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Empresa no AC é condenada por atrasar salários, humilhar funcionário e deixar de recolher FGTS

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Uma testemunha disse, durante audiência, que em determinadas ocasião o chefe chegou a insultá-los com palavras de baixo calão, fazendo com que se sentissem humilhados

A empresa de telemarketing Liq Corp, com sede em Rio Branco, foi condenada pela Justiça do Trabalho a indenizar um ex-funcionário por atraso de salários e por não ter, durante o tempo de contrato, recolhido o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) de forma regular e por danos morais ao humilhar funcionários com uso de palavras de baixo calão.

O autor do processo foi contratado em maio de 2021 para exercer o cargo de operador de telemarketing. Em janeiro de 2022 ele parou de comparecer ao posto por não estar recebendo seus vencimentos. Na Justiça, ele pediu o reconhecimento da rescisão indireta do contrato de trabalho, além do pagamento das verbas rescisórias consoante esta forma de rescisão contratual.

Uma testemunha disse, durante audiência, que em determinadas ocasião o chefe chegou a insultá-los com palavras de baixo calão, fazendo com que se sentissem humilhados.

Os advogados, Ana Paula Feitosa e Samuel Gomes Feitosa, que fizeram a defesa do autor do processo, pediram pagamento da indenização por danos morais no valor de R$ 5 mil, referentes “a intensidade do sofrimento ou da humilhação; a possibilidade de superação física ou psicológica; os reflexos pessoais e sociais da ação ou da omissão; a extensão e a duração dos efeitos da ofensa; as condições em que ocorreu a ofensa ou o prejuízo moral; o grau de dolo ou culpa; a situação social e econômica das partes envolvidas, bem como o valor que a parte reclamante recebia mensalmente”.

Além do valor acima, outros R$ 5 mil deverão ser pagos pela empresa por atrasos salariais. A Liq Corp também terá que:

– Retificar as anotações da carteira de trabalho do autor para constar como extinção contratual a data de 12/02/2022, sob pena da Secretaria da Vara fazê-lo.

– Expedir Guias para saque do montante dos depósitos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, nos termos da fundamentação. Em caso de descumprimento da obrigação no prazo determinado, deve incidir multa diária de R$ 50,00, até o limite de R$ 1.000,00 (um mil reais), a serem executadas nestes autos.

– Pagar verbas rescisórias: saldo de salários de 12 dias, Aviso Prévio indenizado de 30 dias; Férias proporcionais + 1/3 constitucional (9/12); 13º proporcional (01/12), ambos em decorrência da projeção do aviso prévio; multa do artigo 477, § 8º, da CLT.

– Recolhimentos dos depósitos do FGTS do período do vínculo de emprego, considerando-se a projeção do aviso prévio, daqueles incidentes sobre as verbas rescisórias julgadas procedentes, bem como da indenização compensatória de 40%, atualizados monetariamente e acrescidos das multas e dos juros legais. Em caso de descumprimento da obrigação no prazo determinado, deve incidir multa diária de R$ 50,00, até o limite de R$ 1.000,00 (um mil reais), a serem executadas nestes autos.

– Indenização por danos morais no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), em face dos atrasos salariais.

– Indenização por danos morais no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), em face do ilícito perpetrado pelo superior hierárquico.

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Ex-Corinthians e Atlético-MG, atacante Jô é preso antes de jogo da Série B

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Jogador do Amazonas é detido, em Campinas, por falta de pagamento de pensão alimentícia

Centroavante Jô, ex-Corinthians e Atlético Mineiro, em ação pelo Amazonas (Foto: Marcos Junior / AGIF)

Escrito por Lance!

O centroavante Jô, que atua pelo Amazonas e possui passagens por Atlético-MG e Corinthians, foi preso nesta segunda-feira (6), em Campinas, antes da partida da Série B contra a Ponte Preta. O motivo da prisão do atleta é a falta de pagamento de pensão alimentícia.

A ação da polícia civil foi aguardar a chegada da delegação amazonense para o duelo da terceira rodada da Série B do Brasileirão, que acontece no estádio Moisés Lucarelli. Contudo, o atleta não desceu junto do time mesmo listado para estar entre os titulares da partida.

