eles_ptPor Hassem Neto

Em conversa em roda de amigos durante as reuniões de confraternização de fim de ano, o assunto principal foi a situação econômica e política do País. A ascensão galopante dos preços, aumentos da inflação, de bens e serviços essenciais como a gasolina, energia elétrica, alimentos etc.

Um assunto que faz muito sentido e que resolvemos compartilhar com os amigos leitores é a exumação da Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF). O governo argumenta ser preciso capital para liquidez e tapar o rombo das contas públicas.

Os governos dos estados dão a maior força. Não há dinheiro suficiente para honrar os compromissos de campanha e atender todos os amigos. (Vejam o caso do Acre. O governo aprovou a toque de caixa, no pagar das luzes de 2015, a criação de duas novas secretarias e mais de miil cargo em comissão). Os prefeitos almejam um imposto extra para conseguirem mandar capinar aceiros de ruas e na ponta, está a nação brasileira, com gosto de gás na boca, contra mais um imposto.

O governo não consegue, sob nenhum argumento, convencer os brasileiros que o novo imposto é a salvação da lavoura para sanear as contas públicas.
Aí vem o golpe! Para conseguir simpatia ao indecente imposto e, contando com o aval dos governadores, corta os recursos destinados a saúde. O setor vira um caos.

Unidades de urgências e emergências médicas fechados, pronto socorro, postos de saúde e Unidades Básica de Saúde sem médico e sem medicamentos. Corredores de hospitais repletos de pacientes deitados no chão…

Vencer pelo cansaço e desespero, eis a tática oficial. O governo aposta que mais dia menos dia a população estará fazendo manifestação pública a favor da volta do imposto e assim resolver os graves problemas de saúde que sempre existiram, mas que só agora, quando se acena com a volta do tal CPMF, aflora com toda intensidade. Faz sentido? O que o leitor acha? Participe, comente, dê a sua opinião.

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