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Acre

TJAC apresenta ações locais de fortalecimento da política de alternativas penais ao TJRO

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Diálogos sobre a atuação do Poder Judiciário para efetivação dos direitos humanos no sistema carcerário

Na manhã desta segunda-feira, 27, a presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargadora Regina Ferrari; o vice-presidente, desembargador Luís Camolez; o corregedor-geral da Justiça, desembargador Samoel Evangelista e o supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF) do Acre, desembargador Francisco Djalma receberam o desembargador José Jorge Ribeiro da Luz e o juiz Bruno Darwich, ambos do Tribunal de Justiça de Rondônia.

A comitiva está vinculada ao GMF do TJRO, deste modo a pauta firmou-se no andamento das medidas relativas à execução penal. Nesse sentido, o desembargador Francisco Djalma, afirmou que a ênfase da gestão atual é a humanização do sistema, para que assim as instituições mantenham o compromisso com a garantia de direitos dos reeducandos e socioeducandos.

Também participaram da agenda os assistentes técnico do CNJ/PNUD, Martinellis Oliveira e Rubia Evangelista, a assistente técnica do GMF/TJRO, Mayra Magalhães; bem como os juízes acreanos: Andrea Brito, Giordane Dourado, Isabelle Sacramento e Robson Aleixo.

A presidente do TJAC, desembargadora Regina Ferrari, desejou boas-vindas à equipe e destacou que a cooperação entre os Tribunais possibilita encontrar soluções inovadoras e eficazes para os desafios. “Cada contribuição é fundamental para o sucesso do GMF tanto no TJAC quanto no TJRO. O Poder Judiciário acreano está à disposição para contribuir”, disse.

As ações estratégicas do GMF estão alinhadas com às metas definidas pelo Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e de Execução de Medidas Socioeducativas do Conselho Nacional de Justiça e às ações contidas no Plano Executivo Estadual do Programa Fazendo Justiça. Neste ano de 2024, uma realização do TJAC de grande relevância foi a Semana Nacional do Registro Civil, que atendeu 100% das unidades penitenciárias do Acre.

Após receber as boas-vindas da Administração, a visita técnica seguiu para o Instituto de Administração Socioeducativa do Acre (Iapen). Na oportunidade foi apresentado o Escritório Social, a Central Integrada de Alternativas Penais e a Central de Regulação de Vagas, políticas públicas que são desenvolvidas com apoio do governo do Estado.

Em seguida, os diálogos continuaram na Cidade da Justiça. Nesse momento, foi tratado especificamente sobre as audiências de custódia com o serviço de Atendimento à Pessoa Custodiada (Apec). O Apec é vinculado a Central Integrada de Alternativas Penais e fornece um contato com equipe multidisciplinar à pessoa que vai ingressar no sistema carcerário e esse dispositivo ainda está em concepção no TJRO.

Na oportunidade, os visitantes acompanharam duas audiências e a apresentação do fluxo de atendimento do Centro Especializado de Atenção às Vítimas de Crimes e Atos Infracionais (CEAVI).

Na parte da tarde, houve a apresentação das ações do GMF/TJAC pela juíza de Direito Andrea Brito. Na oportunidade, a equipe do GMF/TJAC mostrou as ações para o fortalecimento da política de alternativas penais destacando projetos executados e em andamento.

O desembargador José Jorge Ribeiro da Luz do TJRO disse que,  o GMF do Acre é de ponta e está um degrau acima. “Tem uma série de projetos, de atividades que nós precisamos compartilhar, nós precisamos desse compartilhamento e precisamos também aplicar em Rondônia. Alguns projetos realizados pela Vepma e o GMF são espetaculares.”, disse.

Ele citou, por exemplo, a fábrica de chinelos e instrumentos musicais. Para ele, são projetos que melhoram a alma do reeducando, melhoram a alma da população de uma forma geral. “Então, de uma forma geral, o objetivo é sempre nós buscarmos a reeducação, a reinserção das pessoas privadas de liberdade no meio social, com geração de trabalho e renda. Para que a gente consiga ensiná-las dentro do sistema, de forma que, quando ela saia do sistema, ela tenha esse ofício como parâmetro e como meio de sobrevivência digna. Como forma de levar a sobrevivência digna tanto para ela quanto aos seus familiares. Esse é o nosso objetivo: efetivamente reinseri-las no meio social”, concluiu.

