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Cão da raça cocker enfrenta assaltantes armados que invadiram loja de celular em Cobija

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Um video que circula nas redes sociais desde a noite de quinta-feira, 30 de novembro, mostra dois indivíduos entrando em uma loja armados para efetuar um assalto. As primeiras informações davam conta que a ação teria sido mau sucedida, porém, nossa equipe de reportagem ao checar as informações e fontes, pode comprovar que de fato o roubo aconteceu.

Porém o fato inusitado foi a coragem de cachorro da raça Cocker. As imagens mostra que bravo cão certamente pertencente ao dono da loja, atacou os meliantes e colocou todos para correr, primeiro inteligentemente o animal espantou piloto de fuga, na sequencia atacou um outro assaltante que na pressa perdeu até o chinelo.

Ao ver a bravura do cão, outros comerciantes também correram atrás dos infratores, evitando que o assalto se concretizassem com êxito total.

O assalto ocorreu às 20h13 desta quinta-feira, dia 30 de novembro. De acordo com as câmeras de segurança da loja comercial localizada no centro comercial de Cobija.

Os assaltantes levaram dois telefones iPhone das instalações comerciais. De acordo com os vídeos de câmeras de segurança, os sujeitos chegaram em uma motocicleta modelo kingo, segundos depois um deles entrou no estabelecimento comercial agredindo uma das pessoas que estavam na entrada da loja de celulares.

De imediato conseguiu subtrair dois iPhones de alto valor comercial. Um dos assaltantes ficou surpreso ao descobrir que o companheiro o abandonou e fugiu na motocicleta.
Ambos empreenderam fuga pela Avenida Tcnl. Cornejo. De posse de imagens e relato das testemunhas a polícia boliviana está a procura dos criminosos. Foi relatado ainda que os dois dos assaltantes estavam armados com armas de fogo.

Não foi informado se nesta ação criminosa contou com a participação de brasileiros.

Com KNP_NEWS

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Operação Limpeza em Brasiléia: Prefeitura intensificar esforços após alagação do Rio Acre

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Através da Prefeitura, foi montado uma grande operação para lidar com as consequências da recente alagação do Rio Acre. A Secretaria de Obras, encarregada das operações de limpeza, mantém múltiplas equipes trabalhando incansavelmente nas ruas afetadas.

Sob a determinação direta da Prefeita Fernanda Hassem, a cidade mobiliza recursos e pessoal para uma rápida recuperação das áreas impactadas pelo evento histórico de alagamento. A ação coordenada visa restabelecer a normalidade o mais brevemente possível.

Com a cidade unida em um esforço conjunto, a Prefeitura busca não apenas limpar as ruas, mas também reconstruir a confiança e a segurança dos cidadãos após essa adversidade causada pela maior cheia já registrada na fronteira.

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Em abrigo no Acre, ministros reforçam assistência a famílias atingidas pela cheia e apoio na reconstrução de cidades

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Após visitar a cidade de Brasileia, o governador do Acre, Gladson Cameli, e a vice-governadora, Mailza Assis, acompanharam na tarde desta segunda-feira, 4, os ministros da Integração e do Desenvolvimento Regional e do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Waldez Góes e Marina Silva, em visita ao desabrigados que estão no Parque de Exposições, em Rio Branco. Ao todo, 2.969 pessoas estão sendo atendidas no local.

Em coletiva de imprensa, o ministro destacou que todos os planos de emergência foram enviados e devidamente aprovados.

Góes reforçou que a união entre os entes federativos (União, Estado e Município) tem sido essencial para a celeridade na liberação dos recursos e auxílio ao Acre. Foto: Neto Lucena/Secom

“É bem importante que a gente caia na realidade definitivamente. Esses eventos serão cada vez mais frequentes e mais intensos e, por isso, a Marina tem razão, nós temos que atuar na emergência e na mitigação, na adaptação, na prevenção, porque eles serão mais desafiadores”, disse o ministro.

Góes voltou a reforçar que é necessário união de todos os governos e enfatizou que o momento agora é de solidariedade e assistência.

“Após nos reunirmos com a bancada federal, municípios e governo do Estado, já chegamos ao Acre com os planos de ajuda humanitária aprovados. Se aprovamos todos os planos sumariamente é porque estavam bem feitos e foram feitos em três mãos: Município, Estado e governo federal.

Uma equipe da Defesa Civil Nacional esteve ajudando na elaboração dos planos de ação e também devem apoiar na confecção dos planos de recuperação dessas cidades.

Casas populares

O governador do Estado, Gladson Cameli, destacou que o momento agora é de olhar para a frente e traçar planos para combater as mudanças climáticas que assolam não apenas o Acre, mas também outros estados.

“Temos alguns pontos a resolver sobre a questão fundiária. E aí estamos com o programa Minha Casa Minha Vida, em que temos 1,2 mil unidades aprovadas. Está no fundo do Estado. Agora, também peço colaboração da população, porque muitas pessoas, às vezes, acostumadas a morarem naqueles bairros, são resistentes a sair, então vamos precisar desse pacto”, disse.

