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Acre

Rios transbordam, alagam casas e levam famílias para abrigos em Feijó e Tarauacá

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Em Feijó e Tarauacá os voltaram a trasbordar, famílias tiveram as casas alagadas e foram abrigadas em escolas neste fim de semana. As prefeituras e Defesa Civil dos dois municípios estão mobilizadas no atendimento às pessoas atingidas pela enchente.

Em Feijó, neste sábado, 5, o nível do Rio Envira é de 12,75 metros, sendo que o trasbordamento aconteceu aos 12 metros. Quatro famílias, somando 16 pessoas, estão abrigadas na Escola Municipal Toppo Gigio.

“No momento temos mais quatro ocorrências em andamento de retiradas de famílias”, disse a assessoria de comunicação da prefeitura de Feijó ao ac24horas.

Em Tarauacá, o Rio Tarauacá está com 10,22 metros neste sábado, 5, também passou da cota de trasbordamento, que é de 9,50 metros. Lá, 20 pessoas já tiverem que ser retiradas de casa pela prefeitura.

“Temos 20 pessoas na Escola Maria Aucilene Calixto Alves e estamos dando toda a assistência necessária”, contou o prefeito Rodrigo Damasceno à reportagem.

 

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Acre

Acre registra mais de 8 mil casos de dengue em três meses, com três mortes confirmadas

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Dados do Ministério da Saúde revelam incidência alarmante de 434,9 casos por 100 mil habitantes; zika e chikungunya também preocupam autoridades

Durante duas semanas, a equipe do Ministério da Saúde visitou os bairros mais afetados, na capital. As ações também se concentraram em cidades do Alto Acre. Foto: Arquivo Dircom

O Acre enfrenta uma grave epidemia de dengue no primeiro trimestre de 2024, com 8.138 casos prováveis registrados entre janeiro e março, segundo dados do Painel de Monitoramento das Arboviroses do Ministério da Saúde. Do total notificado, 3.830 casos foram confirmados laboratorialmente, resultando em três óbitos pela doença.

Os números revelam uma incidência preocupante de 434,9 casos confirmados para cada 100 mil habitantes no estado.

A letalidade da dengue no Acre chega a 0,08% entre os casos confirmados, índice que salta para 10,34% quando considerados apenas os casos graves. As três mortes confirmadas acendem o alerta para a necessidade de intensificar as medidas de controle do mosquito Aedes aegypti.

Principais números (jan-mar/2023):

8.138 casos prováveis de dengue
3.830 casos confirmados (434,9/100 mil hab)
3 mortes confirmadas (letalidade de 0,08%)
Casos graves com letalidade de 10,34%
Redução progressiva:

  • Janeiro: 1.708 casos
  • Fevereiro: 1.437 casos
  • Março: 544 casos
Outras arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti:

170 casos prováveis de zika
166 casos de chikungunya

Análise epidemiológica:
  • A incidência de 434,9 casos/100 mil hab coloca o Acre em situação de alerta
  • Apesar da redução mensal, os números ainda são preocupantes
  • A alta letalidade nos casos graves (10,34%) exige atenção especial no atendimento
Medidas urgentes necessárias:

1️⃣ Intensificação das ações de combate ao mosquito
2️⃣ Melhoria na notificação e diagnóstico precoce
3️⃣ Capacitação de profissionais para manejo de casos graves
4️⃣ Mobilização social para eliminação de criadouros

Fonte:

Painel de Monitoramento das Arboviroses/Ministério da Saúde

A população deve redobrar os cuidados:
  • Eliminar água parada
  • Usar repelentes
  • Procurar unidades de saúde ao primeiro sintoma
Perspectivas:

Embora março tenha apresentado queda nos números, as autoridades sanitárias mantêm o estado de alerta, especialmente com a aproximação do período chuvoso na região, que tradicionalmente favorece a proliferação do mosquito transmissor. A população é orientada a redobrar os cuidados com água parada e procurar unidades de saúde aos primeiros sintomas.

#DengueNoAcre #SaúdePública #CombateAoAedes #Epidemiologia

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Acre

Acre registra aumento alarmante de hospitalizações infantis por síndrome respiratória

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Boletim da Fiocruz aponta Rio Branco entre as capitais com maior crescimento de casos; vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal causador

Os especialistas monitoram a co-circulação de outros vírus respiratórios, como influenza e SARS-CoV-2, que podem agravar o quadro epidemiológico. Foto: ilustrativa 

O Acre enfrenta um preocupante crescimento nas hospitalizações de crianças por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), com destaque para a capital Rio Branco, segundo o mais recente Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Os dados, referentes à última semana de março, revelam que o estado está entre as unidades da federação com níveis considerados de alto risco, impulsionados principalmente pela circulação do Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal agente de bronquiolite em menores de 2 anos.

