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Cotidiano

Secretário pede respeito para evitar aglomerações e cita guerra de “gato e rato” pelas medidas de isolamento

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“O estado está sufocado, com diversas frentes extraordinárias de ação, e boa parte de sua capacidade de respostas está estrangulada”.

Ele diz que é fundamental “fazer surgir no seio da população o senso de coletividade, ou seja, que vivemos em sociedade e o comportamento inadequado de qualquer um gera danos ao coletivo”

A Tribuna

O Secretário de Justiça e Segurança Pública, coronel Paulo Cézar Santos, publicou desabafo em suas redes contra as aglomerações que continuam a acontecer em todo o estado, mesmo com decreto de emergência e a proibição em vigor, além e dizer que só o fechamento do comércio não vai mitigar a contaminação. Para Paulo Cézar, “percebo que o Estado está só nesta guerra e regras que limitem apenas o funcionamento regular de empresas e/ou estabelecimentos comerciais não mitigarão o índice de contaminação”.

Em termos fortes, o secretário classificou a situação como uma guerra de “gato e rato” na fiscalização feita pelas forças de segurança do Estado durante a bandeira vermelha e disse que o maior desafio é provocar empatia nas pessoas. Ele diz que é fundamental “fazer surgir no seio da população o senso de coletividade, ou seja, que vivemos em sociedade e o comportamento inadequado de qualquer um gera danos ao coletivo”

Ressalta que esse tipo de fiscalização já é uma atividade extraordinária, que não faz parte da ação cotidiana do policial. E é feita no sentido de auxiliar os que na verdade, têm o poder de polícia e de fiscalização dos estabelecimentos”.

O coronel ressalta que, embora parte da sociedade estar cumprindo as medidas de distanciamento e os protocolos sanitários, outra parcela da população ignora as orientações. Diz que “o Estado está sufocado, com diversas frentes extraordinárias de ação, e boa parte de sua capacidade de respostas está estrangulada”.

Ele ainda registra que, nos eventos de aglomeração registrados na Gameleira nos últimos dias, o coronel revela que os cidadãos driblam os bloqueios. “O local foi fechado pela RBTrans e pelo Batalhão de Trânsito, mas as pessoas deixavam os carros até no Bairro XV, depois voltavam a pé e ocupavam o passeio público”.

Eis a íntegra do desabafo do secretário de Segurança Paulo Cezar dos Santos:

“Percebo que o Estado está só nesta guerra e regras que limitem apenas o funcionamento regular de empresas e/ou estabelecimentos comerciais não mitigarão o índice de contaminação. Temos que fazer surgir no seio da população o senso de coletividade, ou seja, que vivemos em sociedade e o comportamento inadequado de qualquer um gera danos ao coletivo. Acredito que esse é o maior desafio nesse momento, pois a fiscalização tem sido uma guerra de gato e rato, bem como a observância de parcela significativa da sociedade sem máscara ou qualquer outro cuidado sanitário tem sido regra. Existem diversos esforços concomitante à fiscalização, que já é uma atividade extraordinária, pois não faz parte da ação cotidiana do policial. A fiscalização das forças de segurança é no sentido de auxiliar aqueles que na verdade têm o poder de polícia e de fiscalização dos estabelecimentos. Não percebo a sociedade preocupada, ou parcela dela, pois não podemos generalizar e culpar a todos. O Estado está sufocado, com diversas frentes extraordinárias de ação, e boa parte de sua capacidade de respostas está estrangulada. Para você ter uma ideia, o Calçadão da Gameleira foi fechado pela RBTrans e pelo Batalhão de Trânsito, mas as pessoas deixavam os carros até no Bairro XV, depois voltavam a pé e ocupavam o passeio público”.

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Fluminense derrota a LDU e conquista a Recopa Sul-Americana

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Artilheiro Cano teve boas chances no primeiro tempo, mas não conseguiu abrir o placar – Foto: LUCAS MERÇON/FLUMINENSE FC

John Arias faz os dois gols que o Fluminense precisava para reverter a vantagem equatoriana e dá o título ao Tricolor

Por Jogada 10

Acabou o tabu! Na noite desta quinta-feira (29), o Fluminense derrotou a LDU por 2 a 0, no Maracanã, e conquistou a Recopa Sul-Americana. O herói da noite foi o atacante John Arias, que marcou os dois gols – um deles quando o Fluminense estava com 10 jogadores em campo – que o time precisava para reverter a vantagem dos equatorianos, que venceram o jogo de ida por 1 a 0.