Junto à vice-governadora, Mailza Assis, Cameli frisou que é necessário criar um plano para enfrentamento aos desastres naturais no estado. Foto: José Caminha/Secom

A ministra Marina Silva destacou que estuda uma forma de mudar a legislação e implantar uma forma de emergência permanente para municípios atingidos por desastres naturais.

“O primeiro passo é emergência. O segundo passo são os projetos estruturantes. Aí é uma intervenção que depende de projetos”, disse Marina.

O governo federal também garantiu cestas básicas e adiantamento do Bolsa Família para as pessoas atingidas.

Ações

Em cada regional atingida pela cheia, o governo do Acre enviou um secretário ou presidente de autarquias para liderar as ações do Estado.

A comitiva também contou com os senadores Alan Rick e Petecão, a deputada federal Antônia Lúcia e o presidente da Assembleia Legislativa do Acre, Luiz Gonzaga.

Situação do Acre

Na manhã desta segunda-feira o Rio Acre atingiu 17,78 metros, registrando a segunda maior enchente da história.

Das 22 cidades, 19 estão em estado de emergência e 17 têm reconhecimento federal.

Cameli agradeceu ao governo federal e ao presidente Lula pelo apoio nesse momento de crise climática no estado. Foto: Neto Lucena/Secom

Cidades em situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecido pela Defesa Civil Nacional estão aptas a solicitar recursos do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional para atendimento à população afetada.

As ações envolvem socorro, assistência às vítimas, restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de infraestrutura destruída ou danificada. A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD).

Marina Silva voltou a pontuar sobre a criação de um plano de contingência para enfrentar as mudanças climáticas não só no Acre, mas em todo o Brasil. Foto: Neto Lucena/Secom

Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no Diário Oficial da União (DOU) com o valor a ser liberado.

Com base nos dados de ocorrências disponibilizados pelo Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC), nas 13 cidades em que a situação está mais crítica, há 91 abrigos públicos atendendo 9.516 pessoas desabrigadas. Ainda há 16.933 pessoas desalojadas, ou seja, que foram para casa de familiares ou amigos. Além disso, em Cruzeiro do Sul, 12 mil pessoas foram atingidas pela cheia do Rio Juruá.

Recursos federais

O governo federal liberou mais de R$ 20 milhões para as ações de assistência aos atingidos pelas enchentes no Acre, na capital e no interior do estado.

Os recursos atenderão, inicialmente, aos municípios de Assis Brasil (R$ 935,9 mil), Brasiléia (R$ 4,4 milhões), Epitaciolândia (R$ 1,5 milhão), Jordão (R$ 1,8 milhão), Marechal Thaumaturgo (R$ 1,7 milhão), Plácido de Castro (R$ 593,7 mil), Rio Branco (R$ 4 milhões), Tarauacá (R$ 4,8 milhões) e Xapuri (R$ 349,7 mil).

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Águas baixam e Governo inicia recuperação de rede de abastecimento de água em Brasileia

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Por Dora Monteiro

O Governo do Estado, por meio do Serviço de Água e Esgoto do Estado do Acre (Saneacre) está mobilizado em todo o Estado para reparar as redes de distribuição de água danificadas pelas alagações. Em Brasileia, por exemplo, que foi uma das cidades mais prejudicadas com o evento, o rio Acre começa a descer, permitindo o início às obras de recuperação desde sexta-feira, segundo o presidente do Saneacre, José Bestene.

“Como determinou o governador Gladson Cameli, estamos unindo forças para amenizar o sofrimento das pessoas e, assim, dar condições para a população se reerguer”, ressaltou Bestene. De acordo com ele, os servidores do Saneacre colaboram na ajuda aos cidadãos atingidos pela enchente, disponibilizando mão de obra para a limpeza das residências e providenciando caminhões-pipa para reforçar o abastecimento nos abrigos.

“Esse esforço não se limita apenas a garantir o acesso à água, mas também a permitir que os moradores realizem a limpeza de seus imóveis e atendam outras necessidades essenciais”, informou o gerente municipal do Saneacre, Erisson Cameli. “A autarquia não mede esforços para superar esse momento desafiador”, ressaltou Erisson.

Na manhã deste sábado, 2, equipes de manutenção recuperaram a rede que passa pela ponte José Augusto, responsável por ligar o município de Epitaciolândia e Brasileia. A autarquia precisou adicionar cerca de 40 metros de novos tubos e conexões para restabelecer o abastecimento ao bairro Beira Rio em Epitaciolândia, que recebe água potável da Estação de Tratamento de Brasileia.

O servidor do Saneacre Ayrton Meireles, também foi atingido pela cheia justamente em um momento em que se encontra com problemas de saúde e seus colegas de trabalho, em ato solidário, se ofereceram para limpar sua residência, comovendo sua filha, Cristina Meireles. “Quero agradecer de coração a ajuda que deram ao meu pai, ele está com problemas no joelho e eu estava sozinha limpando a minha casa e a dele, e vocês vieram e ajudaram. Que Deus abençoe a todos”, agradeceu Cristina.

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