Extra

OPERAÇÃO NA MADRUGADA: Polícia Civil prende suspeitos de executar produtor rural em Brasiléia

Investigação aponta crime de encomenda; três homens foram detidos e um menor já havia sido apreendido anteriormente

A Polícia Civil de Brasiléia prendeu, nesta sexta-feira, três homens suspeitos de envolvimento na execução do produtor rural Levi Brito Alves, morto em novembro de 2025. A ação faz parte de uma operação que busca esclarecer completamente o homicídio ocorrido na zona rural do município.

Coordenada pelo delegado titular da cidade, a investigação identificou quatro pessoas ligadas diretamente ao crime. Um menor de idade já havia sido apreendido em uma operação anterior. Na ação mais recente, foram cumpridos mandados de prisão preventiva contra três adultos, apontados como participantes da execução.

Segundo a Polícia Civil, dois dos detidos são considerados executores diretos, enquanto os demais teriam atuado na articulação do assassinato. Todos foram encaminhados e permanecem à disposição da Justiça.

Crime teria sido encomendado

As investigações indicam que a vítima não possuía envolvimento com organizações criminosas, mas foi alvo de um crime encomendado. De acordo com a apuração, os mandantes teriam contratado integrantes de uma organização criminosa com atuação na região de fronteira para realizar a execução.

A Polícia Civil informou que o caso ainda não está totalmente encerrado e que novas diligências seguem em andamento para identificar possíveis outros envolvidos e a motivação do crime.

Relembre o caso

O assassinato ocorreu no dia 25 de novembro de 2025, por volta das 16h20, no km 10 da BR-317, na zona rural de Brasiléia. Levi Brito Alves, de 52 anos, foi surpreendido em sua propriedade e morto a tiros.

No local do crime, a perícia recolheu nove estojos de munição calibre .380, um projétil, além de um aparelho celular danificado e uma carteira com documentos pessoais e dinheiro em moeda boliviana.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

RELEMBRE O CASO.

Comentários

Publicado por
Alexandre Lima