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Acre

TJAC participa de homenagens pelo 50° aniversário de federalização da Universidade Federal do Acre

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História da instituição está ligada a formação e qualificação de diversas pessoas da sociedade acreana, inclusive da equipe técnica da Justiça acreana, que também contribuiu com a construção da instituição de ensino superior

A história da Universidade Federal do Acre (UFAC) é entrelaçada com a vida, realizações e planos de várias pessoas no estado. Aqui no Poder Judiciário do Acre são desembargadoras e desembargadores, juízas e juízes, profissionais de diversas áreas que se formaram nos bancos dessa instituição. Para reconhecer essa importância social e histórica da Ufac, o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) participou na quinta e sexta-feira, 4 e 5, das homenagens feitas pelos aniversários de 60 anos de existência e 50 anos de federalização da universidade acreana.

A juíza de Direito Luana Campos, representando a presidência do Tribunal, compareceu aos eventos realizados na Ordem dos Advogados do Brasil seccional Acre (OAB/AC), na quinta-feira, e da sessão solene feita Assembleia Legislativa estadual (Aleac), na sexta-feira. No evento da OAB/AC, o desembargador aposentado Pedro Ranzi foi homenageado, por sua atuação como professor do curso de Direito.

Na sessão solene na Aleac, a magistrada ressaltou a importância da universidade na construção do estado, ressaltando especialmente, o fomento do empoderamento feminino, com ocupação de mulheres nos lugares de poder.

“É importante termos mulheres em cargo de poder, como a senhora reitora Guido Aquino, e o ensino é uma forma de nós mulheres encontramos de galgar alguns cargos e trilhar nosso caminho e ocupar nossos espaços. Trago aqui as congratulações da nossa presidente desembargadora Regina Ferrari. Nossa presidente é uma mulher e ela busca dentro dos nossos cargos diretivos colocar mulheres, engajando nós mulheres nesses cargos de poder. Quero fazer registro pessoal que fui acadêmica do curso de Direito da Ufac, minha mãe foi técnica administrativa da Ufac, meu pai foi professor da Ufac. Não concluiu o curso na Ufac, mas todos meus irmãos são formados na Ufac. Nossa universidade é um patrimônio relevantíssimo, merece todas as homenagens, porque sem ensino não temos como fazer um país crescer, um país se desenvolver e a nossa Ufac faz isso”, comentou a juíza de Direito.

A reitora da Universidade destacou as causas da universidade em defesa dos princípios da gratuidade, inclusão e educação. “Hoje 5 de abril é exatamente o aniversário de 50 anos de nossa federalização. Muito obrigada pela homenagem. As lideranças femininas precisam estar no Poder Judiciário, no Poder Executivo, no Poder Legislativo. O maior patrimônio do povo brasileiro é a Educação, são as nossas universidades públicas. A universidade pública é inclusiva. Aqui faço um apelo pelo nosso bônus de inclusão regional, que é uma política afirmativa, um bônus constitucional para diminuir a desigualdade social. Então, esse bônus não vai ser derrubado. A universidade nunca vai ter um papel de excluir, sempre de incluir e o bônus veio para isso”.

Ufac

A Universidade nasceu com a fundação da Faculdade de Direito, com o Decreto estadual n.°187, do dia 4 de abril de 1964 e dez anos depois, no dia 5 de abril de 1974, a Lei n.°6.025 regulamenta a federalização da instituição.

O fato da Ufac nascer com a faculdade de Direito ainda revela que em diversos momentos que o Poder Judiciário foi constituído por ela, mas também contribuiu com a construção da universidade, com professores, apoios e parcerias interinstitucionais.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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Acre

Defesa Civil interdita rua Marechal Rondon após erosão provocada pela cheia do Rio Acre em Brasileia

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Na noite desta quinta-feira, 15, a Defesa Civil Municipal e a Prefeitura de Brasiléia emitiram um comunicado conjunto e realizam a interdição da rua Marechal Rondon, antiga Rua da Goiaba, após serem identificados sinais avançados de erosão no local.

De acordo com a Defesa Civil, o desbarrancamento foi causado pela força da água do rio, que permanece acima da cota de alerta.

No início da noite, o nível do Rio Acre em Brasileia estabilizou em 10,07 metros, ultrapassando a cota de alerta, que é de 9,80 metros, e se aproximando da cota de transbordamento.

O prefeito de Brasileia, Carlinhos do Pelado, e o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sandro, estiveram pessoalmente no local para acompanhar a situação e definir as medidas emergenciais.

Segundo o prefeito, a interdição foi necessária para garantir a segurança da população. “Estamos aqui na rua Marechal Rondon, e presenciamos mais cedo que, devido à enchente do Rio Acre, o solo está desbarrancando. Diante desse cenário, tomamos a decisão de interditar o trecho para evitar riscos maiores”, afirmou.

O gestor municipal reforçou o pedido para que motoristas evitem utilizar a via, que é uma das principais rotas de acesso à ponte e a rotatória. “Desde já agradecemos à população de Brasileia que utiliza essa via. Sabemos que é um caminho mais prático para chegar à ponte e acessar a rotatória mas pedimos que evitem o uso, pois pode causar um acidente, um transtorno e até algo fatal”, alertou o prefeito.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Emerson Sandro, destacou que a interdição faz parte de um conjunto de medidas preventivas e que a prefeitura já iniciou ações paliativas no local. “Neste momento, a Defesa Civil está fazendo os devidos paliativos, com sinalização e interdição da avenida, para que a prefeitura possa executar os reparos necessários com segurança”, explicou ele.

A Prefeitura de Brasileia e a Defesa Civil seguem monitorando o nível do Rio Acre de forma contínua e informam que novas medidas poderão ser adotadas caso o volume de água volte a subir. A orientação é para que a população acompanhe os comunicados oficiais e evite áreas de risco durante o período de cheia.

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Acre

Empresário acreano morre ao salvar filhas de afogamento em praia de Fortaleza

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Márcio Neri morreu afogado em Fortaleza nesta quinta-feira (15) — Foto: Reprodução

Empresário acreano e ex-coordenador da AMAC conseguiu resgatar as crianças, mas foi arrastado pela correnteza e não resistiu

O empresário e ex-coordenador da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), Marcio Neri, morreu nesta quinta-feira (15) após entrar no mar para salvar as duas filhas que estavam sendo arrastadas por uma forte correnteza em uma praia de Fortaleza, no Ceará.

De acordo com informações apuradas, Neri conseguiu, com grande esforço, levar as crianças em segurança até a areia. No entanto, exausto após o resgate, acabou sendo puxado novamente pelas ondas e desapareceu diante da família.

O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e iniciou as buscas. O corpo do empresário foi localizado já sem sinais vitais. Socorristas ainda tentaram reanimá-lo por vários minutos com manobras de ressuscitação cardiopulmonar, mas não houve sucesso. A morte foi constatada ainda no local, em meio à comoção de banhistas e familiares.

Natural do Acre, Marcio Neri era uma figura conhecida no estado, especialmente por sua atuação na AMAC, onde exerceu por anos a função de coordenador, participando da articulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento dos municípios acreanos.

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Acre

Revista nacional levanta suspeitas de que Jorge Viana faz tráfico de influência na presidência da Apex

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Publicação aponta que, ao levar investidores internacionais para conhecerem fazendas de café no Acre, o executivo acreano mostrou a “Colônia Floresta”, de sua propriedade, o que caracteriza lobby privado com recursos públicos

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