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Acre

Polícia desarticula quadrilha que fraudava documentos públicos no AC, RO e AM

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Por Ana Paula Batalha

Uma servidora da Receita federal foi presa no Acre

Oitenta pessoas foram presas durante uma operação da Polícia Civil acusadas de falsificarem documentos públicos. O grupo agia no Acre, Rondônia e Amazonas e eram especializados em fraudar carteiras nacional de habitaliação.

Uma servidora da Receita Federal no Acre  foi presa por ser membro da quadrilha.

A Polícia Civil irá prestar mais informações durante coletiva à imprensa às 9h30 na Divisão de Investigação Criminal (DIC) , próximo ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

Mais informações a qualquer momento

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Acre

Governo vai ampliar acesso a bolsas do programa Mães da Ciência para mulheres em situação de rua ou em regime semiaberto

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O governo do Acre, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapac), vai incluir no programa Mães da Ciência, bolsas de estudo para mães solo que se encontram em situação de rua ou para mulheres em situação de monitoramento, em regime semiaberto. O anúncio foi feito pelo presidente da Fapac, Moisés Diniz, durante ação de apresentação do projeto “Reciclando Vidas, Transformando Pneus em Oportunidades”, realizado pela Prefeitura de Rio Branco, na sede do projeto situado na Estrada Alberto Torres, no Conjunto Mariana, em Rio Branco, nesta terça-feira, 28.

Presidente da Fapac, Moisés Diniz, anunciou que programa será ampliado. Foto: Neto Lucena/Secom

Mães da Ciência é um programa que visa contemplar mães solo que frequentem a Educação de Jovens e Adultos (EJA) com bolsas de pesquisa. De acordo com o presidente da Fapac, a previsão é que sejam ofertadas até 20 bolsas no valor de aproximadamente R$ 300.

“O Mães da Ciência é o primeiro programa de pesquisa no Brasil que foca no gênero, na condição de fragilidade social e aponta caminhos para superação da miséria, por meio da viabilização de pequenos negócios, com olhar amazônico”, explicou Diniz.

Programa Mães da Ciência vai ofertar bolsas de estudo para mães solo que se encontram em situação de rua ou para mulheres em situação de monitoramento, em regime semiaberto. Foto: Neto Lucena/Secom

Nayra Souza, 29, tem 2 filhas e está em regime semiaberto. Ela participou do evento e comemorou as novas oportunidades para mudar de vida. “Para nós é uma oportunidade, porque quando a gente sai do sistema prisional não tem oportunidade de emprego. Com esse projeto, com a ajuda da prefeitura, do governo, vai ser uma melhoria de vida para nós, uma oportunidade, porque tem muitas monitoradas que sabem fazer muitas coisas”, destacou.

A sede do projeto “Reciclando Vidas, Transformando Pneus em Oportunidades” vai funcionar como um centro educacional que tem capacidade para atender 20 pessoas em situação de rua e outras 20 pessoas monitoradas por tornozeleira eletrônica, que terão acesso a cursos de artesanato em pneus e crochê.

Nilza Almeida, coordenadora do projeto Mãe da Ciência, destacou que serão abertos editais de convocação. Foto: Neto Lucena/Secom

A professora Nilza Almeida, coordenadora do projeto Mãe da Ciência explica que o projeto foi idealizado pela vice-governadora Mailza Assis, quando era senadora. A ideia é acolher as mães solo, aquelas mães que estão em vulnerabilidade. Para isso serão abertos editais de convocação para que elas possam se inscrever.

“É um projeto que vai alcançar todos os municípios do Acre, mas como nós estamos ainda em processo de fechar datas, a gente está trabalhando nisso. Estamos vendo todos os aspectos, para que a gente não possa falhar nessas datas, a gente possa cumprir. Então, a gente está fazendo toda essa logística aí e vai ser comunicado quando os editais forem abertos. Queremos começar a pagar algumas bolsas ainda este ano”, destacou.

Para participar do programa é necessário que essas mães estejam estudando, matriculadas na rede pública de Educação de Jovens e Adultos (EJA). De acordo com a coordenadora, as bolsas de estudo servirão para que as mães possam elaborar projetos sobre a sua vida, e desses projetos podem surgir até mesmo uma pequena empresa onde elas possam ter sustentabilidade financeira por meio do seu próprio negócio em casa.

O evento contou com a participação de representantes da Secretaria de Direitos Humanos do município, do Movimento Nacional de Pessoas em Situação de Rua (Mapsir), do Ministério Público do Estado do Acre (MPE/AC), o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, dentre outras autoridades.

