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Acre

Tião Bocalom assina ordem de serviço para construção de creche na Cidade do Povo

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A Prefeitura de Rio Branco assinou, na manhã desta sexta-feira (15), a ordem de serviço para a retomada da obra da creche da Rua 54, na Cidade do Povo.

Participaram da solenidade de assinatura, realizada no local da obra, secretários municipais, os vereadores Samyr Bestene, Rutenio Sá e Lene Petecão, além de professoras, gestoras educacionais e representantes da comunidade que há tempos aguarda a entrega do espaço educacional.

Eliane Rodrigues, presidente da Associação de Moradores da Cidade do Povo, comentou sobre a importância da obra para a comunidade.

“Aqui são muitas crianças, mães que precisam trabalhar e deixar os filhos, então é de grande importância essa obra aqui na Cidade do Povo”, elogiou.

A dona de casa, Rosana Aguiar, também fez questão de agradecer à gestão.

“Com certeza vai ser bom para as mães, deixar os filhos e poder trabalhar, o que a gente mais precisa é de uma pessoa que veja a situação dos mais pobres. E nós, como avós e mães, precisamos trabalhar para nos sustentar”.

De acordo com a secretária municipal de Educação, Nabiha Bestene, a creche funcionará com duas salas de berçário, quatro de creche e mais quatro de pré-escola, e que a intenção da gestão é que funcione em período integral “Essa é o nosso desejo”, afirmou.

A edificação, que fica situada no setor 02 da Cidade do Povo, possui ampla estrutura e quando concluída se constituirá em um dos maiores espaços físicos da educação infantil da rede municipal, com capacidade para atender 188 crianças no ensino integral – manhã e tarde – ou até quase 380 vagas no ensino parcial, com turmas pela manhã e pela tarde.

Ao dar ordem de serviço, o prefeito lembrou que a prefeitura paga preço justo e, portanto, exige qualidade. Neste caso da creche, a empresa contratada, por meio da Secretaria Municipal de Educação, assume uma obra inacabada, que deverá dar continuidade e entregar totalmente concluída, com pintura e acabamentos.

No início da gestão, 68% da obra havia sido executado. Porém, uma fiscalização da própria prefeitura apontou que o cronograma estabelecido no edital de licitação não estava sendo cumprido pela empresa contratada. Dessa forma, zelando pela correta aplicação dos recursos públicos, a gestão municipal decidiu então, rescindir o contrato e realizar novo processo licitatório.

Agora, passada toda a tramitação legal, a obra será retomada com um prazo de entrega de 120 dias. O investimento é de pouco mais de R$ 1,8 milhão reais e deste valor, R$ 1,2 milhão são recursos próprios do Município.

“Uma obra que estava parada, uma creche com capacidade para quase 200 crianças em tempo integral parada. Quando nós assumimos, em 2020, vimos o problema. Aliás, tá parado desde 2017, porque em 2016 foi iniciada e nunca mais ninguém deu sequência, mas graças a Deus estamos retomando a obra. Então, eu estou feliz porque a gente está construindo essa creche”, concluiu.

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Pentacampeã paulista e brasileiro Monica Angelucci participa de seminário em Epitaciolândia

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A judoca Monica Angelucci, pentacampeã brasileira nos campeonatos paulista e brasileiro, estará em Epitaciolândia, no Acre, neste sábado (18) para participar de um seminário. Com um currículo extenso e vitorioso, Angelucci representou o Brasil nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, onde competiu na categoria até 48 quilos e venceu a cubana Maricela Bonelli. Em 1986, ela conquistou a medalha de bronze no Campeonato Pan-Americano de Judô e foi convocada para os Jogos Olímpicos de Seul em 1988.

Além disso, Angelucci voltou a integrar a delegação brasileira nos Jogos Pan-Americanos de 1991, realizados em Havana, Cuba.

Formada em Educação Física, a judoca se aposentou dos tatames e passou a lecionar em escolas e clubes. O seminário em Epitaciolândia, que contará com o apoio do mestre Amarildo Ferreira e da Prefeitura de Epitaciolândia, ocorrerá às 18h30 na Avenida Internacional.

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Prédio que abriga museu em Xapuri está há 5 anos “fechado para manutenção”

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Prédio foi completamente restaurado após ser cedido à administração estadual, que lá implantou o Museu do Xapury, inaugurado em 3 de agosto de 2004, hoje fechado e necessitando de revitalização.

