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Secretários estaduais dizem que piso da enfermagem é insuportável para as finanças

Enfermeiros em hospital de campanha durante o auge da pandemia da Covid-19 | Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil
Folhapress
O Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) levou novo alerta ao STF (Supremo Tribunal Federal) na sexta-feira (14) para manifestar a preocupação de que o piso nacional da enfermagem venha a causar uma avalanche nos gastos públicos e afetar o SUS, com a demissão em massa de funcionários. Segundo o Conass, o impacto dos aumentos salariais é financeiramente insuportável pelos estados. Com base em dados de dezembro de 2021, o custo total projetado com os quase 800 mil funcionários da categoria nos estados e municípios é de R$ 54 bilhões.
O conselho afirma que a situação de caixa tem ficado “sistematicamente mais agravada” com o impacto provocado pela alteração de tributações em ramos como energia elétrica e combustíveis, que reduz a arrecadação dos estados. O impacto pode chegar a R$ 30 bilhões por ano, para saúde e educação, diz o Conass.
Os hospitais terão de escolher entre remunerar seus funcionários ou promover melhorias tecnológicas e de instalação para atender a população, ainda segundo o conselho. O Conass diz que também enviou comunicado aos ministérios da Economia e da Saúde solicitando informações sobre o lastro orçamentário para o pagamento dos salários, mas não obteve resposta.
O piso salarial da enfermagem foi aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente Bolsonaro em agosto. A regra foi suspensa no STF enquanto se discutem as fontes de custeio.
Com Paulo Ricardo Martins e Diego Felix
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Operação “Cobro Final” mira grupo colombiano suspeito de agiotagem e lavagem de dinheiro no Amapá
Investigações apontam movimentação de mais de R$ 60 milhões entre 2023 e 2025.
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Resultados da Prova Nacional Docente 2025 serão divulgados hoje

Os resultados da Prova Nacional Docente (PND) 2025 serão divulgados nesta sexta-feira (12). As informações da aplicação regular e da reaplicação estarão disponíveis no Sistema PND.
A prova foi aplicada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), no dia 26 de outubro, em todos os estados e no Distrito Federal. A reaplicação, realizada no dia 30 de novembro, atendeu pessoas que foram afetadas por problemas logísticos ou doenças infectocontagiosas e participantes de nove locais onde a aplicação regular foi inviabilizada por inconsistências, conforme o edital.
A PND faz parte do programa Mais Professores para o Brasil, que reúne ações de reconhecimento e qualificação do magistério da educação básica e de incentivo à docência no país.
A prova não é uma certificação pública para o ofício de professor nem um concurso. O exame, criado pelo Ministério da Educação (MEC) para avaliar o nível de conhecimento e a formação dos futuros professores das licenciaturas, tem o objetivo de auxiliar estados e municípios a selecionar professores para as próprias redes de ensino.
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Polícia Civil prende quatro pessoas em Tarauacá, incluindo acusados de violência contra mulher e estupro
Entre os detidos estão dois investigados pela Lei Maria da Penha, um por estupro e outro condenado a 25 anos por integrar organização criminosa

Polícia Civil cumpre quatro mandados de prisão em operação nesta quinta-feira em Tarauacá. Foto: captada
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Tarauacá, prendeu nesta quinta-feira (11) quatro pessoas em cumprimento a mandados judiciais. Entre os detidos estão dois investigados por crimes de violência doméstica contra mulheres, com base na Lei Maria da Penha, e um homem suspeito de estupro. A quarta prisão foi de um condenado a 25 anos de reclusão por integrar uma organização criminosa.
A operação, realizada na manhã desta quinta-feira, contou com investigadores da PCAC e faz parte do trabalho contínuo de repressão à criminalidade no município. Segundo a polícia, as ações visam garantir mais segurança à população e garantir que foragidos da Justiça sejam localizados e presos.
A PCAC reforçou que continuará atuando de forma integrada e permanente no combate a crimes graves, especialmente aqueles que representam risco à sociedade, como violência de gênero, crimes sexuais e atuação no crime organizado. Os presos serão encaminhados ao sistema prisional após os trâmites legais.

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