiu com as chuvas e pediu ao pode público a melhoria das mesmas. Pediu que a prefeitura tenha uma solução para a Rua Capitão Pedro Vasconcelos, onde é uma vergonha a situação que se encontra a mesma. Pediu ao prefeito que tenha um carinho especial com o bairro Liberdade, que pelo menos seja feito a roçagem e a iluminação pública. Falou do serviço de péssima qualidade na travessa que liga o ramal Tucunduba e Guajará, onde não foi concluído o trabalho e as máquinas já foram tiradas do local. fez Pedido de Providência: Pediu que seja feito o ramal baixa verde e que seja arrumada duas pontes do ramal Transual. Pediu a Secretaria de Saúde, materiais de primeiros socorros nas unidades de saúde e também  pessoas para a limpeza das mesmas.

As sessões acontecem todas as Terças- feiras á partir das 8 horas da manhã.

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AMPAC repudia live de juiz aposentado antes de operação contra o crime organizado no Acre

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Transmissão exibiu comboio policial momentos antes da deflagração de ação do Gaeco e da Polícia Civil, que resultou em ao menos 15 prisões em vários estados

A Associação dos Membros do Ministério Público do Estado do Acre (AMPAC) divulgou, nesta terça-feira (13), uma nota pública de repúdio à transmissão ao vivo realizada pelo juiz aposentado e advogado Edinaldo Muniz momentos antes da deflagração de uma grande operação do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Acre (MPAC), em conjunto com a Polícia Civil.

A live, publicada nas primeiras horas da manhã, mostrou um comboio de viaturas e agentes que se preparavam para cumprir mandados judiciais. A operação ocorreu de forma simultânea em Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Tarauacá, além de outros seis estados, e resultou na prisão de pelo menos 15 pessoas, atingindo a cúpula de uma facção criminosa envolvida com tráfico de drogas e cobrança de “taxa de segurança”.

Durante a transmissão, Edinaldo Muniz abordou agentes ainda na madrugada e questionou a movimentação policial, sem obter respostas. Ao final do vídeo, afirmou não ter recebido informações sobre a ação, mas exibiu imagens completas do comboio.

A atitude gerou forte repercussão nas redes sociais e críticas de internautas, que apontaram risco à investigação sigilosa. Em nota assinada pela presidente da entidade, Juliana Maximiano Hoff, a AMPAC destacou que operações de combate ao crime organizado exigem planejamento rigoroso, atuação integrada e absoluto sigilo, devido ao elevado risco enfrentado pelos agentes públicos.

Segundo a associação, a transmissão ao vivo criou uma possibilidade concreta de frustração das medidas judiciais, ocultação de provas e fuga de investigados, além de expor indevidamente os profissionais envolvidos, aumentando o risco de reações criminosas. A entidade afirmou ainda que o único beneficiado por esse tipo de conduta é o próprio crime organizado.

A AMPAC ressaltou que a gravidade do caso é ampliada pelo fato de a live ter sido realizada por um juiz aposentado, com décadas de atuação na magistratura e pleno conhecimento da necessidade de sigilo em ações dessa natureza. Ao final, a associação repudiou veementemente a transmissão, reafirmou apoio às instituições de segurança pública e defendeu que o êxito dessas operações depende de responsabilidade, prudência e compromisso com o interesse público.

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Operação ‘Casa Maior’ cumpre mais de 100 ordens judiciais no Acre e em outros seis estados

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Polícia Civil do Acre e o Ministério Público concederam entrevista coletiva para apresentar detalhes e novos desdobramentos da Operação Casa Maior, que combate o crime organizado com atuação no Acre e em outros estados. Foto: Dhárcules Pinheiro/ Secom

Uma ação conjunta entre a Polícia Civil do Acre (PCAC) e o Ministério Público resultou no cumprimento de mais de 100 ordens judiciais nesta quarta-feira, 13, no Acre e em outros estados do país. A ofensiva, batizada de Operação Casa Maior, teve como foco o enfrentamento a uma organização criminosa com forte atuação interestadual, envolvida em tráfico de drogas, extorsão e crimes violentos.

