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Saúde recomenda urgência na imunização das crianças acreanas contra a covid-19

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Desde o início da pandemia, ao menos 2.500 crianças de 0 a 19 anos tiveram covid-19 no Brasil. Dessas, 300, entre 5 e 11 anos, morreram em decorrência da doença. E pelo menos 1.400 foram diagnosticadas com a síndrome inflamatória multissistêmica associada ao novo coronavírus. Atualmente, é o público infantil que corre mais risco diante de novas variantes altamente transmissíveis, como a ômicron, por não estarem protegidas, segundo dados do Ministério da Saúde.

Diante do novo aumento de casos em vários estados brasileiros, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Saúde (Sesacre), recomenda aos pais e responsáveis que crianças a partir de 6 meses sejam vacinadas contra o coronavírus, uma vez que o índice de imunização infantil está baixo no estado.

Vacinação de bebês contra a covid-19, com a Pfizer Baby. Foto: Agência Brasil

De acordo com o médico da família Oswaldo Leal, a vacinação sempre foi uma fortaleza do sistema de saúde brasileiro, mesmo antes do SUS. Historicamente, durante décadas foram registradas excelentes coberturas vacinais, protegendo a população de dezenas de doenças infecciosas e potencialmente letais.

“A disseminação de notícias falsas sobre a vacina contra a covid gerou um ambiente de desconfiança na população, com impacto também na queda da cobertura de outras vacinas. O que está acontecendo é muito grave e podemos ter muito em breve o retorno de doenças que já não víamos há muito tempo”, adverte.

Nas últimas semanas, houve um leve aumento nos casos positivos da doença. Apesar disso, o Estado do Acre ainda se encontra no nível baixo da Classificação de Risco. “Mesmo assim é de extrema importância que as crianças sejam imunizadas, pois apesar de a nova variante do vírus não ter sido detectada, procurará aqueles que ainda não estão protegidos. Por isso as crianças não imunizadas podem virar um alvo em potencial do vírus”, salienta Oswaldo Leal.

Médico da família Oswaldo Leal. Foto: cedida

O médico ressalta que as reações adversas graves são extremamente raras em crianças e podem ser revertidas. As reações leves incluem dor no local de realização da vacina e febre baixa, com duração de um a dois dias, semelhante às demais vacinas feitas no público de 6 meses a 2 anos.

“Na presença de reações atribuídas à vacina, os pais devem procurar a unidade em que a criança foi vacinada ou, na impossibilidade, uma unidade de saúde próxima de onde mora para atendimento médico. Esses casos são notificados e investigados. A família recebe retorno da investigação, que é realizada pelo Crie [Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais]”, esclarece.

Vacina Pfizer Baby, para crianças de 6 meses a 2 anos. Foto: Agência Brasil

A vacinação  contra o novo coronavírus é segura e eficaz e constitui a melhor forma de proteção de crianças de uma forma geral. “Não há motivos para desconfiar das vacinas. Apelo para que pais ou responsáveis levem seus filhos para vacinação. Esse é um ato de amor e de cuidado”, certifica Leal.

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MPAC recebe vereadora vítima de agressões verbais durante sessão da Câmara de Bujari

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Na segunda-feira, 30, o procurador-geral de Justiça, Danilo Lovisaro do Nascimento, recebeu a vereadora do município do Bujari, Eliane Abreu, vítima de agressão verbal durante uma sessão da Câmara Municipal, ocorrida na última sexta-feira, 27. Eliane veio acompanhada de sua filha Bruna Souza e da presidente do Conselho Estadual das Mulheres, Geovana Castelo Branco.

A parlamentar relatou que durante a discussão de um projeto de lei em que se posicionou contrária ao governo municipal, o vereador Gilvan de Souza proferiu agressões verbais e fez ameaças de agressão física a sua pessoa.

Após ouvir o relato da vereadora, o procurador-geral manifestou solidariedade e colocou o Centro de Atendimento a Vítima (CAV), órgão auxiliar do MPAC que acolhe prioritariamente vítimas de violência de gênero, à disposição.

