Segundo as apurações, Leonildo figurava entre os responsáveis por ameaçar moradores da região em razão de conflitos relacionados à extração de castanha-do-brasil. No dia do ocorrido, ele teria se dirigido à residência de um morador para proferir ameaças de morte, chegando, inclusive, a apontar a arma de fogo na direção de uma criança.
Durante uma discussão acalorada, e estando sob efeito de bebida alcoólica, a vítima acabou efetuando um único disparo contra o próprio corpo. O laudo pericial apontou que a causa da morte foi choque hipovolêmico, em decorrência de grande perda de sangue.
Após a conclusão dos trabalhos investigativos e a realização de todas as perícias necessárias, a autoridade policial responsável pelo caso, Rivânia Franklin, determinou o encaminhamento dos autos ao Poder Judiciário para as providências cabíveis.
A delegada destacou o empenho da equipe na apuração dos fatos. “Realizamos uma investigação criteriosa, ouvimos testemunhas e aguardamos a conclusão dos laudos periciais para esclarecer completamente as circunstâncias da morte. O conjunto probatório demonstrou que se tratou de uma autolesão ocorrida no contexto de uma discussão, não havendo indícios de participação de terceiros no disparo que vitimou Leonildo”, afirmou.