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Sesacre informa que foram registrados 135 novos casos de coronavírus nesta segunda, 16

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), informa que foram registrados 135 novos casos de coronavírus nesta segunda, 16 de janeiro. O número de infectados notificados é de 160.015 em todo o estado.

Até o momento, o Acre registra 368.303 notificações de contaminação pela doença, sendo que 208.271 casos foram descartados e 17 exames de RT-PCR aguardam análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen). Pelo menos 154.825 pessoas já receberam alta médica da doença.

Os dados da vacinação contra a covid-19 no Acre podem ser acessados no Painel de Monitoramento da Vacinação, disponível no endereço eletrônico: http://covid19.ac.gov.br/vacina/inicio. As informações são atualizadas na plataforma do Ministério da Saúde (MS) e estão sujeitas a alterações constantes, em razão das informações inseridas a partir de cada município.

Nenhum óbito foi notificado nesta segunda, 16, fazendo com que o número oficial de mortes por covid-19 permaneça em 2.041 em todo o estado.

Sobre os casos de covid-19 no estado, acesse:
BOLETIM_AC_COVID_16_01__2023 (1) (1) (1)

Sobre a ocupação de leitos no estado, acesse:
http://covid19.ac.gov.br/monitoramento/leitos

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Municípios do Acre irão receber R$ 2,3 milhões do Ministério do Desenvolvimento Social para executar ações de acolhimento emergencial

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Com objetivo de expor a situação das enchentes no Acre e buscar medidas emergenciais para atendimento das famílias no período de cheia e pós-cheia, a Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH) recebeu nesta segunda-feira, 4, em Rio Branco, o diretor de Proteção Social Especial do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), Regis Spindola, que chegou ao estado com os ministros Waldez Góes e Marina Silva.

Em decorrência da segunda maior enchente no Acre, representantes ministeriais visitaram o estado. Foto: Jonas Chaves/SEASDH

Além disso, foi autorizada a utilização dos recursos mensais dos municípios, que somam mais de R$500 mil, para utilização no acolhimento emergencial.

O representante destacou também que o MDS irá unificar e efetuar os pagamentos do programa Bolsa Família. “Todas as famílias dos municípios que fizerem um requerimento receberão, no dia 15 de março, a parcela do programa”, explicou.

No decorrer do dia, os representantes estaduais e federais passaram pelos bairros da capital próximos ao Rio Acre, observando os principais locais afetados pelas águas, bem como a situação das casas e das famílias.

R$ 2,3 milhões serão disponibilizados aos municípios. Foto: Jonas Chaves/SEASDH

A titular da SEASDH, Maria Zilmar da Rocha, destaca que a pasta está atendendo às demandas enviadas pelos municípios, e estão sendo disponibilizados alimentos, água potável, kits de higiene e de limpeza, entre outros itens.

“O Estado tem feito um trabalho incansável, juntando esforços para que a gente possa, da melhor forma possível, ajudar aqueles municípios, aquelas famílias afetadas e as pessoas que estão em vulnerabilidade”, ressaltou.

Secretária e diretores da SEASDH acompanham diretor do MDS em visita aos bairros alagados. Foto: Jonas Chaves/SEASDH

Visita

Durante visita à sede da SEASDH, Regis Spindola pôde conhecer a estrutura da secretaria, além dos avanços nos planos e programas desenvolvidos no Acre. Também foram discutidas medidas para evitar as enchentes e o planejamento de arranjos emergenciais para atendimento das famílias na alagação.

Secretária destaca que Assistência Social está dando todo suporte aos municípios. Foto: Jonas Chaves/SEASDH

O diretor do MDS conheceu também as instalações da Casa Abrigo Mãe da Mata, entidade da rede socioassistencial pública e privada, bem como seus atendimentos e público beneficiado. A instituição busca garantir a proteção integral de indivíduos ou famílias.

Gestor federal conheceu instalações da secretaria, servidores e programas desenvolvidos. Foto: Jonas Chaves/SEASDH

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Ajuda Federal: Ministros de Lula visitam Brasiléia e anunciam ajuda à população afetada pela alagação no Acre

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O município de Brasiléia recebeu a visita da comitiva do governo federal, composta pelos Ministros da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e da Ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva.

Os ministros vieram acompanhados do governador do estado do Acre – Gladson Cameli, bancada de senadores, Alan Rick, Sérgio Petecão, deputados Estaduais Tadeu Hassem e Luiz Gonzaga, deputada Federal Antônia Lúcia, além de autoridades civis e militares.

Os representantes do governo federal vieram prestar assistência e anunciar medidas de apoio à população afetada pela enchente do rio Acre, que desabrigou milhares de famílias no município.

O ministro Waldez Góes, destacou o apoio do presidente Lula e a importância da atuação conjunta para minimizar os impactos da enchente em Brasiléia. “Quero mais uma vez expressar nossa solidariedade em nome do presidente Lula. A atuação conjunta é uma recomendação do presidente Lula para diminuir o sofrimento das pessoas. Quero dizer que não faltará o apoio do presidente Lula, que fará o que for necessário para minimizar esses impactos na vida das pessoas atingidas“, destacou o ministro da Defesa.

A ministra Marina Silva expressou solidariedade à população de Brasiléia e destacou que ações estruturantes, como o decreto permanente de emergência climática, estão sendo trabalhadas para enfrentamento desse problema.

