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Athletico estreia na Sul-Americana com goleada fora de casa

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Em Assunção, contra o fragil Sportivo Ameliano, Furacão não faz muito esforço para golerar por 4 a 1 e largar na frente no Grupo E

Por Redação Jogada10

Foi muito boa a estreia do Athletico-PR na Sul-Americana-2024. Afinal, em jogo pelo Grupo E da competição, em Assunção, no  La Olla (estádio do Cerro Porteño) goleou os paraguaios do Sportivo Ameliano, por 4 a 1. Dessa forma, já larga na frente e justifica o favoritismo nesta chave que conta com o Rayo Zuliano/VEN e Danúbio/URU, que se enfrentam nesta quarta-feira, na Venezuela.

Zapelli teve grande atuação e foi o cara do jogo. Além de boas jogadas, deu a assistência para o primeiro gol, de Mastriani, fez um belo tento, o segundo do Furacão e participou do terceiro, de Fernandinho. Ainda no primeiro tempo, o Ameliano marcou com Vera. Na etapa final, Mastriani fez mais um para os brasileiros. Vale destacar: na Sul-Americana, apenas o primeiro colocado de cada grupo avança às oitavas. O segundo jogará uma repescagem contra um terceiro colocado de algum grupo da Libertadores. O Ameliano é estreante e o Athletico busca o tri, já que foi campeão em 2018 e 2021.

Zapelli (centro) celebra o seu belo gol, o segundo do Athletico sobre o Sportivo Ameliano – Foto: Daniel Duarte AFP via Getty Images

Athletico dominante

O Athletico fez valer a sua maior qualidade técnica para seguir rumo ao intervalo com vantagem no placar. Aos seis minutos, chegou ao gol com Mastriani recebendo passe de Zapelli.  Apesar de levar o gol de empate, com Vera aproveitando falha de marcação aos 14 minutos, o Furacão era muito superior. Além disso, contava com o jogo inspirado de Zapelli. O camisa 10 do Furacão estava muito bem, centralizando as jogadas. Quase fez um golaço aos 25 cortando toda a zaga e chutando raspando a trave direita de Rossi. Aos 32, foi dele o segundo gol paranaense. Zapelli avançou pela esquerda e cruzou na área. A bola voltou para a esquerda. O meia-atacante estava bem posicionado para fazer um bonito gol.

O time brasileiro sobrava. Assim, ampliou nos acréscimos, no último ataque do primeiro tempo. Fernandinho recebeu e chutou de fora da área. O goleiro estava na jogada. Mas a a bola bateu em Silvio Torales e o enganou.

No segundo tempo, o Athletico, quase em ritmo de treino, seguiu no ataque. Primeiramente, Cannobio entrou livre e chutou para grande defesa de Nicolas Rossi. Mas, aos 28, a bola entrou. O lateral-esquerdo Esquivel apareceu bem, cruzando na cabeça de Mastriani, que fez o quarto gol.  Com 4 a 1, o técnico Cucalogo fez troca tripla já poupando alguns dos titulares. Um dos reservas que entrou, Cuello, quase marcou. Mas mandou mal na hora do arremate.

Final do Paranaense

Agora, o Athletico centra esforços para a final do Paranaense, neste sábado (6/4), contra o Maringá, na Ligga Arena. Como fez 1 a 0 na ida, em Maringá, o Furacão tem boa vantagem para chegar ao bi e, assim, celebrar seu 28º título estadual (mas o Coritiba é que é o maior campeão, com 39).

SPORTIVO AMELIANO-PAR 1X4 ATHLETICO

Copa Sul-Americana 2024 –1ª rodada da Fase de Grupos
Data: 2/4/2024
Local: Estádio Nueva Olla, Assunção (PAR)
SPORTIVO AMELIANO: Nicolás Rossi; Patiño, Julio González, Baez e Martinich; Maíz, Silvio Torales (Gonzalo, Areco, 13’/2ºT) Contrera (Villagra, 18’/2ºT) e Richard Torales (Bareiro, 18’/2ºT); Samúdio (Valdez, 13’/2ºT) e Vera. Técnico: Pedro Sarabia
ATHLETICO: Bento; Pedro Henrique, Thiago Heleno e  Gamarra (Filipinho, Intervalo); Leo Godoy, Fernandinho, Zapelli (Benítez, 29’/2ºT), Alex Santana (Hugo Moura, 25’/2ºT) e Esquivel; Canobbio (Cuello, 29’/2ºT) e Mastriani (Di Yorio, 29’/2ºT) Técnico: Cuca
Gols: Mastriani, 6’/1ºT (0-1); Vera, 14’/1ºT (1-1); Zapelli, 31’/1ºT (1-2); Fernandinho, 46’/2ºT (1-3); Mastriani, 28’/2ºT (1-4)
Árbitro: Andrés Merlos (ARG)
Assistentes: Gabriel Chade (ARG) e Maximiliano Del Yesso (ARG)
VAR: Germán Delfino (ARG)
Cartões amarelos: Thiago Heleno, Gamarra (ATH)

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Homem morre atingido por árvore durante corte em seringal em Rodrigues Alves

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Antônio da Silva Araújo, 54 anos, não resistiu aos ferimentos na comunidade Seringal Apuí, em Rodrigues Alves; corpo foi levado diretamente ao IML pela família

Diante da grande distância do local do acidente e da ausência de comunicação imediata com as autoridades, o transporte do corpo foi diretamente para o Instituto Médico Legal (IML) de Cruzeiro do Sul. Foto: captada 

Um homem de 54 anos morreu no último sábado (10) após ser atingido na cabeça por uma árvore que derrubava na comunidade Seringal Apuí, zona rural de Rodrigues Alves, no interior do Acre. Antônio da Silva Araújo, conhecido como Toninho, realizava o corte da madeira quando esta caiu sobre ele, causando ferimentos gravíssimos que levaram à morte no local.