Fonte: Governo AC

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Acre

Acre inicia o teste de câmeras de segurança em policiais e vai decidir se adota medida

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Acre já testa uso há uma semana e vai avaliar se melhora a segurança para decidir se adota o sistema

 

O sistema de segurança pública do Governo do Acre, que corresponde às polícias Civil, Militar e Penal do Estado, além do Instituto Socioeducativo (ISE), que cuida de menores infratores, e Corpo de Bombeiros, já estão em fase de teste de uso de câmeras corporais que podem vir a ser utilizadas na totalidade de seus agentes em serviço, um número superior a três mil pessoas.

A informação foi dada pelo coronel José Américo Gaia, secretário de Estado de Segurança Pública, nesta terça-feira (28), mesmo dia em que o Governo Federal, através do Ministério da Justiça, editou as regras gerais de uso dos equipamentos em todo o país. O decreto estabelecendo as regras de uso foi assinado pelo ministro Ricardo Lewandoswiski, da Justiça e Segurança Pública.

Os primeiros a terem as câmeras ligadas no corpo de seus agentes são membros do Gefron/ Foto: Reprodução

Um das principais itens da regra é que as forças estaduais não são obrigadas a seguirem as normas de imediato e podem até, se quiserem, ter autonomia para não utilizar, “exceto se recorrerem às verbas do governo federal para uso do equipamento”, afirmou o ministro. O governo do Acre já utiliza os equipamentos em fase de testes há mais de uma semana, informou o coronel Gaia.

Os primeiros a terem as câmeras ligadas no corpo de seus agentes são membros do Grupamento de Policiamento de Fronteira (Gefron), além de homens da Polícia Militar. O teste vem sendo feito com pelo menos cem câmeras cedidas pelo Ministério da Justiça.

De acordo com o secretário Américo Gaia, cada órgão do sistema de segurança pública do Estado deve fazer uso do equipamento por um período de até 30 dias.

Secretário de Segurança Pública, Américo Gaia/ Foto: Reprodução

“É o tempo em que poderemos avaliar, através de cada órgão, se o equipamento ajuda ou se melhora a prestação dos serviços. Só a partir desta avaliação é que vamos decidir se vamos adotar ou não o sistema”, disse o Coronel Gaia.

Se o Estado decidir se adotará o sistema, as câmeras serão adquiridas, compradas, ou em regime de aluguel, com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública, já disponível e passando por estruturação exatamente para se adequar aos gastos com este novo equipamento. As câmeras, quando adotadas, devem ser ligadas em 16 circunstâncias das ações dos agentes de segurança.

Segundo as regras, as câmeras devem ser ligadas quando houver:

1 – atendimento de ocorrências;

2 – em atividades que demandarem atuação ostensiva, seja ordinária, extraordinária ou especializada;

3 – identificação e checagem de bens;

4- buscas pessoais ou veiculares ou domiciliares;

5 – ações operacionais, inclusive naquelas em que envolvam manifestações, controle de distúrbios civis, interdições ou reintegração de posses;

6 – cumprimento de determinação de autoridades policiais ou judiciais e de mandados judiciais;

7 – perícias externas;

8 – atividades de fiscalização ou vistoria técnica;

9 – ações de buscas, salvamento e resgate;

10 – escolta e custodiados;

11 – em todas as interações entre custodiados e policiais, dentro ou fora do ambiente prisional;

12 – durante as rotinas carcerárias, inclusive no atendimento de visitantes e advogados;

13 – intervenções e resoluções de crise, motins e rebeliões no sistema prisional;

13 – situação de oposição à atuação policial, de potenciais confrontos e uso da força física;

15 – sinistros de trânsito; e

16 – patrulhamento preventivo e intensivo, ou execução de diligências de rotina em que ocorram ou possam ocorrer prisões, atos de violência, lesões corporais ou mortes.

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Acre

Prefeito Sérgio Lopes Participa de capacitação TCE sobre prestação de contas e vedações no período eleitoral em Rio Branco Capital.

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O prefeito Sérgio Lopes acompanhados dos Secretários de Finanças, Planejamento e Administração, educação e técnicos da prefeitura participaram nesta terça-feira, 28 de curso oferecido pelo tributam de contas do Estado do Acre (TCE) sobre prestação de contas, e procedimentos nas eleições. O encontro ocorre no auditório da Associação dos Municípios do Acre (AMAC).

A capacitação é voltada para prefeitos, presidentes de Câmaras, vereadores e gestores públicos dos órgãos e entidades municipais. O objetivo é prestar orientações aos agentes políticos para que estejam atentos às condutas

O seminário contou com a participação de pelo menos 100 pessoas que representaram os municípios acreanos, onde puderam esclarecer dúvidas importantes sobre os temas propostos. Entre os representantes oficiais, participaram prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, procuradores, entre outros

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