Com o resultado, o Fluminense saboreia uma vingança contra o adversário. Em 2008 e em 2009 a LDU vencera do Tricolor as finais da Libertadores e da Copa Sul-Americana, respectivamente.

Fluminense cria pouco no primeiro tempo

Mesmo com o característico domínio territorial, o Fluminense não fez um primeiro tempo de grande inspiração. Rondou muito a área da LDU, mas, de fato, teve poucas oportunidades de sair na frente. Na primeira um pouco mais aguda, aos 10 minutos, Martinelli chutou em cima do goleiro após pegar sobra na área. Quatro minutos depois, Keno bateu cruzado e a bola tinha endereço certo, contudo, bateu em Árias, impedido na pequena área.

Acuada, a LDU ameaçou aos 17 minutos, quando Quiñonez bateu na barreira, pegou o rebote e a bola desviou na defesa, saindo para escanteio.

O domínio tricolor seguiu sem grande intensidade, mas rendeu oportunidades mais claras na parte final da etapa. Desse modo, Ganso cabeceou para fora após cruzamento de Árias aos 29. No minuto seguinte, afinal, uma grande oportunidade com Cano que, mesmo sem ângulo, bateu forte pelo lado esquerdo da área e obrigou Domínguez a rebater no susto.

Mas Cano teria outra chance, essa sim, claríssima, aos 39. E aí, desta vez, o artilheiro argentino decepcionou. Samuel Xavier cruzou e o atacante, livre na área, dominou e arrematou mascado, sem perigo para o goleiro equatoriano.

Nos últimos momentos da primeira etapa, jogadores e comissão técnica do Fluminense ficaram inconformados com os dois minutos de acréscimos concedidos pela arbitragem. O técnico Fernando Diniz invadiu o campo, discutiu com a arbitragem e com a comissão técnica adversária.

Segundo tempo histórico

A segunda etapa começou com um lance de perigo de cada lado. Pelo Flu, Martinelli lançou Kano e Domínguez se antecipou. Em seguida, Piovi ganhou dividida e avançou driblando Ganso e Thiago Santos. No momento da conclusão, entretanto, se desequilibrou e Fábio saiu para fazer a defesa.

A diferença de intensidade do Flu, contudo, tinha nome e sobrenome: John Kennedy. O atacante substituiu Felipe Melo e incomodou três vezes nos dez primeiros minutos. Aos 6, cabeceou para fora após cruzamento de Samuel Xavier. No minuto seguinte mandou uma bomba, que resvalou a rede pelo lado de fora. Com 10 minutos do segundo tempo, por fim, o jovem atacante deu nova cabeçada para fora.

Com 20 minutos da segunda etapa, o técnico Fernando Diniz colocou Marcelo, Renato Augusto e Douglas Costa em campo. Um minuto depois, após jogada de Douglas, Renato Augusto, na área, bateu com perigo sobre o gol equatoriano. Estes, por sinal, paravam o jogo tanto quanto conseguiam. Assim, a cera irritava cada vez mais o time do Fluminense.

Aos 29 minutos, Renato Augusto entrou driblando da esquerda e, da linha de fundo, cruzou forte para a área. A bola rebateu em Quintero e voltou nas mãos de Domínguez. A pressão, afinal, surtiu efeito aos 30. Samuel Xavier cruzou da direita e Árias acertou uma bela cabeçada: Fluminense 1 a 0.

A pressão tricolor aumentou, mas sofreu um baque logo em seguida. Aos 33 minutos, John Kennedy pisou em Zambrano em disputa de bola e foi expulso. Apesar da perda e de ter um homem a menos, o Fluminense voltou a pressionar.

O alívio veio aos 44. Após Renato Augusto sofrer pênalti, John Arias cobrou sem chances a Dominguez e fez o gol do título.

