Militar alerta sobre ataque de facções a operadores da segurança pública do Acre

Criminosos invadem casa do presidente da associação dos militares do Acre e fazem família refém

 

Com jornais de Rio Branco

O presidente da Associação dos Militares do Acre (AME/AC), sargento Kalyl Moraes, foi vitima de assalto e feito refém durante algumas horas, na manhã do último dia 13.

Os assaltantes tomaram primeiramente a esposa do militar como refém quando esta saía para o trabalho. Duas armas foram apontada para a cabeça da mulher e, após, seguiram para o interior da casa onde se encontravam Moraes e os filhos. O sargento foi amarrado e a todo momento recebia ameaça de morte na frente dos filhos e esposa.

De acordo com o militar, existe orientação das facções do estado para atacar operadores de segurança pública em busca de arma e para a população o objetivo é obter pertences para que possam ser vendidos com facilidade no mercado negro e financiar outras atividades criminosas.

O presidente da associação dos militares viveu momentos de terror e foi colocado de joelhos na frente da família e sofreu muitas ameaças de morte enquanto os criminosos apontavam armas para sua cabeça.

Após roubaram os objetos da residência, os bandidos levaram também a arma do militar. De acordo com um militar que atendeu a ocorrência, os agentes de segurança do estado estão em alerta, pois há a suspeita de que lideranças de uma facção estão mandando bandidos invadirem as residências de militares para roubarem armas, que é no alvo principal das facções.

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Devido as várias apreensões de drogas, recuperação dos veículos roubados e as constantes bocas de fumos “estouradas”, algumas organizações criminosas acabaram se enfraquecendo. Com essas invasões, os meliantes ganhariam as armas dos policiais.

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Na Baixada da Sobral, está acontecendo diligências em locais e casas de faccionados para tentarem recuperar a arma e os objetos roubados.

O caso ocorrido na casa do sargento Moraes foi registrado na Delegacia de Flagrantes e agora passa a ser investigado pela Polícia Civil do Acre e o serviço de inteligência da Polícia Militar.

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