Testemunhas relataram que o impacto foi violento, provocando a saída dos olhos e exposição do cérebro da vítima. Morador do Paraná dos Mouras há cerca de dois anos, Toninho havia vivido por vários anos no bairro Cruzeirinho Novo, em Cruzeiro do Sul.

Diante da distância e da falta de comunicação imediata com as autoridades, a família organizou o transporte do corpo diretamente para o Instituto Médico Legal (IML) de Cruzeiro do Sul. Até o momento, não há registro de acionamento do CIOSP ou da Polícia Militar no momento do acidente.

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Acre tem pior vacinação contra HPV do país; cobertura entre meninos não chega a 50%

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Dados de 2025 mostram estado abaixo da média nacional e do Norte; especialista aponta desinformação e hesitação vacinal como causas e pede campanhas direcionadas

Entre as dúvidas mais frequentes levantadas por pais, crianças e adolescentes, o médico destaca questões sobre segurança e eficácia. Foto: captada

O Acre apresentou, em 2025, a pior cobertura vacinal contra o papilomavírus humano (HPV) do Brasil, ficando abaixo das médias nacional e da região Norte. Entre meninos de 9 a 14 anos, apenas 49,01% foram imunizados, enquanto entre as meninas da mesma faixa etária o índice foi de 57,52% — ambos muito inferiores às médias nacionais de 73,25% e 84,94%, respectivamente.

Os dados mostram uma melhora modesta em relação a 2024, quando a cobertura masculina era de 38,17% e a feminina de 48,77%, mas o estado segue isolado na última posição do ranking nacional. Na região Norte, por exemplo, a média para meninos foi de 71,51% e para meninas, 82,91%.

O médico pediatra e imunologista Dr. Guilherme Augusto Pulici, que atua no Acre, atribui a queda a fatores como desinformação, hesitação vacinal agravada pela pandemia, fake news sobre eventos adversos e barreiras de acesso. “A literatura médica mostra que os melhores resultados foram atingidos em países que adotaram o método de imunização escolar”, destacou, defendendo campanhas educativas e maior oferta nas escolas.

O HPV é responsável por cânceres como o de colo do útero e por verrugas genitais. A vacina, disponível no SUS para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 9 a 14 anos, é considerada segura por evidências científicas robustas.

A reportagem procurou a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), mas não obteve retorno até o fechamento desta edição.

Dados por faixa etária (2025):
  • Meninas: Cobertura varia de 47,37% (9 anos) a 65,51% (11 anos)

  • Meninos: Cobertura varia de 41,24% (9 anos) a 55,52% (11 anos)

Em 2015, o Acre atingiu 114% de cobertura no público feminino, superando a meta com campanhas robustas. A queda drástica desde então é atribuída a:

  1. Hesitação vacinal agravada pela pandemia de Covid-19;

  2. Falta de recomendação ativa por parte de profissionais de saúde;

  3. Desinformação sobre segurança e eficácia da vacina;

  4. Barreiras socioeconômicas e geográficas no acesso.

Impacto na saúde:

A baixa imunização aumenta o risco de infecções por HPV, associadas a câncer de colo do útero, pênis, garganta e verrugas genitais. “Tem sido cada vez mais comum observar patologias relacionadas à falta de imunização em consultório”, alerta Dr. Pulici.

Desafios locais:

O especialista cita um episódio regional que abalou a confiança: casos de eventos adversos inicialmente atribuídos à vacina, depois descartados por estudos do Instituto de Psiquiatria do HC-USP.

Estratégias para reverter o cenário:
  • Retomar a vacinação em escolas, método com melhor resultado internacional;

  • Campanhas direcionadas a faixas etárias mais baixas (9–10 anos);

  • Comunicação transparente sobre segurança (vacina não causa doenças autoimunes ou neurológicas);

  • Redução das desigualdades de acesso no interior.

Posicionamento da Sesacre:

A diferença de quase 25 pontos percentuais entre a cobertura masculina no Acre (49,01%) e a média nacional (73,25%) revela uma vulnerabilidade específica dos meninos – grupo que também precisa da imunização para frear a transmissão do vírus.

Especialistas cobram um plano estadual de vacinação contra HPV com metas claras e parcerias com municípios. Enquanto isso, pais e responsáveis podem procurar a vacina gratuita no SUS em postos de saúde. Foto: captada 

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Ivan Mazzuia define programação do Tricolor antes da estreia

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Foto Sueli Rodrigues: O goleiro Rafael Bretas deve ser um dos titulares do Independência

O elenco do Independência reapresenta-se nesta segunda, 12, e inicia a reta final de treinos visando a estreia no Campeonato Estadual. O primeiro desafio do Tricolor, atual bicampeão acreano, será na quinta, 15, às 17 horas, no Tonicão, contra o Santa Cruz.

“Vamos para os detalhes finais. Teremos mais três treinamentos e a meta é conseguir montar um time competitivo para a estreia”, declarou o técnico Ivan Mazzuia.

Somente na quarta

Segundo Ivan Mazzuia, os titulares do Independência serão definidos somente após o treinamento da quarta, 14.

“Temos uma ideia da equipe, mas ainda teremos trabalhos importantes. O mais importante é chegar na estreia com uma equipe forte”, afirmou o treinador.

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