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Sargento da PM é atropelado após atravessar trecho da Br-317 em Senador Guiomard

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Adailson da Silva Muniz, de 34 anos, atravessava trecho da BR-317, em Senador Guiomard, quando foi atropelado nesta quinta-feira (6). Policial foi encaminhado ao setor de trauma do pronto-socorro da capital.

Policial foi atropelado ao atravessar rodovia no Acre  Foto: Arquivo pessoal

O sargento da Polícia Militar do Acre (PM-AC), Adailson da Silva Muniz, de 34 anos, foi atropelado ao atravessar a rodovia BR-317, próximo ao município de Senador Guiomard, distante 32 km de Rio Branco, enquanto praticava corrida em seu horário de folga. O acidente aconteceu na tarde de ontem, quinta-feira (6), por volta das 19h.

De acordo com a ocorrência registrada no 4º Batalhão da PM do município, um veículo que transitava sentido Senador Guiomard-Rio Branco atingiu em cheio o homem, que foi arremessado por cerca de 10 metros.

Ainda conforme o registro, a vítima de atropelamento ficou desacordada e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado. Enquanto a ambulância chegava ao local, os policiais isolaram o local do acidente e comunicaram a Polícia Rodoviária Federal (PRF-AC). Por se tratar de rodovia, quem realiza os procedimentos necessários é o órgão.

A coordenadora estadual do Samu, Necila Fernandes, explica que foi recebido o chamado e foi encaminhada a viatura 15 de Senador Guiomard, que estava mais próxima do acidente para dar os primeiros socorros.

A ambulância de suporte avançado 02 foi acionada e fez a interceptação do paciente, que foi encaminhado ao setor de trauma do Pronto-socorro de Rio Branco. Fernandes ainda diz que o paciente estava com escoriações na cabeça, contusão no tórax e possível trauma na mandíbula.

A reportagem entrou em contato com a direção do PS e ainda não obteve retorno.

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Foragido da Justiça condenado por roubo de caminhonete é capturado em ação conjunta das Polícias Civis do Acre e Rondônia

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A Polícia Civil do Estado do Acre, através das ações coordenadas da Delegacia Especializada em Combate a Roubos e Extorsões (DCORE), em colaboração com a Delegacia Especializada em Repressão a Crimes Contra a Vida (DERCC) de Porto Velho (PCRO), obteve êxito na captura do foragido I. P. de F., de 27 anos, condenado por roubo de caminhonete.

A prisão ocorreu na manhã da última quinta-feira, 20. I. P. de F. era procurado pela justiça do Acre, tendo sido condenado a mais de oito anos de reclusão pelo crime de roubo. As investigações conduzidas pela Delegacia de Roubos e Extorsões de Rio Branco identificaram I. P. de F. como um dos autores do crime de roubo de caminhonete. A investigação deu subsídio para o Ministério Público denunciar o indiciado, resultando na sua condenação pela prática do roubo.

Após a expedição do mandado de prisão, os investigadores da DCORE identificaram que o condenado estava escondido na cidade de Porto Velho, Rondônia. Com essa informação, foi solicitada a colaboração da DERCC de Porto Velho, resultando em uma operação conjunta entre as polícias civis de Rio Branco e Porto Velho.

Recebendo informações de que o condenado estaria escondido na zona Leste de Porto Velho, a equipe da DERCC iniciou uma operação minuciosa. Os policiais montaram um cerco estratégico na área, garantindo que o suspeito não tivesse meios de fuga.

A operação culminou na prisão de I. P. de F. sem incidentes, sendo ele prontamente encaminhado à delegacia local para os procedimentos cabíveis. A ação foi resultado de uma eficiente cooperação entre as delegacias dos estados do Acre e Rondônia, exemplificando a importância da comunicação e colaboração entre as forças policiais na luta contra o crime organizado.

O Delegado da DCORE, Geremias Ferreira de Oliveira, ressaltou a importância do trabalho integrado. “Essa operação demonstra a capacidade das nossas forças policiais em trabalhar de forma conjunta e eficaz. A captura do condenado é um marco no combate ao crime contra o patrimônio, fortalecendo a segurança pública em nossa região”, disse.

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Prevendo estiagem severa este ano, Defesa Civil antecipa planos emergenciais de prevenção e mitigação da seca

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O monitoramento dos eventos extremos no Acre é feito constantemente e as autoridades se preparam para enfrentar, segundo as previsões, uma das piores e mais severas estiagens dos últimos anos. Com emergência ambiental já decretada nos 22 municípios, órgãos de comando e controle colocam em prática ações para mitigação dos efeitos climáticos.

Diariamente, o Centro Integrado de Geoprocessamento e Monitoramento Ambiental (Cigma) divulga boletins com dados importantes que acompanham a situação das bacias dos rios, poluição do ar e queimadas.

O coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Carlos Batista, destaca que o plano de contingência para a estiagem está pronto, estando anexos, ainda, os planos das 22 cidades.

“Logo após as inundações, já começamos os trabalhos pensando em um período de estiagem mais severo, tendo em vista que a cota do Rio Acre na capital no fim de março foi a menor de toda nossa série histórica de 53 anos, então o Estado já começou a se preocupar em relação à possibilidade de uma estiagem mais severa”, relata.

Esforços estão concentrados em prevenção e combate aos efeitos da seca. Foto: Zenon Lopes/Saneacre

Foram feitas reuniões com todas as instituições de governo responsáveis pela parte de prevenção e mitigação, também de educação ambiental e de comando e controle. “Em cima daquilo que cada instituição já vinha fazendo, foi montada uma estrutura maior, envolvendo todas as instituições, não somente do Estado, mas nos três níveis de governo, fortalecendo as ações de resposta nas áreas de abastecimento de água, fiscalização e combate aos incêndios florestais e na área das doenças respiratórias”, explica.