Governo ainda não tem recursos para revitalizar um dos prédios mais importantes da história de Xapuri – Fotos: internet

Leônidas Badaró

A condição da placa colocada em frente ao histórico prédio da Prefeitura de Xapuri e que hoje abriga – ou deveria estar abrigando – o Museu do Xapury, sob a responsabilidade da Fundação Elias Mansour (FEM), denuncia a situação precária em que se encontra um dos patrimônios mais simbólicos da cidade, cadastrado no Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM).

Sustentado por uma peça antiga, que deveria estar do lado de dentro do prédio, o aviso de “FECHADO PARA MANUTENÇÃO” está ali há bastante tempo. A última informação obtida da FEM sobre o espaço data do ano em que o museu fechou, em 2019, quando duas licitações para a sua recuperação não despertaram o interesse de nenhuma empresa, segundo o então diretor administrativo e financeiro da fundação, Francisco Generoso.

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O antigo e histórico prédio está a caminho de chegar ao centenário. Segundo registros, sua construção foi iniciada em 1926, durante o governo José da Cunha Vasconcelos, e inaugurado em 7 de setembro de 1929, durante a administração municipal de Luiz Gonzaga Alexandre de Freitas, na gestão estadual de Hugo Carneiro.

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Há cerca de 20 anos, o patrimônio foi alvo de uma disputa entre governo e prefeitura durante as gestões do governador Jorge Viana e do prefeito Wanderley Viana, quando o prédio foi completamente restaurado após ser cedido à administração estadual, que lá implantou o Museu do Xapury, inaugurado em 3 de agosto de 2004, hoje fechado e necessitando de revitalização.

Museu de Xapury está fechado desde o ano de 2019 – Fotos: Leônidas Badaró

O acervo do Museu do Xapury possuía peças do cotidiano de pessoas que viveram no auge do ciclo da borracha e outras com temas relativos à luta dos trabalhadores rurais e ao povoamento da cidade, desde a Revolução Acreana, passando pelo 2º ciclo da borracha até a morte do líder seringueiro Chico Mendes, cuja estátua de bronze era uma das atrações mais procuradas pelos turistas e visitantes do lugar, quando aberto.

A reportagem procurou a Fundação Elias Mansour. Ítalo Fagundes, diretor de Patrimônio Histórico Estadual da FEM, declarou que ao governo tenta captar recursos para revitalizar o espaço. “A FEM vem buscando uma forma de revitalizar esse espaço por entender que valoriza a história do povo acreano. O primeiro impasse foi fazer a atualização de orçamento. Estamos buscando alternativas para captar os recursos, conseguimos inscrever o projeto no PAC do Governo Federal, ele está habilitado e se encontra em análise. Hoje é essa a nossa expectativa”, explica.

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MPAC realiza primeira reunião de trabalho da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio e Discriminação

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) promoveu nesta quinta-feira, 16, a primeira reunião de trabalho da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, Assédio Sexual e Discriminação (COMPAC).

Conduzida pelo secretário-geral, promotor de Justiça Glaucio Oshiro, a reunião contou com a participação de representantes de outros setores do MPAC que integram a comissão: Corregedoria-Geral, Secretaria-Geral, Centro de Atendimento à Vítima (CAV), Diretoria de Gestão de Pessoas, além da Associação de Membros do Ministério Público do Estado do Acre (Ampac), representada pela presidente, procuradora de Justiça Meri Cristina.

Durante o encontro, foram feitos encaminhamentos relacionados ao fluxo de trabalho para atender às demandas estabelecidas na resolução 133/2023, que instituiu, no âmbito do MPAC, a Política de Prevenção e Enfrentamento aos Assédios Moral, Sexual e à Discriminação.

Entre os temas abordados estiveram a organização dos integrantes da comissão para o desempenho de funções como acolher e fornecer informações sobre condutas de assédio moral, assédio sexual e discriminação; receber notícias e formalizar denúncias; promover ações de sensibilização; realizar treinamentos; produzir materiais informativos; monitorar denúncias; e encaminhar vítimas para atendimento psicossocial, entre outras atribuições.

Glaucio Oshiro explicou que serão realizados encontros mensais focados na consolidação das abordagens de trabalho. “Estes encontros visam consolidar nosso entendimento sobre como devemos agir. Compreendemos a necessidade de criação de protocolos, desenho de fluxos e meios para nossa comunicação”, disse.

Hudson Castelo – Agência de Notícias do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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