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Acre

Ministro Paulo Teixeira anuncia recursos e projetos para impulsionar exportação de produtos florestais do Acre

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Anúncio foi feito no Programa Exporta Mais Amazônia, que foi lançado neste sábado (29) no Sebrae, em Rio Branco, com a presença do ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, e do presidente da ApexBrasil, Jorge Viana.

Ministro Paulo Teixeira ao lado do presidente da Apex, Jorge Viana — Foto: Andryo Amaral/Rede Amazônica Acre

Durante o lançamento do evento Exporta Mais Amazônia, em Rio Branco, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, anunciou alguns projetos e recursos para fomentar a produção e exportação de produtos florestais do Acre.

Para impulsionar a exportação de produtos da floresta, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) lançou o evento com rodadas de negócios, painéis de debate e apresentação das mesas executivas de exportação de castanha-do-Brasil.

O programa “Exporta Mais Amazônia” visa atender as peculiaridades das cadeias produtivas da região Norte. O evento segue até quarta-feira (29), no Sebrae Acre, com objetivo de ‘organizar empresas de setores específicos para destravar gargalos às exportações, com apoio da ApexBrasil e de parceiros’.

Em sua fala, o ministro destacou que o objetivo é criar um arranjo de produtos florestais, que vai atender as famílias assentadas, fomentar essa produção para fortalecer essa economia. Nisso, inclui poder público, Sebrae e o Basa.

“A gente quer aumentar o investimento nesses sistemas agroflorestais; produção de alimentos e, ao mesmo tempo, tornar florestas produtivas. Isso é a recuperação das áreas degradadas por meio de produção de açaí, castanha, cacau, café, de acerola, enfim, produtos da floresta, que, de um lado você recupera a função da floresta e de outro lado tem um resultado econômico positivo. Do ponto de vista do MDA, estamos trazendo assistência técnica e extensão rural, lançamos um edital agora de R$ 20 milhões para assistência técnica e extensão rural para agroecologia”, disse.

A programação inclui painéis com especialistas em economia amazônica e mercado internacional, como Salo Coslovsky (Amazônia 2030) e Rodrigo Mattos (Euromonitor International).

Ainda durante o sábado, houve o lançamento do edital da Mesa Executiva de Castanha-do-brasil, a primeira de uma série de mesas de diálogo permanentes montadas exclusivamente dentro do Programa Exporta Mais Amazônia, que visam atender as peculiaridades das cadeias produtivas da região Norte.

“Nós queremos aqui ter uma experiência bem sucedida, a partir do que já está sendo feito. Não viemos inventar roda, tem muita coisa boa acontecendo, o que a gente quer é replicar, potencializar e avançar nesse arranjo produtivo para que o Acre possa ter um boom de investimentos e engajamento do seu povo nesse propósito e entregar da COP-30 [Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025], que vai acontecer na Amazônia, um programa não a ser anunciado como algo a ser feito no futuro, mas algo já presente , então queremos que na COP-30 tenha o impacto desse propósito, por isso esse arranjo produtivo que estamos lançando com os produtos da floresta, pela sua sustentabilidade, com, digamos assim, enquadramento na legislação, uma agroindústria potente que possa fornecer para o mercado interno brasileiro e para exportar, esse propósito da vinda.

Exporta Mais Amazônia foi lançado neste sábado (25) — Foto: Andryo Amaral/Rede Amazônica Acre

Exporta Mais Amazônia foi lançado neste sábado (25) — Foto: Andryo Amaral/Rede Amazônica Acre

Investidores internacionais

 

O evento é uma oportunidade para que os produtores fiquem cara a cara com compradores internacionais. Jorge Viana, presidente da Apex, destacou que essa é uma forma de proporcionar que aquele investidor de pequeno porte tenha a oportunidade de mostrar seu produto para outros países.

“Temos a situação dos produtos compatíveis com a floresta, que são 64, então especialistas do mundo inteiro estudaram, isso vai da pimenta do reino, cacau, café, castanha, o pescado, o artesanato. O Brasil exporta pouco desses produtos porque tem problemas nas cadeias produtivas e o ministro falou que vamos fazer um arranjo. Temos em Rio Branco 20 compradores internacionais de 13 países diferentes, com tradução simultânea, tem compradores, conhecendo a história dos produtos e da região, são 15 diferentes nacionalidades, temos compradores. Temos 35 empresas vendedoras na frente de 20 compradores de países diferentes. Isso é para facilitar a vida das pessoas, tem vendedora de bombons, tem gente que tem produto, mas não está em uma feira mundial e a Apex está resolvendo isso, trazendo comprador aqui, depois é com eles. Colocar o vendedor de frente com o comprador e ali tem 20 minutos para fazer negócio e ele tem que fechar o peixe dele”, disse Viana.

