Após articulação do deputado, senador Otto Alencar vai alterar relatório que exigia mais dois anos de estudo para brasileiros que estudam medicina no exterior, garantindo assim a participação no Revalida logo após a conclusão do curso
“Assim que eu soube da matéria dessa emenda já fui atrás para garantir que o relatório fosse modificado. Articulei reuniões na Câmara e no Senado. E o senador, em gesto de humildade e nobreza anunciou a retirada desta obrigatoriedade de residência no exterior. Expliquei a ele que só no Acre são cerca de quatro mil estudantes, totalizando 20 mil em todo o país. Essa é uma grande conquista. Os estudantes de medicina no exterior e seus familiares podem comemorar”, disse Alan.
No conteúdo do seu novo relatório, o senador emite parecer favorável à instituição do Revalida e propõe que o exame seja aplicado no primeiro trimestre de cada ano, sendo a residência médica realizada no país em que o estudante almejar. “Não sabia da enorme quantidade de estudantes de medicina que havia fora do país. Ouvi relatos emocionados de mães e pais que fizeram sacrifício, se desfizeram do que tinham para poder pagar o curso para os filhos”, revelou o senador.
Alan Rick recebeu o apelo de várias famílias de estudantes que cursam medicina no exterior e se prontificou de imediato a lutar para mudar o conteúdo desta emenda. E garantiu que vai acompanhar a tramitação na Casa.
“Sabemos da dificuldade que é, tanto emocional como financeira, para esses estudantes conseguirem concluir o curso longe de seus lares, família e amigos. E aumentar mais dois anos a permanência deles no exterior seria acabar com o sonho de milhares de pessoas. E esses médicos têm muito a oferecer ao Acre e ao Brasil. Vou continuar acompanhando o trâmite da matéria no Senado”, garante Alan Rick.