SAÚDE NA UTI ESQUELETOSO Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) realiza na noite de terça-feira (12/07) uma reunião emergencial para debater o aumento dos casos de violência registrados nos hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). O encontro busca apontar saídas para o problema e formalizar mais um pedido para ampliação da segurança nas unidades de saúde.

De acordo com o presidente do Sindmed-AC, Ribamar Costa, por falta de guardas armados, os servidores e os pacientes estão expostos a violência, como o assalto ocorrido dentro da Maternidade Barbara Heliodora, o assassinato de uma trabalhadora na entrada do hospital de Sena Madeireira e outros furtos e agressões.

“A equipe médica precisa atuar com tranquilidade, mas, atualmente, os trabalhadores sofrem com assaltos, furtos, ameaças e agressões dentro da própria unidade de saúde, que deveria ser um ambiente calmo para a pronta recuperação dos pacientes”, defendeu o sindicalista.

Em agosto de 2015, homens armados entraram no Hospital das Clínicas para roubar o caixa eletrônico do local. No dia seguinte, profissionais da saúde, de segurança e pacientes se reuniram em um protesto, chegando a fechar a rodovia para chamar a atenção da população.

“Desde 2013, o Sindicato debate a falta de segurança nos hospitais, mas até o momento o governo ignora a necessidade de implementação de mais guardas para evitar novos atos que possam resultar em assassinatos”, finalizou Ribamar Costa.

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