Na agricultura e outros setores, Batista afirma que houve capacitação não só de agentes públicos, mas também da comunidade. “Já focando nos impactos na agricultura, na pecuária e na piscicultura, já fizemos as primeiras reuniões voltadas para as comunidades tradicionais, principalmente para as comunidades indígenas, no sentido de buscar soluções preocupadas principalmente com a segurança alimentar dessas comunidades. Então, foram feitas várias reuniões envolvendo a Funai [Fundação Nacional dos Povos Indígenas], o Distrito de Saúde Indígena e também o Ministério Público Federal e a Defesa Civil Estadual”, informa.

A estatística do ano passado ajudou na elaboração do plano de contingência deste ano. Os dados demonstram os principais impactos e em que áreas o governo deve concentrar seus esforços. “O governo do Estado, por meio da Secretaria de Planejamento, elaborou projetos emergenciais e foi nos principais ministérios solicitar recursos para o enfrentamento de uma possível estiagem mais severa, com danos e prejuízos semelhantes aos do ano passado em nosso estado.”

Abastecimento não foi impactado. Foto: Zenon Lopes/Saneacre

Abastecimento

O Serviço de Água e Esgoto do Estado do Acre (Saneacre) também tem feito sua parte para manter o abastecimento no estado. O presidente do órgão, José Bestene, destaca que as comunidades são o foco desses trabalhos. “É uma determinação do governador Gladson Cameli a expansão da rede para as comunidades mais distantes, para que esse líquido precioso possa chegar tratado nessas regiões”, enfatiza.

Sobre o abastecimento, é possível mantê-lo em um nível que não prejudique a distribuição, pois as bombas de captação são movimentadas conforme o nível do rio.

Enoque Pereira, presidente do Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb), diz que, apesar de o rio estar abaixo dos dois metros, ainda tem uma vazão boa: “O que os especialistas dizem é que este ano vai ser o mais seco dos últimos 50, cem anos. Então, a gente vai se preparar para isso. Se precisar intervir no rio, vamos intervir por meio de minibarragens, com escavações da calha, mas vamos resolver”, destaca.

Assis Brasil, Brasileia, Xapuri, Rio Branco e Sena Madureira estão em alerta máximo devido aos baixos níveis do rio, segundo dados do Monitoramento Hidrometeorológico.

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Núcleo Qualivida da Polícia Civil do Acre apresenta suas iniciativas a servidores em Feijó e Tarauacá

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Nos dias 18 e 19 de junho, a equipe do Núcleo Qualivida da Polícia Civil do Acre (PCAC) esteve presente nas delegacias de Feijó e Tarauacá. O objetivo da visita foi promover um encontro com 23 servidores, incluindo delegados, escrivães, agentes de polícia e equipes de apoio, para explicar a finalidade do núcleo e seu funcionamento.

O Núcleo Qualivida é uma unidade dedicada ao bem-estar físico, mental e social dos servidores da PCAC. Sua principal missão é proporcionar um ambiente de trabalho mais saudável e seguro, promovendo ações de prevenção, atendimento e acompanhamento nas áreas de saúde física e mental. Localizado na sede da PCAC, ao lado do Instituto Médico Legal (IML), o núcleo realiza um trabalho itinerante que leva serviços de vacinação e garante a imunização dos servidores. Além disso, oferece testes rápidos para doenças sexualmente transmissíveis, hepatite B e C, sífilis e HIV.

A iniciativa conta com o apoio de parceiros que oferecem diversos serviços voltados ao bem-estar dos servidores, como vouchers para depilação a laser, apresentação de óculos de grau e de sol, entre outros. Essas atividades têm como objetivo aliviar as tensões do cotidiano desses profissionais, que diariamente enfrentam situações extremas em prol da segurança da população. Palestras sobre saúde mental também são promovidas, demonstrando o comprometimento do Núcleo Qualivida com a saúde integral dos policiais civis.

“Nosso trabalho é essencial para garantir que os servidores da Polícia Civil tenham acesso a cuidados de saúde integral. Estamos comprometidos em oferecer suporte físico e psicológico, proporcionando um ambiente de trabalho mais saudável e seguro para todos”, destacou o coordenador do Núcleo Qualivida, Valcleir Carvalho.

Para o delegado-geral da PCAC, Henrique Maciel, esse trabalho que a equipe do Qualivida proporciona é de estrema relevância aos profissionais que trabalham nas unidades da ponta, ou seja, nas delegacias. “A saúde e o bem-estar dos nossos servidores são prioridades para a instituição. O Núcleo Qualivida desempenha um papel fundamental ao oferecer suporte contínuo e de qualidade, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e do desempenho profissional dos nossos policiais civis.”

Maciel ressalta ainda que as ações do Núcleo Qualivida têm um impacto significativo na vida dos servidores da Polícia Civil, promovendo um ambiente de trabalho mais seguro e saudável. “Ao cuidar da saúde física e mental dos profissionais, o núcleo não apenas melhora o bem-estar individual, mas também fortalece a capacidade da polícia em servir e proteger a comunidade de maneira eficaz”, disse a autoridade policial.

A visita às delegacias de Feijó e Tarauacá exemplifica o compromisso da PCAC em investir no desenvolvimento e na qualidade de vida de seus servidores, garantindo que eles estejam bem preparados para enfrentar os desafios diários de suas funções.

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