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Negócios na Expoacre 2023 superam edição do ano passado e chegam a R$ 325 milhões, diz governo

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Balanço foi apresentado durante entrevista coletiva nesta segunda-feira (14), com destaque para o setor agrícola.

Média de público ficou entre 30 e 40 mil pessoas por noite na Expoacre 2023 — Foto: Rayza Lima/Rede Amazônica Acre

O total de negócios realizados durante a Expoacre este ano chegou a R$ 325 milhões, o que representa um aumento de 55% em relação a 2022, quando o volume de negócios alcançou R$ 209 milhões.

Durante as nove noites de feira no Parque de Exposições Wildy Viana, os setores agrícola e automotivo foram os que mais se destacaram, segundo o balanço apresentado nesta segunda-feira (14) durante entrevista coletiva.

O secretário de Assuntos Governamentais, Alysson Bestene, avaliou o resultado como excelente e disse que o objetivo de focar cada vez mais nos negócios foi atingido.

“O governador Gladson Cameli e toda a equipe de governo, em parceria com a iniciativa privada, demonstrou que é possível a gente fazer uma feira de negócios. O pedido foi exatamente esse, que se transformasse cada vez mais a Expoacre em oportunidades, e aqui foi dada a demonstração de que realmente é possível fazer um grande evento no estado do Acre, com a parceria, veio empresa de fora, e foi demonstrado que a economia aqueceu nesse período, números satisfatórios”, ressaltou.

Ainda conforme Bestene, a média de público ficou entre 30 e 40 mil pessoas por noite, e o investimento do governo foi de R$ 10 milhões em melhorias na estrutura e manutenção do parque.

“O setor agrícola, como a gente já tinha adiantado, era um setor que a gente tinha dado um olhar, diante do crescimento do setor agrícola no nosso governo, do governador Gladson Cameli, é notório esse crescimento nesse setor, principalmente na cultura dos grãos, no estado vem crescendo. Então, é o setor que mais cresceu na comparação com o ano de 2022. A gente teve empresas dos equipamentos agrícolas, vieram, tiveram boas vendas, então tudo isso aqueceu ainda mais o setor agrícola no estado”, destacou Bestene.

O governador Gladson Cameli declarou que considera o investimento no setor agrícola a chance de unir a economia à sustentabilidade, e agradeceu o apoio das instituições parceiras na organização da feira.

“Ano passado, tinha uma política diferenciada do governo federal, que incentivava muito o agronegócio, atualmente já é o contrário, já é mais pro lado ambiental. Aí entra aquela frase que eu sempre digo: unindo o agronegócio junto com a sustentabilidade, a gente consegue avançar. E provamos que conseguimos. Mas isso, sempre não esquecendo de dizer que ninguém faz uma Expoacre, uma feira dessa extrema importância, sozinho. Tivemos apoio do setor privado, de todo o Sistema S, no Senai, entre outros”, disse.

Ainda segundo Cameli, outro setor que se destacou durante a Expoacre 2023 foi o dos pequenos negócios. O governador também afirmou que, para as próximas edições da feira, o objetivo é abrir o parque durante o dia para os negócios, e direcionar o período da noite para atividades de lazer e entretenimento, como shows.

“O que eu queria fazer esse ano, acabei não fazendo, que é durante o dia que aconteçam de fato os negócios, e à noite venha mais a parte de shows, e que também é negócio, aquece a nossa economia. Mas, a Expoacre não pode ser lembrada por qual cantor vai vir, qual o show que virá. Nós temos que falar mesmo é de QSJ [código que significa ‘dinheiro’ no Alfabeto Fonético Internacional]”, declarou

Balanço foi apresentado durante entrevista coletiva nesta segunda-feira (14) — Foto: Murilo Lima/Rede Amazônica Acre

Balanço foi apresentado durante entrevista coletiva nesta segunda-feira (14) — Foto: Murilo Lima/Rede Amazônica Acre

Parceria entre governo e setor privado

 

O superintendente do Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae) no Acre, Marcos Lameira, também destacou a parceria entre o governo e o setor privado na realização do evento.