Manoel Monteiro, diretor-superintendente da Cooperativa Central de Comercialização Extrativista do Estado do Acre (Cooperacre), falou na iniciativa — Foto: Andryo Amaral/Rede Amazônica Acre

Manoel Monteiro, diretor-superintendente da Cooperativa Central de Comercialização Extrativista do Estado do Acre (Cooperacre), falou na iniciativa — Foto: Andryo Amaral/Rede Amazônica Acre

Castanha

 

Entre 2020 e 2022, a renda acumulada do Acre com as negociações da castanha do Brasil foi de mais de R$ 128 milhões. Isso fez do estado líder de renda na Região Norte. As informações estão no 4º capítulo do Boletim de Conjuntura Econômica, divulgado nesta terça-feira, 21, pelo Fórum Empresarial de Inovação e Desenvolvimento do Acre e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape) sobre o setor de produção extrativa de castanha do Brasil.

Em toda Amazônia Legal, o valor acumulado no período avaliado foi de R$ 405,9 milhões na produção do produto.

Manoel Monteiro, diretor-superintendente da Cooperativa Central de Comercialização Extrativista do Estado do Acre (Cooperacre), disse que essa é uma iniciativa que fortalece a economia no estado que incentiva a exploração sustentável dos produtos florestais.

“Isso é muito importante para as empresas, principalmente da região Norte, que tinham menos oportunidade por estar num lugar mais difícil, onde a logística é mais difícil. A gente entende que é excelente esse programa, essa iniciativa, e vai dar muito certo para nós cooperados e para os outros também. A gente está bem recebendo pessoas de outros países na nossa rede de cooperativa, visitando nossas indústrias e, com certeza, vamos ampliar nossa venda tanto no mercado local quanto no mercado externo”, destacou.

Questão fundiária

 

Um série de medidas foram anunciadas na agenda, como financiamento para assentados, novos programas e regularização fundiária. Na extensa agenda, ainda serão entregues 64 títulos definitivos na Escola Elzira Angélica do Nascimento, Projeto de Assentamento Pirã de Rã, em Senador Guiomard, no interior do estado.

Ainda no PA Pirã de Rã, haverá a assinatura de contratos de crédito instalação nas modalidades fomento e fomento mulher e o recebimento de pedidos de regularização no assentamento.

Para os demais assentamentos e áreas de regularização fundiária no Acre, será anunciada a criação de 10 projetos de assentamentos (4 em 2023 e 6 em 2024), além de investimento de R$ 10 milhões para o novo crédito de instalação em 2023 e R$ 30 milhões para 2024 – modalidades construção de casas, apoio inicial, fomento, fomento mulher e recuperação ambiental e jovem.

A arrecadação de 6 glebas públicas federais já foram concluídas, totalizando 32 mil hectares, bem como arrecadação de mais 100 mil hectares até o final de 2024, áreas que serão destinadas prioritariamente para criação de assentamentos e regularização fundiária.

“Então, o que está acontecendo no Acre é um exemplo que a instituição Incra passa a ter uma importância muito grande. Por exemplo, aqui no Acre a sede do Incra e das unidades avançadas receberam tratamento muito ruins nos últimos anos, temos áreas condenadas, onde os servidores estavam trabalhando. Iniciamos um processo de licitação, vamos reformar as áreas, tanto de Rio Branco como das unidades avanças, valorizar os servidores, temos um concurso público anunciado pelo presidente Lula para que o Incra se reoxigenado pelo ponto de vista dos servidores e assim, melhorando o orçamento, reorganizando as políticas públicas, passa-se a ter uma atuação”, disse o presidente nacional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), César Aldrighi.

No Acre, segundo o presidente, são mais de 30 mil família assentadas em mais de 150 assentamentos. “São 6 milhões de hectares destinados aos assentados. Vamos ampliar esse número e, a partir daí, também destinar recursos de desenvolvimento dos assentamentos. Aqui nós temos cadeias importantes produtivas dentro dos assentamentos, como castanha, todas essas ações que os assentados produzem, sendo valorizados em uma articulação com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, e Apex, o que vai se tratar, então retomar os assentamentos com desenvolvimento regional”, pontuou.

