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Acre

Veterinário diz que sanidade animal no Acre está sob risco após mudança de fiscalização de eventos

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Uma denúncia feita ao ac24horas por um servidor de carreira do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (IDAF) está pondo sob suspeita o trabalho de fiscalização do órgão no que diz respeito aos eventos pecuários que estão ocorrendo em vários municípios do estado nesta época do ano, como feiras as feiras comumente chamadas de “Rural Show”.

De acordo com o Coordenador de Fiscalização de Trânsito Agropecuário, o médico veterinário Mário César Araújo, ocorrem inconformidades no processo de fiscalização que é responsável pela garantia do cumprimento de normas obrigatórias porque a competência sobre esse trabalho foi tirada, em 2020, da Divisão de Fiscalização de Trânsito Agropecuário.

Mário César diz que a mudança nas atribuições que, segundo ele, de direito, pertencem à divisão da qual é responsável, foi feita de maneira irregular e deliberada pelo então chefe da Divisão de Defesa Sanitária Animal do IDAF, Kennedy Lins, com a anuência do então diretor técnico do órgão, Jessé Monteiro, e do presidente do Instituto, Francisco Thum.

“Como, até o momento, não houve a manifestação de interesse da atual gestão, composta basicamente pelos mesmos servidores da anterior, no solucionamento dessas importantes irregularidades que põem em risco a sanidade não apenas dos animais participantes como da saúde pública, torna-se necessário que medidas enérgicas sejam tomadas com base nos artigos do Código Penal”, ele diz.

Ainda segundo Mário César, a direção do IDAF precisa comprovar que a fiscalização de trânsito de animais participantes nos diversos eventos que estão ocorrendo está cumprindo todos os prazos e procedimentos temporais obrigatórios para garantir que doenças, muitas delas com potencial zoonótico (que podem ser transmitidas às pessoas) não sejam disseminadas.

“Importante deixar muito claro que a fiscalização de trânsito de animais participantes dos diversos eventos pecuários – cavalgada, exposições, rodeios, vaquejadas, provas esportivas (três tambores, de laço, team roping, team penning) competem e são responsabilidade da Divisão de Fiscalização de Trânsito Agropecuário dos Órgãos Oficiais Estaduais de Defesa  Agropecuária”, acrescentou.

Procurado, o IDAF respondeu, por meio do atual diretor técnico, Alexandre Fernandes, que afirmou que a mudança nas atribuições dos eventos é uma pauta chancelada pelo Ministério da Agricultura com o objetivo de descentralizar essas ações. Ele disse ainda que desde 2020, o IDAF faz habilitações de médicos veterinários privados para que estes sejam responsáveis técnicos de eventos agropecuários.

“Não somente de eventos, como também de agroindústrias. Primeiro, a gente não consegue chegar em todos os eventos agropecuários, pois não tem corpo técnico para isso. Então, estamos proporcionando que o setor produtivo consiga ganhar mercado também, com os eventos sendo fiscalizados pelos responsáveis técnicos da iniciativa privada”, explicou.

Alexandre acrescentou que os responsáveis técnicos da iniciativa privada são supervisionados pelas unidades locais nos municípios e que tudo é monitorado pela unidade central do IDAF via sistema, por meio dos relatórios que são emitidos. Por fim, ele reforça que a mudança não teve o objetivo de tirar atribuições de determinada área de atuação do órgão, mas de descentralizar essas ações.

A reportagem também conversou com o presidente do IDAF, Francisco Thum, que está em uma agenda do órgão em Belém (PA) com presidentes de institutos de defesa da Região Norte. Ele disse que o IDAF está passando por uma reestruturação do seu organograma, e que essas mudanças acontecem em atendimento a uma demanda do governo do estado.

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Acre

Em reunião com Ministros de Lula, prefeito Jerry solicita construção de moradias

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Nesta segunda-feira , 04, o prefeito de Assis Brasil, Jerry Correia, participou da agenda do governo federal no município de Brasiléia com os ministros da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e do Meio Ambiente, Mariana Silva, com a presença dos senadores Alan Rick e Sérgio Petecão, deputados federais e estaduais os prefeitos Bira Vasconcelos de Xapuri, Sérgio Lopes de Epitacilandia e Fernanda Hassem de Brasiléia.

Os ministros estiveram em Brasiléia para ver de perto a situação pós-cheia nos municípios da regional do Alto Acre, na oportunidade reuniram com os prefeitos para anunciar ações do governo federal para ajudar as cidades que foram inundadas. O Acre teve mais de 17 municípios atingidos pelas águas este ano.