O cenário epidemiológico coloca Rio Branco entre as 12 capitais brasileiras com tendência de aumento nas internações, acompanhando cidades como Belém, Boa Vista e Brasília. A Fiocruz alerta para a gravidade da situação, especialmente na faixa etária até 2 anos, onde as infecções por VSR podem evoluir rapidamente para quadros graves que exigem hospitalização.

“Estamos diante de um padrão sazonal preocupante, com transmissão comunitária intensa do VSR, que representa risco significativo para a população infantil”, explica o pesquisador responsável pelo boletim. No Acre, os serviços de saúde já registram aumento na demanda por atendimento pediátrico e leitos de internação.

Além do VSR, os especialistas monitoram a co-circulação de outros vírus respiratórios, como influenza e SARS-CoV-2, que podem agravar o quadro epidemiológico. A Secretaria Estadual de Saúde do Acre orienta que pais e responsáveis fiquem atentos aos sintomas iniciais – como dificuldade respiratória, febre persistente e prostração – e busquem atendimento médico imediato nos casos mais graves.

Diante do cenário, a Fiocruz recomenda o reforço das medidas de prevenção, especialmente em creches e escolas infantis, além da priorização do acompanhamento pré-natal para gestantes, como forma de proteger os recém-nascidos. As autoridades sanitárias acreanas estudam medidas emergenciais para ampliar a capacidade de atendimento pediátrico na rede pública.

A Fiocruz recomenda o reforço das medidas de prevenção, especialmente em creches e escolas infantis, além da priorização do acompanhamento pré-natal para gestantes, como forma de proteger os recém-nascidos. Foto Art

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Mutirão de cirurgias oftalmológicas bate recorde de atendimentos em Epitaciolândia

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Parceria entre deputados e gestão municipal beneficiou população do Alto Acre com procedimentos realizados em um único

O Deputado Federal Eduardo Velloso e a prefeitura de Epitaciolândia atendeu um número recorde de pacientes da região do Alto Acre. Foto: cedida 

A Unidade Básica de Saúde José Paulo, no bairro Aeroporto, foi palco de um mutirão histórico de cirurgias oftalmológicas neste sábado (5). A ação conjunta entre a Deputada Estadual Maria Antônia, o Deputado Federal Eduardo Velloso e a prefeitura de Epitaciolândia atendeu um número recorde de pacientes da região do Alto Acre, marcando um importante avanço no acesso à saúde ocular na fronteira.

“Esta iniciativa demonstra o poder transformador da união entre esferas governamentais. Conseguimos levar um serviço essencial diretamente para quem mais precisa”, destacou a Deputada Maria Antônia durante o evento. O mutirão contou com uma equipe médica especializada que realizou dezenas de procedimentos, desde cirurgias de catarata até outros tratamentos oftalmológicos.

O prefeito de Epitaciolândia ressaltou o impacto social da ação:

“Muitos desses pacientes aguardavam há anos por essa oportunidade. Estamos devolvendo não apenas a visão, mas a qualidade de vida”.

A estrutura montada na UBS José Paulo permitiu atendimentos ágeis e humanizados, com todo o suporte necessário para os procedimentos.

O Deputado Eduardo Velloso anunciou que novas edições do mutirão estão sendo planejadas: “Esta é apenas a primeira de muitas ações que pretendemos realizar em parceria com os municípios acreanos”. A população pode acompanhar pelas redes sociais oficiais da prefeitura as próximas datas para cadastro e triagem.

O sucesso da iniciativa consolida um modelo de atendimento que deve ser expandido para outras especialidades médicas, sempre com o objetivo de reduzir as filas de espera e levar saúde de qualidade para perto das pessoas.

O mutirão oftalmológico promovido pelo deputado federal Eduardo Velloso se encerrou-se neste sábado, dia (05), em Epitaciolândia com um saldo mais que positivo: mais de 450 consultas realizadas e 80 procedimentos cirúrgicos para tratar pterígio, popularmente conhecida como “carne crescida”, uma condição ocular que, se não tratada, pode levar à cegueira.

A ação, fruto de uma parceria com a deputada estadual Maria Antonia, o Hospital Oftalmológico Velloso, e o Instituto Progresso Amazônia (IPA), superou todas as expectativas e mostrou o poder transformador das ações de saúde quando chegam a quem mais precisa.

O mutirão de cirurgias oftalmológicas realizado na Unidade Básica de Saúde José Paulo, no bairro Aeroporto teve recordes de atendimentos e cirurgias. Foto: cedidas 

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