“O Sebrae, quando construiu juntamente com o governo do estado a proposta para o convênio para realização da feira, a gente queria, trabalhou bastante para superar os resultados do ano passado, foram R$ 209 milhões. E o nosso resultado para este ano de 2023, é de R$ 325 milhões. Isso é uma demonstração de que o estado vem trabalhando, vem desenvolvendo, junto com as entidades de classe, com o setor produtivo, fazendo com que a gente consiga melhorar a vida das pessoas. Então, foi não somente um espaço de cultura, entretenimento e lazer, mas também de realização de negócios”, afirmou.

Lameira também avaliou que o crescimento no volume de negócios significa que a sociedade acreditou na proposta, com destaque para a participação de empresas de fora do estado.

“Com certeza a sociedade, os empresários, o setor produtivo acreditando na proposta do governo, na proposta do Sebrae, e dando resposta. Nós tivemos empresas de fora, nós tivemos muitas oportunidades de negócio que foram apresentadas para a sociedade, e isso trouxe esse resultado excelente, maravilhoso para o nosso estado”, finalizou.

Colaborou Murilo Lima, da Rede Amazônica.

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Ministros Waldez Góes e Marina Silva visitam Brasiléia em resposta à calamidade causada pela alagação

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Nesta segunda-feira, 04, o estado do Acre e o município de Brasiléia recebem a visita dos Ministros de Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e da Ministra de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva.

A presença dos representantes do governo federal tem como objetivo prestar assistência e apoio emergencial à população do Acre e reafirmaram o compromisso do governo federal em fornecer todo o apoio necessário para a reconstrução e reabilitação das áreas e famílias afetadas pela alagação do Rio Acre.

Brasiléia enfrenta uma situação de calamidade após ser atingida por mais uma alagação de proporção histórica. Ruas se transformaram em rios, casas, praças, escolas foram destruídas pelas águas e pontes na zona rural desabaram, deixando um rastro de destruição que abalou a comunidade local.

Durante a visita em Brasiléia, os Ministros percorreram áreas afetadas pela alagação, incluindo o centro da cidade, bairro Leonardo Barbosa e o Parque Centenário, que sofreram danos significativos.

Em seguida se reúnem com autoridades estaduais e municipais, para discutir ações para enfrentar os impactos da enchente e iniciar o processo de recuperação das famílias atingidas.

A prefeita Fernanda Hassem recebe em Brasileia os ministros reconhecendo a mão amiga do governo federal. “É com profunda gratidão que damos as boas-vindas aos Ministros Waldez Góes e Marina Silva em nosso município. Sua presença aqui é um sinal de esperança e solidariedade para nossa população que enfrenta desafios sem precedentes. Juntos, trabalharemos para reconstruir e fortalecer nossa cidade “, disse a gestora de Brasiléia.

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Prevenção: Tinta inseticida chega ao Acre e promete auxiliar no combate à dengue eliminando o mosquito em oito minutos L

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Jairo Carioca

Chegou ao Acre uma tinta que promete ajudar no combate à Dengue. Com inseticidas altamente eficientes, indicados pela Organização Mundial da Saúde, o produto mata o mosquito da dengue em até oito minutos após contato com os princípios ativos e ação no sistema nervoso do aedes aegypti.

A Corion Protect tem tecnologia italiana, passou por diversos testes de laboratórios de ponta na Itália e em toda a Europa. Segundo a representante no Brasil, Ana Ladeira Cristina, a tinta é aplicada em doses não toxicas e com duração de dois anos. “É uma tinta à base de água que agem contra o mosquito da dengue. O inseto é afetado pela liberação controlada de princípios ativos e inseticidas”, garantiu Cristina.

Outro ponto positivo garantido pela empresa é o fator risco. A tinta não oferece nenhum risco aos profissionais de pintura e nem aos usuários dos locais onde é aplicada. Em Rio Branco, a representação da Corion prepara um laboratório para demonstração dos testes de eficiência do produto. A tinta recebeu autorização para comercialização em 2021, pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Embora os resultados já tenham reconhecimento internacional, vamos apresentá-los em Rio Branco para gestores públicos e empresários. Em todo o Brasil, com fácil aplicação, com apelo ecológico e anti-mofo, sem nenhum cheiro, a tinta vem sendo aplicada em salas de aulas e postos de saúde da rede pública com resultados comprovados no combate ao mosquito da dengue”, acrescentou a empresária.