O chefe do MP acreano ressaltou, ainda, o posicionamento da instituição em repudiar qualquer tipo de violência contra mulheres.

“A orientação do Ministério Público é muito clara com relação à proteção dos direitos de qualquer cidadão, sobretudo, das mulheres. Sabemos que ainda há muito o que avançar na nossa sociedade em relação ao combate à violência de gênero, já que existe um histórico de discriminação ainda latente em nossa sociedade e precisamos corrigir isso. Nos solidarizamos com a vereadora e reafirmamos o nosso compromisso institucional de acompanhar o caso e velar pela rápida e correta apuração dos fatos.”, disse.

Eliane Abreu ressaltou que não foi a primeira vez que sofreu agressões de colegas homens no plenário e que a situação reflete os desafios que as mulheres enfrentam no dia-a-dia da política. A vereadora também agradeceu o apoio que tem recebido das instituições e colegas.

“Agradeço ao Ministério Público por ter me recebido. Tenho tido muito apoio das instituições e, principalmente, de colegas parlamentares. A gente tem levantado essa pauta para nos fortalecer e para que outras mulheres não passem por isso”, afirmou.

Hudson Menezes – Agência de Notícias do MPAC

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Tchê é exonerado da Produção para que possa ser empossado como deputado estadual

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O governador Gladson Cameli publicou na edição desta terça-feira, 31, a exoneração do Secretário de Produção e Agronegócio (Seprod), Luis Tchê.

A saída do deputado pedetista é provisória e só deve durar, no máximo, dois dias. A exoneração, a pedido do próprio Tchê, tem como justificativa a posse para mais um mandato de deputado estadual, que ocorre nesta quarta-feira, dia 1º de fevereiro. Tchê foi reeleito na eleição de outubro do ano passado para com 7.390 votos.

O parlamentar toma posse, participa da eleição da mesa diretora que ocorre no mesmo dia, e deve pedir afastamento do mandato no dia seguinte e retornar ao comando da produção acreana. Sua vaga, enquanto estiver como secretário de estado, vai ser ocupada pelo seu suplente, Marcus Cavalcante, também do PDT.

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Governo do Estado alinha estratégias para potencializar ações

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Em reunião virtual, eles também debateram o reforço no relacionamento com a bancada federal

Em reunião virtual, nesta segunda-feira, 30, diversos secretários de Estado debateram o alinhamento de  estratégias de governo, além do reforço no relacionamento com a bancada de parlamentares federais do estado. O objetivo é potencializar a ação do governamental.

Da esquerda para a direita, chefe da Repac, Ricardo França, e secretário da Casa Civil, Jonathan Donadoni. Foto: Dilma Tavares/Ascom Repac

Participaram do encontro o chefe da Representação do Governo do Acre em Brasília (Repac), Ricardo França; o chefe da Casa Civil, Jonathan Donadoni; os secretários de Governo, Alysson Bestene; de Fazenda, Rômulo Grandidier; de Planejamento, Ricardo Brandão; e de Administração, Paulo Roberto Correia; além do procurador-geral do Estado, Marcos Antônio Santiago Motta.

O chefe da Repac, Ricardo França, destacou a importância da reunião explicando que “quanto mais o governo conversa e alinha decisões, mais acerta nas ações e quem ganha é a população, que, ao final, é para quem trabalhamos”.

Ele também definiu como fundamental a parceria com a bancada parlamentar do estado, “na busca do objetivo comum, que é garantir melhorias para o nosso Acre”.

“A união da equipe e o alinhamento das estratégias do governo é determinação do governador Gladson Cameli, para potencializar a ação governamental e fazer com que os avanços e melhorias planejadas cheguem efetivamente para a população”, reforçou o chefe da Casa Civil, Jonathan Donadoni. Ele está tratando de assuntos do governo em Brasília e, nesta segunda, se encontrou com o chefe da Repac.

Também participaram do encontro outros integrantes das secretarias como o secretários adjuntos da Segov, Luiz Calixto; da Fazenda, José Amarísio Freitas; e de Administração, Guilherme Duarte.

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