Por ser um estado estratégico e lidar diretamente com a crise humanitária venezuelana, os parlamentares e o governo dividiram-se entre a celebração do fim do regime e a preocupação com a segurança. Foto: captada
Por ser um estado estratégico e lidar diretamente com a crise humanitária venezuelana, os parlamentares e o governo dividiram-se entre a celebração do fim do regime e a preocupação com a segurança. Foto: captada
A notícia da captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro por forças especiais dos Estados Unidos, na madrugada deste sábado (3), gerou reações imediatas entre lideranças políticas do Acre. Senadores e deputados celebraram o que chamaram de “vitória da liberdade sobre a tirania”, enquanto o governo estadual reforçou o estado de alerta na fronteira.
O senador Márcio Bittar (União) classificou o evento como um “divisor de águas” e afirmou: “Enquanto a esquerda brasileira e o PT de Lula financiavam e defendiam esse criminoso, o presidente Trump cumpriu sua promessa”. O senador Alan Rick (União) associou a prisão à segurança regional: “A prisão é fundamental para a estabilidade da segurança no Brasil, devido às denúncias de envolvimento do regime com o tráfico de drogas que chega às nossas fronteiras”.
Já o governador Gladson Cameli adotou tom institucional, confirmando que o Acre está em estado de atenção e pronto para “colaborar com ações humanitárias e a segurança na fronteira”, diante da possibilidade de desdobramentos no fluxo migratório. O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, comemorou de forma sucinta: “Maduro cai”.