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Advogada afirma que policial penal pode ser condenado a pena mínima de 50 anos de prisão

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Antes do julgamento de instrução do policial penal Raimundo Nonato Veloso da Silva Neto, acusado de matar Wesley Santos durante a última noite da Expoacre em 2023, que ocorre na manhã desta quarta-feira (3), na 1ª Vara do Tribunal do Júri no Fórum Criminal, em Rio Branco, a advogada da família, Gicielle Rodrigues, declarou que o réu poderá ser condenado a uma pena mínima de até 50 anos de prisão por homicídio, por motivo fútil, contra Wesley e por tentativa de homicídio contra sua então namorada, Rita de Cássia.

Segundo a advogada, o agente de segurança pública poderá ser pronunciado pelo Júri Popular no julgamento de instrução. Rodrigues expressou que a família clama por Justiça. “Com base na apuração das provas, esperamos que ele seja pronunciado pelo júri. A família deseja que ele seja condenado e pronunciado ao Tribunal do Júri. Buscamos Justiça e acreditamos que ele possa receber, no mínimo, 50 anos de prisão em caso de condenação. Uma pena mais severa poderia chegar a 60 anos”, afirmou.

Na audiência, a advogada relatou que serão ouvidas oito testemunhas de defesa e oito de acusação, além da apresentação de vídeos que comprovam a materialidade do crime. “O júri é dividido em duas fases. A primeira é a instrução, onde todos são ouvidos para que o juiz determine se há culpa. Se o juiz entender que há culpa, ele encaminha o caso para a segunda fase, que é o Tribunal do Júri”, explicou.

No ano passado, o policial penal Raimundo Nonato Veloso da Silva Neto tornou-se réu pelo assassinato do jovem Wesley Santos, após uma decisão da Juíza da 1ª Vara do Tribunal do Júri, Luana Campos, que aceitou a denúncia do Ministério Público do Acre.

No dia do crime, Nonato teria disparado várias vezes com uma arma de fogo, ferindo gravemente Wesley Santos da Silva (20) e a namorada dele, Rita de Cássia (18). Wesley não sobreviveu aos ferimentos e faleceu no Pronto-Socorro de Rio Branco no dia seguinte.

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Na tranca: “Chacina do Taquari”: Justiça mantém prisão apreentiva de cinco réus 

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Os réus José Weverton Nascimento Rosa, O Raridade, Davidesson da Silva Oliveira,  o Escopetinha, Ronivaldo da Silva Gomes, o Roni, Denilson Araújo da Silva, o Jabá e Tony da Cosa Matos, O Barroca, denunciados pela “Chacina do Taquari”, tiveram as prisões preventivas mantidas.

A decisão foi tomada nesta segunda-feira,22,  pelo Juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri.

A reavaliar as prisões dos denunciados, o magistrado escreveu que a garantia da ordem pública ainda permanece e que a medida é necessária para assegurar aplicação da lei penal.

Para o magistrado a liberação dos réus, colocaria em risco a apuração dos fatos,  que o processo ainda encontra-se em instrução, pendente a maior parte da produção de provas.

Ainda na decisão, o magistrado disse, que a prisão do grupo, será reavaliada em 90 dias.

A chacina do Taquari, que deixou seis mortos, ocorreu em novembro do ano passado.

Na troca de tiros, ocorrida no interior de uma  casa, no Bairro Taquari,  morreram Adegilson Ferreira da Silva, Valdei das Graças Batista, que faziam parte do Bonde dos 13,  e Luan Santos de Oliveira, Tailãn Dias da Silva, Sebastião Ytalo Nascimento e Tiago Rodrigues da Silva, que integravam o comando vermelho.

A investigação da Delegacia de Homicídios, apurou que a finalidade da ação criminosa, era executar Adegilson Ferreira da Silva, apontado como uma liderança  do Bonde dos 13, na região, mas ele teria suspeitado da ação criminosa e levou segurança.

Na intensa troca de tiros seis suspeitos de crime acabaram mortos.  Um sétimo envolvido ficou ferido.

A Polícia Civil não descarta nova prisões.

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Em casa: Motorista de caminhão de coleta de lixo é liberada após pagar fiança

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O motorista Josiel da Silva Muniz foi indiciado pelos crimes de embriaguez ao volante e lesão corporal.

Ele, era o condutor do caminhão que tombou na tarde do último sábado, 20, em uma curva no Bairro Joafra, em Rio Branco.

O delegado plantonista da DEFLA, estabeleceu uma fiança ao condutor do veículo, já que a somatória das pernas máximas dos dois crimes atribuídos não ultrapassa quatro anos.

Josiel da Silva pagou fiança no valor de R$ 1 400 e, após o interrogatório foi liberado.

Em audiência de custódia, a Juíza Ana Paula Sabóya, homologou o procedimento policial, mas entendeu que era possível fazer a conversão do flagrante em prisão preventiva.

A juíza relatou ainda na decisão, que não encontrou nenhuma irregularidade no procedimento de flagrante.

Josiel da Silva Muniz, era motorista deste caminhão que tombou na tarde do último sábado, 20, no Bairro Custódio Freire.

Um câmera de monitoramento registrou o exato momento do acidente. Dois garis ficaram feridos. Um deles, foi arremissado pelo para-brisas do veículo.

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PM detêm trio que fazia “arrastão” em ônibus, apreende arma de fogo e recupere pertences das vítimas

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No início da tarde desta segunda-feira, 22, uma quadrilha que praticava roubos em ônibus foi detida pela Polícia Militar, no bairro Taquari, minutos após fazerem um arrastão em um coletivo na linha da Cidade do Povo. Na ocorrência, policiais do 2º Batalhão e do Policiamento Comunitário da PMAC recuperaram diversos bens, entre eles 11 celulares e dinheiro, prenderam um casal e apreenderam um menor de 16 anos. O trio portava um simulacro de pistola e uma escopeta com munições.

Os militares haviam sido acionados pelo COPOM para a ocorrência de roubo ainda em andamento, e ao localizaram o veículo em uma das ruas do bairro, foram informados pelas vítimas da direção que os criminosos, dois homens e uma mulher, haviam tomado. As equipes localizaram o trio, e apesar dos dois homens tentarem fuga, os três foram detidos.

Os criminosos confessaram o roubo e indicaram o local onde estavam a arma e os bens roubados, nos fundos de um quintal. Foram encontrados 11 celulares, dinheiro, uma arma de fogo do tipo escopeta, municiada, um simulacro de pistola, munições e outros objetos. Os detidos, pertencentes a um grupo criminoso local, foram encaminhados à Delegacia de Flagrantes para as providências cabíveis.

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