Márcio Rodrigo Alecio, superintendente Regional do Incra, destacou a importância dessa agenda para o estado. Para eles, os anúncios são importantes, como a retomada da criação de projetos de assentamento, arrecadação de áreas a serem destinadas para reforma agrária, agricultura familiar, investimento em crédito e instalação.

“Vamos tratar da regularização fundiária, que é uma pauta muito importante no estado do Acre, estamos avançando no georreferenciamento e temos uma meta muito agressiva para os próximos anos que é avançar no assentamento e na regularização, na titulação, no fomento às políticas públicas para cerca de 10 mil famílias no estado do Acre. Nesse evento tão importante estamos conseguindo fazer a integração da agricultura familiar, da reforma agrária, da governança fundiária, para que a gente tenha mais produção, mais renda, com isso, o estado produz mais, o estado tem mais produção, renda, mais agregação de valor e a gente consegue contribuir decisivamente para o desenvolvimento do nosso estado”, pontuou.

Evento reúne compradores e produtores para fomentar exportação — Foto: Andryo Amaral/Rede Amazônica Acre

Evento reúne compradores e produtores para fomentar exportação — Foto: Andryo Amaral/Rede Amazônica Acre

Programação

 

Na segunda (27) e terça (28), estão agendadas também rodadas de negócios com apresentações de empresas dos setores de açaí, cacau & chocolate, castanha-do-Brasil, peixes da Amazônia, carnes bovina e suína e de frango para 20 compradores internacionais, de 16 nacionalidades diferentes.

Já na terça (29), os importadores vão visitar centros de produção locais, como a Cooperativa Central de Comercialização Extrativista do Acre (Cooperacre), que reúne extrativistas de açaí e castanha-do-Brasil, a Empresa Ligeirinho Agroindústria, que trabalha com chocolate, e a Fazenda de José Ivan Barbosa de Souza, que atua no manejo de pescado amazônico.

Colaborou Andryo Amaral, da Rede Amazônica Acre.

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Fórum Jurídico da Mulher promove debate sobre o enfrentamento à violência de gênero na Amazônia

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Rio Branco sediou, nesta sexta-feira (6), o 1º Fórum Jurídico da Mulher Amazônida, evento que reuniu autoridades do meio jurídico, representantes de instituições públicas e especialistas para debater políticas públicas, o protagonismo feminino e o enfrentamento à violência contra a mulher na região Norte. A Prefeitura de Rio Branco participou do encontro, representada pela advogada, chefe de Gabinete e primeira-dama, Kelen Bocalom.

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“Não foi uma escolha aleatória. A proposta foi dar visibilidade à região Norte, ao povo amazônida e às mulheres do campo jurídico, conhecendo quem são essas profissionais, suas ideias, conquistas e expectativas”, afirmou Virgínia Cardoso. (Foto: Jeferson Carvalho/Secom)

Durante o evento, a superintendente nacional do Contencioso Cível da Caixa Econômica Federal, Virgínia Cardoso, destacou a relevância da realização do fórum no Acre, ressaltando que a escolha da região foi estratégica para ampliar a visibilidade das mulheres amazônidas e das profissionais do Direito que atuam na região.

“Não foi uma escolha aleatória. A ideia foi justamente dar visibilidade à região Norte, ao povo amazônida e às mulheres que atuam no campo jurídico. Queremos saber quem são essas advogadas, operadoras do direito que estão aqui, o que elas pensam, o que já realizaram e o que almejam. Para nós é uma honra participar desse momento e promover esse debate”, afirmou Virgínia Cardoso.

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“Foi uma iniciativa muito importante, tanto pela temática quanto pelo local escolhido. A proposta é refletir sobre o papel do sistema de justiça na promoção da igualdade de gênero em todos os espaços”, ressaltou a desembargadora. (Foto: Jeferson Carvalho/Secom)

Durante o simpósio, diversas temáticas foram discutidas, com foco no fortalecimento das políticas públicas, na valorização do protagonismo feminino e nos desafios enfrentados pelas mulheres na região amazônica. A desembargadora da Justiça Federal, Rosimayre Carvalho, destacou que a realização do evento em Rio Branco foi bastante pertinente, considerando a localização estratégica do estado, situado no coração da Amazônia.