“Quero aqui manifestar a minha solidariedade e do presidente Lula com a população de Brasiléia, particularmente com a prefeita Fernanda. Não é fácil uma mulher enfrentar uma crise como essa. Esse é um problema grave que, infelizmente, vem se agravando, e estamos trabalhando em planos estruturantes para que todos os municípios vulneráveis possam ter intervenções continuadas para enfrentar o problema, no sentido de decretar emergência climática permanente nos municípios sujeitos a eventos extremos”, destacou a ministra Marina Silva.

Em Brasiléia, a prefeita Fernanda recebeu as autoridades e percorreram os locais mais afetados na cidade, incluindo o centro, bairro Leonardo Barbosa e Parque Centenário, que sofreram danos significativos, relatou às autoridades federais e estaduais que, pela primeira vez em cem anos de história, a alagação atingiu a zona rural, e os produtores perderam tudo o que tinham. A parte baixa da cidade ficou destruída. “É muito importante a vinda dos ministros, do governador e da bancada federal. A vinda dos ministros representa a presença do nosso presidente Lula. Essa união tripartite é fundamental. Todos viram o estado de calamidade em que Brasiléia se encontra, pessoas perderam casas e sonhos. Não conseguimos mensurar a quantidade de pessoas que perderam suas casas”, pontuou a prefeita.

Também estiveram presentes, os prefeitos dos municípios do Alto Acre, e de Plácido de Castro, atingidos pela enchente.

Brasiléia enfrenta uma situação de calamidade, após ser atingida por mais uma alagação de proporção histórica. Ruas, casas, praças e escolas foram destruídas pelas águas, e pontes na zona rural desabaram, deixando um rastro de destruição que abalou a comunidade local.

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Rio Acre sobe dez centímetros nas últimas horas e registra segunda maior enchente na capital

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O Rio Acre na capital chegou a 17,75 m na medição das 6h desta segunda-feira, 4, registrando assim a segunda maior enchente na capital, ao superar a marca de 17,72 m, de 3 de abril do ano passado. Na noite de domingo, 3, o rio já havia ultrapassado a terceira maior cheia, ao chegar a 17,68 m. Já na segunda medição desta segunda-feira, às 9h, o rio continuou a subir, alcançando o nível de 17,78 m, um acréscimo de dez centímetro em relação à noite de domingo.

Desde a quinta-feira, 29, o rio se mantém acima dos 17 m na capital. A maior cota registrada foi de 18,40 m, em 4 de março de 2015, data da cheia histórica, quando mais de cem mil pessoas foram atingidas.

Rio Acre registra segunda maior enchente na capital. Foto: Pedro Devani/Secom

O governador Gladson Cameli declarou situação de emergência em mais duas cidades do Acre, devido à cheia dos rios no estado. Agora, o decreto nº 11.421abrange Manoel Urbano e Rodrigues Alves. Há uma semana, a emergência foi decretada em 17 cidades, e agora esse número sobe para 19 das 22 cidades acreanas.

Há reconhecimento do governo federal em 17 cidades

A Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil, com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente, vem fazendo esse monitoramento em todos os rios acreanos: Juruá, Envira, Tarauacá, Iaco, Purus e Bacia do Acre. Na cabeceiras desses rios, todos apresentam vazantes, segundo o coordenador da Defesa Civil Estadual, coronel Carlos Batista.

“Em Marechal Thaumaturgo, o nível do rio já baixou alguns centímetros, mas em Porto Walter, Rodrigues Alves e Cruzeiro do Sul continuam em elevação. Na Bacia do Juruá, o Rio Moa continua subindo e joga muita água, principalmente para Cruzeiro do Sul. Estamos fazendo todo esse acompanhamento, com o Sistema Estadual de Proteção e Defesa Civil, que são todas as secretarias, no sentido de apoiar, reforçando ações junto às prefeituras e suas coordenadorias municipais de Defesa Civil”, diz.

Na Bacia do Acre, o rio já deu sinal de vazante em Assis Brasil, Brasileia, Epitaciolândia e Xapuri, e já está voltando à calha normal.

“Continuamos acompanhando, a previsão é de mais chuva nos próximos dias, mas esperamos que o rio se estabilize e comece a dar sinais de vazante ainda nesta segunda-feira, 4. Mas são apenas previsões. A estrutura da Defesa Civil Estadual está de prontidão total, dando assistência, como foi feito nos 19 municípios em decretação na situação de emergência, e estamos agora com todo nosso poder operacional, principalmente de ação de assistência e resposta nesses municípios em que o rio continua subindo, como é o caso da nossa capital”, enfatiza.

Confira as máximas do Rio Acre na capital

1º) 18,40 m – 4 de março de 2015

2º) 17,72 m – 3 de abril de 2023

3º) 17,66 m – 14 de março de 1997

4º) 17,60 m – 25 de fevereiro de 2012

5º) 17,11 m – 17 de fevereiro de 1988

6º) 17,01 m – 12 de março de 2014

7º) 16,90 m – 26 de dezembro de 1978

8º) 16,86 m – 4 de abril de 1974

9º) 16,72 m – 21 de fevereiro de 2006

10º) 16,37 m – 29 de março de 1979

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