A agenda segue nesta terça-feira, 28, com a visita da equipe técnica à Fábrica de Instrumentos Musicais. 

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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Acre

Defesa Civil interdita rua Marechal Rondon após erosão provocada pela cheia do Rio Acre em Brasileia

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Na noite desta quinta-feira, 15, a Defesa Civil Municipal e a Prefeitura de Brasiléia emitiram um comunicado conjunto e realizam a interdição da rua Marechal Rondon, antiga Rua da Goiaba, após serem identificados sinais avançados de erosão no local.

De acordo com a Defesa Civil, o desbarrancamento foi causado pela força da água do rio, que permanece acima da cota de alerta.

No início da noite, o nível do Rio Acre em Brasileia estabilizou em 10,07 metros, ultrapassando a cota de alerta, que é de 9,80 metros, e se aproximando da cota de transbordamento.

O prefeito de Brasileia, Carlinhos do Pelado, e o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sandro, estiveram pessoalmente no local para acompanhar a situação e definir as medidas emergenciais.

Segundo o prefeito, a interdição foi necessária para garantir a segurança da população. “Estamos aqui na rua Marechal Rondon, e presenciamos mais cedo que, devido à enchente do Rio Acre, o solo está desbarrancando. Diante desse cenário, tomamos a decisão de interditar o trecho para evitar riscos maiores”, afirmou.

O gestor municipal reforçou o pedido para que motoristas evitem utilizar a via, que é uma das principais rotas de acesso à ponte e a rotatória. “Desde já agradecemos à população de Brasileia que utiliza essa via. Sabemos que é um caminho mais prático para chegar à ponte e acessar a rotatória mas pedimos que evitem o uso, pois pode causar um acidente, um transtorno e até algo fatal”, alertou o prefeito.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Emerson Sandro, destacou que a interdição faz parte de um conjunto de medidas preventivas e que a prefeitura já iniciou ações paliativas no local. “Neste momento, a Defesa Civil está fazendo os devidos paliativos, com sinalização e interdição da avenida, para que a prefeitura possa executar os reparos necessários com segurança”, explicou ele.

A Prefeitura de Brasileia e a Defesa Civil seguem monitorando o nível do Rio Acre de forma contínua e informam que novas medidas poderão ser adotadas caso o volume de água volte a subir. A orientação é para que a população acompanhe os comunicados oficiais e evite áreas de risco durante o período de cheia.

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Acre

Empresário acreano morre ao salvar filhas de afogamento em praia de Fortaleza

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Márcio Neri morreu afogado em Fortaleza nesta quinta-feira (15) — Foto: Reprodução

Empresário acreano e ex-coordenador da AMAC conseguiu resgatar as crianças, mas foi arrastado pela correnteza e não resistiu

O empresário e ex-coordenador da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), Marcio Neri, morreu nesta quinta-feira (15) após entrar no mar para salvar as duas filhas que estavam sendo arrastadas por uma forte correnteza em uma praia de Fortaleza, no Ceará.

De acordo com informações apuradas, Neri conseguiu, com grande esforço, levar as crianças em segurança até a areia. No entanto, exausto após o resgate, acabou sendo puxado novamente pelas ondas e desapareceu diante da família.

O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e iniciou as buscas. O corpo do empresário foi localizado já sem sinais vitais. Socorristas ainda tentaram reanimá-lo por vários minutos com manobras de ressuscitação cardiopulmonar, mas não houve sucesso. A morte foi constatada ainda no local, em meio à comoção de banhistas e familiares.

Natural do Acre, Marcio Neri era uma figura conhecida no estado, especialmente por sua atuação na AMAC, onde exerceu por anos a função de coordenador, participando da articulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento dos municípios acreanos.

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Acre

Revista nacional levanta suspeitas de que Jorge Viana faz tráfico de influência na presidência da Apex

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Publicação aponta que, ao levar investidores internacionais para conhecerem fazendas de café no Acre, o executivo acreano mostrou a “Colônia Floresta”, de sua propriedade, o que caracteriza lobby privado com recursos públicos

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