No Acre, a operação foi coordenada pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic) e executada pela Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (Denarc), em conjunto com a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), e contou com o apoio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público.

Ao todo, foram expedidos 62 mandados de prisão preventiva e 39 mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de contas bancárias utilizadas pelo grupo criminoso. Até o momento, 15 pessoas foram presas, mais de R$ 27 mil em dinheiro foram apreendidos, além de uma arma de fogo, munições e veículos.

Até o momento, 15 pessoas foram presas e houve apreensão de dinheiro, arma de fogo, veículos e bloqueio de contas ligadas ao crime organizado. Foto: Emerson Lima/ PCAC

As medidas judiciais foram cumpridas nos municípios de Rio Branco, Tarauacá e Cruzeiro do Sul, além dos estados de Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Paraíba e Mato Grosso. Segundo as autoridades, devido à ampla ramificação da organização criminosa, a operação precisou ser estendida para outros seis estados da federação, onde alvos estratégicos foram localizados e presos.

Em coletiva de imprensa, o Delegado-Geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, frisou que a operação representa apenas mais uma etapa de um trabalho investigativo contínuo de anos de investigação.

“As investigações não param por aqui. Estamos falando de um grupo criminoso altamente estruturado, que atuava na cobrança de pedágio de comerciantes, deliberava comandos para execuções e exercia papel decisivo dentro da organização criminosa. Não descartamos novas prisões e apreensões, pois esse trabalho não se encerra com a operação de hoje. As investigações continuam”, destacou o delegado-geral.

Arma de fogo e munições foram apreendidos durante a ação policial: Foto: Dhárcules Pinheiro

O coordenador do Gaeco, promotor de Justiça Bernardo Albano, ressaltou a complexidade da investigação e o alcance interestadual do esquema criminoso. “Foi identificada uma ligação direta entre criminosos do Acre com presos do sistema prisional do Rio de Janeiro e também com foragidos daquele estado. A investigação revelou ainda a participação de advogados já condenados por integrar organização criminosa, além do envolvimento de esposas de lideranças, que passaram a expedir ordens após a prisão de seus maridos”, afirmou o promotor.

As apurações também identificaram e resultaram no bloqueio de um grande fluxo financeiro utilizado para financiar as atividades criminosas e manter o padrão de vida das lideranças da facção. Além disso, os investigadores conseguiram mapear o processo decisório interno, as disputas de poder e a hierarquia dentro da organização.

Além do tráfico de drogas, a Operação Casa Maior desarticulou esquemas de extorsão contra comerciantes do centro de Rio Branco, que eram obrigados a pagar supostas “taxas de segurança” impostas por criminosos. A ação representa um duro golpe contra o crime organizado e reforça a atuação integrada das forças de segurança e do Ministério Público no combate às facções criminosas no Acre e no país.

 

Fonte: PCAC

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PM e ICMBio prendem caçadores com 11 animais silvestres abatidos dentro de terra indígena no Acre

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Operação na Terra Indígena Kampa do Amônia apreendeu armas artesanais, munições e carne de porcos-do-mato, macacos, jacaré e mutum; indígenas haviam denunciado invasão

Na embarcação, os policiais localizaram cinco armas de fogo artesanais nos calibres 16 e 28, diversas munições intactas e instrumentos usados para caça. Foto: captada 

Uma ação conjunta do 6º Batalhão da Polícia Militar do Acre e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) resultou na prisão de dois homens por caça predatória dentro da Terra Indígena Kampa do Amônia, no município de Marechal Thaumaturgo. A operação foi acionada após denúncias de indígenas sobre a invasão de moradores da área urbana.

Durante a abordagem no igarapé Arara, foram encontrados jabutis vivos e carne de 11 animais silvestres abatidos — incluindo quatro porcos-do-mato, cinco macacos guariba, um jacaré e um mutum —, além de seis quilos de sal e insumos para conservação. Na embarcação dos suspeitos, os policiais apreenderam cinco armas de fogo artesanais, munições e equipamentos de caça.

Os envolvidos confessaram que estavam caçando há cinco dias dentro da área protegida. Foram presos em flagrante sem resistência e levados à delegacia de Marechal Thaumaturgo junto com todo o material apreendido.

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