O secretário Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, João Marcos Luz, explicou que as equipes de acolhimento estão nas ruas de Rio Branco. Foto: assessoria
A Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH) de Rio Branco alerta para o crescente fluxo migratório na capital. Entre 18 de março e 1º de abril, 88 imigrantes – a maioria do Haiti, Venezuela, Senegal e Colômbia – chegaram à cidade.
O fenêmeno sobrecarrega a Casa do Imigrante, no Bosque, que opera com 64 pessoas (14 a mais que sua capacidade máxima de 50). Outras 33 chegaram nesta terça-feira e outras cinco estão sendo alocadas.
Segundo o diretor de Assistência Social, Ivan Ferreira, metade dos imigrantes é composta por crianças. A maioria vem de Assis Brasil, por iniciativa própria, sem passar pela Casa do Imigrante do município do interior.
Na Casa do Imigrante, que fica no Bosque, existem 64 pessoas, sendo que a capacidade máxima é de 50. Foto: cedida
“Estamos fazendo articulação com o Governo do Estado para buscar um caminho para acolhimento de todos que chegarem. A parceria é fundamental em situações como essas”, explicou Ivan Ferreira.
O secretário Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, João Marcos Luz, explicou que as equipes de acolhimento estão nas ruas de Rio Branco, em plantão de 24 horas, para encontrar imigrantes. As 33 pessoas atendidas hoje estavam na rodoviária, sendo que 11 eram crianças.
Do dia 18 de março a 1 de abril, foram contabilizadas 88 pessoas vindas do Haiti, Senegal, Venezuela e Colômbia. Foto: cedida
A maioria entra no Brasil por Assis Brasil, mas segue direto para Rio Branco sem passar pelo abrigo municipal da fronteira, dificultando o controle e a assistência organizada.
“A nossa secretaria está empenhada em atender da melhor forma todos que chegarem à nossa cidade. Também estamos verificando os motivos do aumento no fluxo”, finalizou João Marcos Luz.
As 33 pessoas atendidas hoje estavam na rodoviária, sendo que 11 eram crianças. Foto: cedida