O prefeito Jerry Correia agradeceu a presença dos ministros e pediu o empenho de todos para soluções a longo prazo. “Quero agradecer ao presidente Lula por meio do ministério pela agilidade na liberação de recursos para os municípios, ao governador Gladson Cameli, e pedir o empenho de todos para que possamos construir projetos habitacionais para atender a população”, disse.

A prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, conduziu os ministros e autoridades na vistoria área as áreas atingidas pela cheia e pediu o empenho de todos no sentido de oferecer soluções a longo prazo para o problema das enchentes.

O ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, enfatizou que o governo federal está empenhado a prestar toda ajuda necessária aos municípios.

De seu lado, a ministra do Meio Ambiente, Mariana Silva, destacou o fenômeno das mudanças climáticas como fator determinante para as enchentes e disse que é preciso de projetos para reconstruir as cidades.

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Acre

“Não dá para construir mais casas onde alaga. 40 foram levadas pelas águas”, se emociona Fernanda

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Prefeita Fernanda Hassem promete ação imediata após visita dos Ministros às áreas alagadas de Brasiléia

Em um discurso emocionado durante uma reunião entre autoridades na Sede do Senac, a prefeita Fernanda Hassem não hesitou em abordar a urgência da situação enfrentada por Brasiléia após a vistoria dos Ministros Waldez Goes (Integração) e Marina Silva (Meio Ambiente) às áreas alagadas, ocorrida nesta segunda-feira, 4.

“Não dá para construir mais casas onde alaga. Essa oportunidade é única, temos todos os poderes aqui. A prefeita não foge da responsabilidade, o governador também não. E com vocês ministros estão aqui vendo a situação de perto. Vamos trabalhar para mudarmos essa realidade a curto, médio e longo prazo”, enfatizou Hassem, determinada a encontrar soluções efetivas para a comunidade.

Hassem informou às autoridades presentes que pelo menos 40 casas foram levadas pelas águas, garantindo que “essas pessoas não ficarão desamparadas”. Comprometida com a resposta rápida e eficaz, a prefeita ressaltou a necessidade urgente de mudança.

O discurso impactante de Fernanda Hassem terminou em um momento de solidariedade, onde recebeu os abraços reconfortantes do governador Gladson Cameli e da Ministra Marina Silva, demonstrando a união de esforços para enfrentar os desafios que se apresentam.

Com o apoio das autoridades federais e estaduais, a prefeitura de Brasiléia se prepara para iniciar ações imediatas visando mitigar os impactos das enchentes e proporcionar segurança e assistência às famílias afetadas.

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Acre

Brasiléia enfrenta cenário de devastação após alagação histórica

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No estado do Acre, a cidade de Brasiléia enfrenta uma situação de calamidade após ser atingida por mais uma alagação de proporção histórica. Ruas se transformaram em rios, casas, praças, escolas foram destruídas pelas águas e pontes na zona rural desabaram, deixando um rastro de destruição que abalou a comunidade local.

De acordo com a Defesa Civil municipal , cerca de 75% da cidade foi afetada pela enchente.

Milhares de famílias estão desabrigadas, incapazes de retornar às suas residências devido às condições precárias em que se encontram.

A situação também impactou severamente os comerciantes locais, que enfrentam prejuízos significativos devido à destruição de seus estabelecimentos.

A alagação do Rio Acre em Brasiléia afetou mais de 15 mil pessoas, destas mais de 1.500 estão em abrigos , sendo necessário mais de 6 mil refeições diária.

Brasiléia luta para se recuperar dos impactos dessa tragédia natural, é fundamental que o apoio continue chegando tanto do governo estadual quanto federal, visando à reconstrução e ao amparo das famílias afetadas por essa calamidade.

Para a prefeita Fernanda Hassem a situação é de um cenário de completa devastação. Fernanda destaca a urgência de apoios para a recuperação da cidade.

“É fundamental destacar que, diante dessa situação gravíssima, a prefeitura de Brasiléia enfrenta limitações para lidar com os estragos causados pela alagação. Por isso, é fundamental o apoio dos governos estadual e federal, bem como de outras instâncias, para que possamos agir de forma eficaz na reconstrução da cidade e na assistência às famílias atingidas. Sozinha, a prefeitura não pode fazer o suficiente para enfrentar essa crise. Precisamos unir esforços e recursos para garantir que Brasiléia se recupere e que as pessoas afetadas recebam o suporte necessário para reconstruir suas vidas.”, finalizou a prefeita.

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