Caminhão fotografado na BR 317, momento após ser liberado da PF e Receita Federal - Foto: Alexandre Lima
Caminhão fotografado na BR 317, momento após ser liberado da PF e Receita Federal – Foto: Alexandre Lima

Alexandre Lima

Uma fiscalização realizada na BR 317, sentido Epitaciolândia/Rio Branco, no entroncamento de acesso à cidade de Xapuri, 75 km da fronteira, os Policiais Rodoviários Federais (PRF), pararam um caminhão modelo Mercedes Benz do Governo do Acre, placas NAB 7039, do Departamento Estadual de Pavimentação e Saneamento do Acre – Depasa, para vistoria de rotina.

Momento em que agentes da PRF encontram os pneus debaixo da lona na carroceria do caminhão do DEPASA - Foto/divulgação-PRF
Momento em que agentes da PRF encontram os pneus debaixo da lona na carroceria do caminhão do DEPASA – Foto/divulgação-PRF

Os trabalhos aconteceram por volta das 3h30 da madrugada desta quarta-feira (21), quando pararam o motorista identificado como Raimundo Guedes de Oliveira (50), e anunciaram que iriam fazer uma realizar uma vistoria de rotina.

Quando levantaram a lona, descobriram que havia embaixo, 12 pneus para caminhão de origem estrangeira e sem nota fiscal, que no Brasil custa quase R$ 2000 reais, adquiridos no lado boliviano. Sendo que outros foram localizados posteriormente em uma loja, totalizando 21 ao todo.

A carga foi apreendida foi realizado a perca, o motorista foi conduzido à sede da delegacia da Polícia Federal em Epitaciolândia, onde foi ouvido e confessou que estaria realizando um ‘bico’, e receberia cerca de R$ 50,00 por cada unidade e apontou o proprietário, identificado como Claudinei de Oliveira (43), o “Boca”, que também foi conduzido para prestar esclarecimento.

Foto: Divulgação/PRF
Foto: Divulgação/PRF

O motorista e o proprietário pagaram fiança e foram liberados para responder processo administrativo em liberdade. Segundo o delegado da PF, Fares Feghali, esta seria uma prática quase que comum nos carros públicos, que será combatida.

Destacou que a PF estará comunicando ao Depasa que tome providências contra o funcionário que utilizou o bem público para a pratica do ilícito. Neste caso, o contrabando de descaminho sem o devido pagamento dos impostos, o que caracteriza crime contra o fisco nacional.

Veja vídeo com Almir Andrade abaixo.

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