FLUMINENSE 2 X 0 LDU
Jogo de volta da final da Recopa Sul-Americana

Data: 29/02/2024, às 21h30 (de Brasília)
Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Renda: R$ 5.897,327,50
Público: 61.217 presentes
FLUMINENSE: Fábio; Samuel Xavier (Guga, 39’/2°T), Thiago Santos, Felipe Melo (John Kennedy) e Diogo Barbosa (Marcelo, 20’/2°T); André, Martinelli e Ganso (Renato Augusto, 20’/2°T); Jhon Arias, Keno (Douglas Costa, 20’/2°T) e Germán Cano. Técnico: Fernando Diniz.
LDU: Alexander Domínguez; José Quintero, Ricardo Adé, Richard Mina, Leonel Quiñónez; Sebastián González (Alzulgaray, 36’/2°T), Óscar Zambrano (Estrada, 48’/ 2°T) e Piovi; Jefferson Valverde (Villamil, 48’/ 2°T), Luis Estupiñán (Jhojan Julio, 25’/2°T) e Jan Hurtado (Alex Arce, 25’/2°T). Técnico: Josep Alcácer
Gols: John Arias (30’/2°T e e 44’/2°T)
Árbitro: Facundo Tello (ARG)
Auxiliares: Ezequiel Brailovsky (ARG) e Gabriel Chade (ARG)
VAR: Mauro Vigiliano (ARG)
Cartões Amarelos: Quitero, Jhojan Julio (LDU); Thiago Santos (FLU)
Cartões Vermelhos: John Kennedy (33’/2°T); Samuel Xavier (no banco, 45’°T); Diogo Barbosa (no banco, 48’°2°T)

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Galvez vence o Real e garante classificação na Copa do Brasil

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Fotos: Jhon Lennon

Galvez derrotou o Real, de Roraima, por 2 a 0 na tarde desta quinta, 29, no Florestão, e garantiu uma vaga na segunda fase da Copa do Brasil Sub-17. Marcos e Ronan fizeram os gols da classificação do Imperador.

Jogo de superação

Os garotos do Galvez realizaram um jogo de superação desde o início. Marcos abriu o placar aos 7 minutos do primeiro tempo e Ronan, aos 23 do segundo, marcou o segundo.

“Foi uma grande vitória e conquistamos o nosso objetivo. Trabalhamos forte para garantir essa vaga”, afirmou o atacante Marcos.

Fotos: Jhon Lennon

Fala, Ico!

“Acredito na força do trabalho. A nossa diretoria, comissão técnica e atletas se uniram em busca dessa classificação e felizmente conseguimos. Vamos seguir o trabalho e tentar ir mais longe na competição”, afirmou o técnico do Galvez, Ico.

Amazonas na próxima fase

O Galvez terá o Amazonas como adversário da segunda fase da Copa do Brasil. O primeiro jogo vai ser disputado na quarta, dia 6, em Manaus e a partida de volta será dia 13, no Florestão.

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Wendell Barbosa define competições da temporada de 2024

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Wendell quer disputar o Campeonato Mundial em Abu Dhabi

Sem lutar um torneio há sete meses, o paratleta Wendell Barbosa (Óticas Novo Estilo), um dos melhores do Brasil, definiu os torneios da temporada de 2024.

“Vou disputar três competições. Começo no Rio Open em março e depois irei lutar o Europeu, em Londres, e fecharei o ano no Mundial, em Abu Dhabi. As competições foram definidas pela relevância e também pelos locais. São torneios onde fui campeão e quero voltar”, comentou o paratleta.

Início da preparação

Mesmo sem disputar torneios oficiais, Wendell Barbosa não parou os treinamentos. Contudo, o foco passa a ser mais específico com a confirmação do Rio Open.

“Vou para o Rio de Janeiro uma semana antes da competição para finalizar minha preparação. Estou bastante motivado”, afirmou Wendell.

Começa a avaliar

Wendell Barbosa começa a avaliar a possibilidade de deixar as competições oficiais ao fim da temporada 24.

“Tenho a minha empresa e isso pesa bastante. Outro ponto importante é a falta de apoio para o esporte acreano. Não temos políticas definidas no município e no Estado e isso dificulta ainda mãos”, explicou Wendell Barbosa.

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