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Suspeita de estelionato, "Barbie do crime" tem prisão revogada em GO

Goiânia – Conhecida como “Barbie do Crime”, a modelo Bruna Cristine Menezes de Castro foi solta nessa quarta-feira (4/2), após um pedido da defesa de revogação da prisão ser aceito pela Justiça. Segundo a polícia, os crimes dos quais Bruna é suspeita envolvem a falsa comercialização de produtos importados, principalmente aparelhos celulares, que eram anunciados em redes sociais, mas não entregues aos compradores.

Bruna foi presa pela segunda vez na última sexta-feira (30/1), no Parque Atheneu, na capital goiana. Segundo a defesa, a prisão foi motivada por um “desentendimento civil” e que a investigada buscou meios para reparar os prejuízos alegados.

Na decisão da Justiça sobre a soltura, o Ministério Público concordou com o pedido, apontando que não há motivos para a manutenção da prisão, mas destacou que ela pode ser solicitada novamente ao longo do processo.

Histórico de golpes

As denúncias contra a “Barbie do crime” foram registradas em 2015, após a denúncia de 20 moradores de Goiânia que procuraram a polícia. Segundo a investigação da época, Bruna causou um prejuízo total de cerca de R$ 50 mil para essas 20 vítimas, segundo a Polícia Civil.

Na época, a pena inicial foi de 1 ano e 9 meses de prisão, mas acabou sendo substituída por prestação de serviços comunitários e o pagamento de multa equivalente a 10 salários mínimos. Durante o julgamento dela em 2015, Bruna confessou o crime e declarou que estava arrependida.

Contra ela, também há denúncias de crimes semelhantes em outros estados, como Rio de Janeiro e Distrito Federal.

De acordo com as investigações, a jovem apelidada de “Barbie” mantinha perfis nas redes sociais de venda de produtos importados, como celulares, maquiagens e perfumes, e aplicava golpes em clientes.

Ainda durante a investigação e repercussão do caso, a “Barbie do Crime” mostrava não acreditar que seria presa em conversas com alguns clientes. Em uma conta no Instagram criada para denunciá-la, a jovem ironizou as investigações e riu quando uma das vítimas fala da possibilidade de ela ser presa.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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