“Foi uma iniciativa extremamente feliz dos idealizadores, não apenas pela temática, mas também pelo local escolhido. Venho pela Justiça Federal, representando o Tribunal Regional Federal da 1ª Região, como presidente da Comissão de Mulheres, para trazer uma reflexão sobre o que o sistema de justiça pode fazer nesse movimento nacional em busca da igualdade de gênero em todos os espaços, seja no setor público, privado ou nas lideranças”, ressaltou a desembargadora.

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“Eventos como esse são importantes para mostrar o avanço das mulheres em espaços de liderança e inspirar outras a seguirem esse caminho”, destacou Karoline. (Foto: Jeferson Carvalho/Secom)

Para Karoline Simão, presidente da Comissão da Mulher Advogada da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre, o fórum foi fundamental para fortalecer o debate sobre a presença feminina nos espaços de poder.

“Eventos como esse são de suma importância para demonstrar que as mulheres vêm avançando cada vez mais nos espaços de liderança. O protagonismo feminino inspira outras mulheres a também seguirem esse caminho. A Caixa está de parabéns por promover um evento dessa relevância, que esperamos que continue acontecendo e inspirando outras instituições”, destacou.

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“Hoje desenvolvemos um trabalho importante por meio de uma rede de apoio que atua junto a diversas instituições públicas, oferecendo acolhimento e suporte às mulheres da nossa cidade”, enfatizou Kelen Bocalom. (Foto: Jeferson Carvalho/Secom)

Outro ponto enfatizado durante o encontro foi a necessidade de ampliar o debate sobre a violência contra a mulher, pauta que mobiliza instituições em todo o país. A advogada e chefe do Gabinete Civil da Prefeitura de Rio Branco, Kelen Bocalom, que participou do painel de debates ao lado da desembargadora Rosimayre Carvalho, ressaltou as políticas públicas desenvolvidas pela gestão municipal voltadas ao acolhimento de mulheres vítimas de violência e em situação de vulnerabilidade social.

“Hoje realizamos um trabalho muito importante por meio de uma rede de apoio que atua de forma integrada com diversas instituições públicas. Esse trabalho é voltado para todas as mulheres da nossa cidade, independentemente de raça ou etnia, oferecendo acolhimento e suporte por meio de serviços como os disponibilizados pela Casa Rosa Mulher”, enfatizou Kelen Bocalom.

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Fonte: Conteúdo republicado de PREFEITURA RIO BRANCO

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Prefeitura reinaugura 41ª Unidade Básica de Saúde e inicia vacinação contra dengue para profissionais da saúde

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A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reinaugurou nesta sexta-feira (6) a 41ª Unidade Básica de Saúde (UBS) Maria Áurea Vilela, localizada no bairro Cadeia Velha.

A unidade passou por revitalização estrutural com investimento aproximado de R$ 350 mil. Desse total, R$ 117.281,11 são oriundos de emenda parlamentar destinada pelo ex-deputado estadual e atual vereador Neném Almeida, enquanto o restante foi custeado com recursos próprios da gestão, aplicados na obra e na aquisição de novos mobiliários e equipamentos.

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O prefeito de Rio Branco destacou que investir em saúde tem sido uma das prioridades da gestão. (Foto: Val Fernandes/Secom)

Durante a solenidade, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, destacou que investir em saúde tem sido uma das prioridades da gestão.

“Quando cheguei à prefeitura, muitas unidades estavam com a estrutura física comprometida e já não comportavam atender a população. É isso que estamos mudando, melhorando a qualidade de vida das pessoas”, afirmou Bocalom.

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“Quando cheguei à prefeitura, muitas unidades estavam com a estrutura comprometida e sem condições adequadas de atender a população. Estamos trabalhando para mudar essa realidade”, afirmou Bocalom. (Foto: Val Fernandes/Secom)

O vice-prefeito Alysson Bestene destacou a importância da unidade para a região central da capital.

“Essa é a 41ª unidade entregue pela gestão. Aqui teremos vacinação, consultas médicas e odontológicas, fortalecendo o atendimento em uma região com grande número de moradores”, disse o gestor.

O secretário municipal de Saúde, Rennan Biths, ressaltou que a reinauguração faz parte do programa de reestruturação da rede de atenção primária.

“Chegamos à marca de 41 unidades reformadas e ainda temos seis novas em construção. Sempre digo que a saúde não entrega apenas prédios, entrega serviços”, pontuou Biths.

