Os dados são do Impostômetro Nacional e consideram todas as três esferas de governo (federal, estadual e municipal) no estado. Foto: captada
O Acre arrecadou R$ 6.487.491.072,67 em impostos, taxas e contribuições ao longo de 2025, segundo dados do Impostômetro Nacional. O montante representa um crescimento de aproximadamente 9,72% em relação a 2024, quando a arrecadação estadual somou R$ 5,9 bilhões. No cenário nacional, o estado responde por 0,16% do total arrecadado no Brasil.
A capital, Rio Branco, liderou a arrecadação no estado, com R$ 253.801.174,61 em 2025. O levantamento considera tributos das três esferas de governo — federal, estadual e municipal — incluindo multas, juros e correção monetária.
Os dados federais são baseados em informações da Receita Federal, do Tesouro Nacional, da Caixa, do TCU e do IBGE; os estaduais vêm do Confaz, das Secretarias de Fazenda e dos Tribunais de Contas; e os municipais, do Tesouro Nacional e das prefeituras que cumprem a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Participação no Brasil: 0,16% do total nacional
Maior arrecadador municipal: Rio Branco, com R$ 253,8 milhões
Base de cálculo: Inclui impostos, taxas, contribuições, multas, juros e correção monetária
2024: R$ 5.912.699.943,85
2025: R$ 6.487.491.072,67
Variação: + R$ 574,8 milhões (+9,72%)
Dados federais: Receita Federal, Tesouro Nacional, Caixa, TCU e IBGE
Dados estaduais: Confaz, Secretarias de Fazenda estaduais, Tribunais de Contas
Dados municipais: Tesouro Nacional e prestações de contas sob a Lei de Responsabilidade Fiscal
O crescimento da arrecadação reflete a retomada de atividades após a pandemia, a inflação acumulada e o aumento do consumo interno, mas também pode indicar maior eficiência na cobrança por parte dos fiscos estadual e municipal.
Apesar do crescimento, o Acre segue com a menor arrecadação entre os estados da região Norte, atrás de Rondônia, Amazonas e Pará – reflexo de sua menor base econômica e populacional.
A Secretaria da Fazenda do Acre (Sefaz) deve detalhar a origem dos tributos (ICMS, IPVA, ITCMD etc.) em relatório a ser divulgado em fevereiro. Enquanto isso, entidades empresariais cobram a redução da carga tributária para estimular investimentos.
A arrecadação de R$ 6,49 bilhões equivale a aproximadamente R$ 7,2 mil por habitanteno estado, valor abaixo da média nacional, mas que sustenta serviços públicos como saúde, educação e segurança.