Por conta disso, o BAEP (Batalhão de Ações Especiais da Polícia) mobilizou uma ação e foi cumprir o mandado de prisão do jogador em outro lugar e, assim que encontrado, Jô foi conduzido para o 10º Distrito Policial de Campinas.

Mesmo sem seu centroavante, o Amazonas entrou em campo às 20 horas para enfrentar a Ponte Preta pela Série B em busca da sua primeira vitória na competição. Em nota, a equipe se manifestou sobre a prisão de Jô.

– O Amazonas está dando toda assistência necessária para o atleta. Estamos aguardando as informações do nosso Departamento Jurídico para poder esclarecer para vocês jornalistas e nossos torcedores – declarou Weslley Couto, presidente do Amazonas FC.

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Motociclista bêbado atropela pedreiro argentino em Cobija que vive um drama

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Ao saber do ocorrido, sua mãe viajou para cidade de Cobija para acompanhar o filho ao hospital, mas preocupada sofreu um acidente vascular cerebral

Ángel Vicente Choque viajou de Jujuy com amigos para a Bolívia com o objetivo de encontrar um emprego para ajudar sua família.  

Um motociclista bêbado atropelou um pedreiro argentino em Cobija, e agora o trabalhador vive um verdadeiro drama pelos custos da operação e pelo estado de saúde de sua mãe que sofreu um acidente vascular (AVC) e também está internada no hospital Roberto Galindo Teran.

Ángel Vicente Choque é um argentino de 30 anos que se dedica à construção civil e que viajou de seu país natal para Cobija, departamento de Pando, para trabalhar como pedreiro.

Ele foi atropelado por um motociclista que o atingiu por trás e causou fratura na tíbia e na fíbula.

A tragédia não terminou aí. Ao saber do ocorrido, sua mãe viajou da Argentina para Bolívia para acompanhar o filho ao hospital, mas preocupada sofreu um acidente vascular cerebral que agora também a interna no mesmo hospital (Cobija).

O hospital que trata do paciente pede a quantia de cerca de 1.700 dólares para cobrir a intervenção da fratura na perna, dinheiro que ele não tem e por isso pede ajuda.

O autor do crime recusou-se a submeter-se ao teste obrigatório do bafômetro, embora o boletim de ocorrência baseado em depoimentos de testemunhas demonstrasse que ele estava sob efeito de álcool.

Até o momento, a família do argentino gastou cerca de US$ 455 e está angustiada com o dinheiro que falta para cobrir as despesas do hospital Roberto Galindo Terán, onde ele está sendo tratado.

Segundo seus entes queridos, Ángel Vicente Choque viajou de Jujuy com amigos para a Bolívia com o objetivo de encontrar um emprego para ajudar sua família.

Em Cobija, era contratado como pedreiro de segunda a sexta-feira e aos sábados cuidava de uma churrascaria onde vendia choripanes e hambúrgueres em frente a uma boate. Ele estava indo para lá quando Herrera o atropelou.

“Agora minha mãe e meu irmão estão hospitalizados. Uma para a sala de cirurgia e outra para desmontar um coágulo”, disse Dora, uma das irmãs de Choque, ao jornal argentino Clarín, resignada.

A mãe tem paralisia facial, metade do rosto caído e uma perna afetada. Fizeram uma tomografia e pelo atendimento no hospital cobraram mais US$ 340, disse Dora, pedindo colaboração para sair do problema.

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Mulher é presa com tabletes de maconha em táxi

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Uma traficante foi presa por policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), após ser flagrada com tabletes de droga, durante abordagem em um táxi, na região de fronteira.

As equipes estavam realizando abordagem entre o Brasil e Bolívia, região fronteiriças de Guajara-Mirim e Guayaramerin, Bolívia onde criminosos costumam trafegar levando droga.

Um táxi foi visto pelos policiais e o motorista recebeu ordem de parada.

Com uma passageira, os policiais encontraram dentro da bolsa que ela carregava, dois tabletes grandes de maconha.

Presa, foi levada para a sede da Polícia Civil, ficando à disposição da justiça.

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