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“Chegamos à marca de 41 unidades reformadas e ainda temos seis novas em construção. Sempre digo que a saúde não entrega apenas prédios, entrega serviços”, pontuou Biths. (Foto: Val Fernandes/Secom)

O vereador Neném Almeida agradeceu pela aplicação da emenda parlamentar na obra.

“Mesmo sendo de um vereador de oposição, o recurso foi utilizado em benefício da população. Isso mostra que é possível deixar bandeiras partidárias de lado e olhar para quem realmente precisa”, declarou o vereador.

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“Mesmo sendo de um vereador de oposição, o recurso foi aplicado em benefício da população, mostrando que é possível deixar as diferenças partidárias de lado”, declarou o vereador Neném Almeida. (Foto: Val Fernandes/Secom)

A unidade leva o nome de Maria Áurea Vilela. Para o filho da homenageada, Ialdo José Vilela, a revitalização representa o fortalecimento das políticas públicas de saúde.

“É um momento especial, pois a unidade agora oferece melhores condições de atendimento à comunidade e também preserva a memória da minha mãe”, afirmou Vilela.

A UBS Maria Áurea Vilela atende moradores de bairros da região central, como Cadeia Velha, Baixada da Habitasa, Base, Capoeira, Cerâmica, Centro e Aviário.

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Unidade passou por revitalização estrutural com investimento aproximado de 350 mil reais (Foto: Val Fernandes/Secom)

Morador da região há 38 anos, Antônio Carlos destacou a importância da reabertura da unidade.

“Agora ficou muito melhor, porque é perto de casa. Estávamos há mais de um ano sem essa unidade, que vai ser muito importante para crianças, adolescentes e idosos”, relatou o morador.

Durante a cerimônia, a Secretaria Municipal de Saúde também iniciou a vacinação contra a dengue para profissionais da rede municipal. O município recebeu 1.029 doses enviadas pelo Ministério da Saúde, o que permitirá imunizar cerca de 43% dos aproximadamente 2.400 servidores da saúde.

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Durante a cerimônia, a Secretaria Municipal de Saúde também iniciou a vacinação contra a dengue para profissionais da rede municipal. (Foto: Átilas Moura/Secom)

A expectativa era vacinar cerca de 300 profissionais nesta agenda, entre agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias e trabalhadores da unidade reinaugurada.

Inicialmente, a estratégia prioriza profissionais da Atenção Primária, mais expostos ao contato direto com a população. A partir da próxima semana, a vacinação será ampliada para outras unidades, começando pelas UBS dos bairros Tancredo Neves, Placas e Cidade do Povo.

A expectativa é que novas remessas de vacinas sejam enviadas pelo Ministério da Saúde para ampliar gradualmente a cobertura entre os profissionais da saúde do município.

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Fonte: Conteúdo republicado de PREFEITURA RIO BRANCO

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Prefeitura de Brasiléia constrói escola a 134 km da cidade para atender alunos da zona rural

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A Prefeitura de Brasiléia, por meio da secretaria municipal de Educação, concluiu a construção da escola Getúlio Vargas, localizada no km 84 + 50 quilômetros de ramal, totalizando 134 km de distância da sede do município.

A unidade escolar possui estrutura medindo 7 por 9 metros e foi construída com recursos próprios, representando um investimento significativo para a comunidade.

Com a obra concluída, a escola agora passará pela etapa de equipagem, com a chegada de mobília, como cadeiras, mesas e materiais de cozinha, deixando o espaço preparado para receber os estudantes.

Nos próximos dias, a unidade também receberá a construção de um banheiro em alvenaria, reforçando a estrutura da escola.

Além dessa obra, outras escolas localizadas em áreas de difícil acesso também receberam reformas e reconstrução no ano passado.

Para o prefeito Carlinhos do Pelado, investir na educação das comunidades mais distantes é uma prioridade da gestão. “Estamos trabalhando para garantir que a educação chegue a todos, inclusive nas regiões mais distantes do município. No ano passado realizamos reformas em outras escolas da zona rural e agora entregamos mais uma unidade, reforçando nosso compromisso com os alunos e com as comunidades que vivem em áreas de difícil acesso”, destacou o prefeito.

O prefeito Carlinhos do Pelado destacou ainda que, no ano passado, a gestão realizou reformas em outras escolas da zona rural, com serviços de pintura, além da construção de banheiros e poços artesianos.

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