Com mais de 10 anos de desenvolvimento de tintas funcionais de alta performance, a aplicação do produto no Brasil tem fins sociais, buscando o bem-estar e saúde das pessoas, além do papel fundamental na preservação do meio ambiente.

Cristina lembra que a dengue é uma preocupação que os brasileiros devem ter o ano todo, mas principalmente nos meses mais quentes do ano. De acordo com o Ministério da Saúde, foram registrados 1.530.940 casos prováveis de dengue no Brasil, com o coeficiente de incidência de 753,9 casos /100 mil habitantes.

“Eu sou acreana de coração, fiz questão de vim apresentar esse auxílio no combate ao mosquito que infeccionou mais de 2.900 acreanos esse ano. O Acre esteve entre os estados com maior incidência do mosquito. A prevenção é fundamental”, analisou a representante.

Sérgio Giorgetti Filho – inventor da fórmula – afirmou que embora a tecnologia seja italiana, o produto é100% brasileiro, com duas fábricas localizadas no estado de São Paulo. “Além de São Paulo nosso produto vem sendo utilizado no Rio de Janeiro, Espirito Santo, Paraíba e Maranhão e em breve no Acre. Ela pode ser encomendada em quaisquer cores e também incolor”, disse o cientista.

A Vacina não mata o mosquito

O Brasil é o primeiro país do mundo a oferecer o imunizante no sistema público universal. Durante a Comissão Intergestores Tripartite, no entanto, a ministra Nísia enfatizou que a vacina é uma esperança para o combate à doença, mas que não produz impactos imediatos devido à baixa disponibilidade de doses pelo laboratório fabricante.

“A vacina é nossa esperança para um futuro sem dengue, mas hoje não é o instrumento de maior impacto. Temos que, principalmente, prevenir e cuidar: fazer o controle dos focos do mosquito em nossas casas e cuidar de quem adoece. Contamos com todas e todos nessa campanha”, complementou a ministra da Saúde.

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Ministros Waldez Góes e Marina Silva vêm ao Acre e vão visitar áreas atingidas pela enchente do rio Acre

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Uma comitiva composta pelos ministros da Integração e do Desenvolvimento Regional e do Meio Ambiente, Waldez Goés e Marina Silva, chega ao Acre nesta segunda-feira, 4, para visitar as áreas atingidas pela cheia do rio Acre. O anúncio foi feito neste sábado, 2, pelo governador Gladson Cameli.

Na semana passada, Goés já havia sinalizado a visita no estado acreano ao colocar à disposição toda a estrutura do governo federal. Os senadores Sérgio Petecão e Alan Rick também fazem parte do grupo.

Cameli destacou que é de extrema importância a vinda da comitiva para ver in loco a situação nas cidades mais atingidas.

“Desde o início mantivemos as tratativas com o governo federal, no sentido de pedir apoio a todas as prefeituras e a vinda dessa comitiva é importante porque os ministros vão poder ver de perto o impacto dessa cheia, que já tem cota histórica em alguns municípios. Como eu sempre falo, o momento agora é de reunir forças, municípios, Estado e governo federal, para tentarmos reduzir os impactos causados por esse desastre natural”, disse.

No dia 28 de fevereiro, dados da Defesa Civil Estadual registraram a maior marca do Rio Acre na cidade de Brasileia. Ele chegou a 15,56 metros e ultrapassou a cheia histórica de 2015, quando alcançou 15,55 metros.

A prefeita da cidade Fernanda Hassem já havia pedido apoio estadual e federal. Uma das áreas mais críticas era o bairro Leonardo Barbosa, que corria o risco de romper e ficar ilhado no lado boliviano. No local vivem aproximadamente 400 famílias, um total de 1,6 mil pessoas, e 186 indígenas.

Os ministros devem visitar os locais da cidade e se reunir também com prefeitos das cidades atingidas pela cheia.

O Acre enfrenta uma de suas maiores enchentes, na qual 19 municípios foram afetados por inundações, seja de rios ou igarapés. E já alcançou cota histórica de transbordamento em alguns municípios como Brasileia e Jordão que tiveram, respectivamente, 75% e 80% da cidade atingida pelas águas.

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