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Roubos no Acre têm alta de 4,76% em outubro, mas acumulado do ano mostra queda de 19%
Capital concentra 70% dos 1.397 casos registrados entre janeiro e outubro de 2025; tendência de longo prazo segue em queda, apesar do recrudescimento mensal

Registro de dois criminosos flagrados furtando uma moto no bairro Ferreira Silva em julho de 2023, em Brasiléia. Foto: captada
Os registros de roubo no Acre apresentaram um aumento significativo no mês de outubro de 2025, com 176 ocorrências – um salto de 4,76% em comparação com as 168 registradas em setembro. Contudo, a tendência de longo prazo aponta para uma redução expressiva: no acumulado de janeiro a outubro, o estado registrou 1.397 roubos em 2025, uma queda de 19,48% frente aos 1.735 casos do mesmo período em 2024.
A capital Rio Branco continua sendo o epicentro da criminalidade, respondendo por 69,72% dos roubos no acumulado de 2025, com 974 ocorrências. Em seguida, aparecem Cruzeiro do Sul (175 casos), Tarauacá (60) e Brasiléia (35). A comparação entre outubro de 2025 (176 roubos) e outubro de 2024 (180 roubos) mostra uma ligeira queda de 2,22% no volume de ocorrências.
Comparativo mensal e anual
- Outubro/2025: 176 roubos
- Setembro/2025: 168 roubos (+4,76%)
- Outubro/2024: 180 roubos (-2,22%)
- Acumulado 2025: 1.397 casos (-19,48% vs 2024)
Distribuição territorial
- Rio Branco: 974 casos (69,72% do total)
- Cruzeiro do Sul: 175 casos
- Tarauacá: 60 casos
- Brasiléia: 35 casos
Os números revelam a persistente concentração da criminalidade na capital acreana, mesmo com a redução geral no estado. A oscilação mensal demonstra a volatilidade dos indicadores de segurança, exigindo políticas públicas consistentes para consolidar a tendência de queda.

Apesar desse pico mensal, a tendência de longo prazo permanece positiva: o acumulado de janeiro a outubro de 2025 mostra 1.397 roubos, representando queda de 19,48% frente aos 1.735 casos registrados no mesmo período de 2024. Foto: cedida
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Operação polícial contra facção prende 39 pessoas suspeitas de incendiar provedores de internet em RO
Grupo tinha uma estrutura organizada, com funções bem definidas, e recebia ordens de criminosos do Rio de Janeiro. As prisões ocorreram em municípios de Rondônia e Mato Grosso do Sul.
A Polícia Civil de Rondônia prendeu 39 pessoas em uma operação contra uma facção criminosa ligada a uma rede de tráfico no estado. De acordo com as investigações, os suspeitos estão envolvidos em sequestros, cárcere privado e até incêndios criminosos contra provedores de internet.
Segundo a polícia, o grupo tinha uma estrutura organizada, com funções bem definidas, e recebia ordens de criminosos do Rio de Janeiro. As apurações também revelaram que os integrantes usavam “laranjas” para lavar dinheiro, mantinham um “tribunal do crime” e coordenavam atividades ilegais por meio de um grupo de WhatsApp.
As descobertas começaram após o flagrante de um sequestro e cárcere privado praticados pela facção.
As prisões ocorreram em Rolim de Moura, Jaru, Ji-Paraná, Cacoal, Espigão do Oeste, Theobroma, Vale do Anari, Machadinho do Oeste e também em Campo Grande (MS). No total, foram cumpridas 98 medidas cautelares, incluindo buscas domiciliares e bloqueios de bens.
De acordo com a Polícia Civil, o objetivo da ação foi enfraquecer a rede criminosa e impedir que ela continuasse atuando em diferentes cidades de Rondônia.
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Parada preventiva na ETA II garantirá melhorias no Sistema de Abastecimento durante o período de cheia
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Receita alerta para falsas cobranças com nome e CPF do contribuinte
Criminosos têm utilizado nome, Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e até endereços verdadeiros de contribuintes para criar páginas falsas que simulam cobranças em nome da Receita Federal. A prática, que vem se espalhando pelo país, gerou um alerta oficial do órgão após relatos recorrentes em unidades de atendimento.

As fraudes costumam ser enviadas por WhatsApp, SMS ou e-mail, sempre acompanhadas de um link que direciona o usuário a um site que imita o visual do Portal Gov.br, com brasões, cores e formatação semelhantes às de páginas oficiais. Para aumentar a sensação de autenticidade, os golpistas inserem dados pessoais verdadeiros no documento falso.
Fisco não envia mensagens
A Receita Federal reforça que não envia cobranças por aplicativos de mensagem, e-mail ou links externos. Qualquer pendência, débito ou notificação legítima aparece exclusivamente no e-CAC, o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte, acessado pelo site oficial.
Segundo o órgão, ao receber supostas cobranças com links externos, o contribuinte deve desconsiderar a mensagem e buscar informações diretamente no portal oficial, digitando o endereço manualmente no navegador.
Sinais de golpe
As páginas falsas utilizam endereços que não pertencem ao domínio gov.br, principal indicador de fraude. Além disso, mensagens fraudulentas costumam trazer elementos de urgência, como:
- prazos de poucos minutos para pagamento;
- ameaças de bloqueio de CPF ou contas bancárias;
- ofertas de “desconto” para pagamento imediato.
Esse comportamento, de acordo com a Receita, é típico de golpes digitais que buscam impedir que o usuário tenha tempo de verificar informações reais.
Vazamento de dados reais
Uma das características mais preocupantes da nova modalidade é o uso de dados verdadeiros dos contribuintes. Criminosos obtêm essas informações por meios ilegais, geralmente vazamentos de grandes bases de dados, e as usam para montar páginas de cobrança falsas que simulam legitimidade.
Orientações ao contribuinte
A Receita Federal orienta que, ao receber qualquer cobrança duvidosa:
- não clique em links recebidos por WhatsApp, SMS, e-mail ou redes sociais;
- verifique pendências diretamente no e-CAC, acessado apenas pelo site oficial;
- desconfie de mensagens que contenham termos como “último aviso”, “pague agora” ou “urgente”; ignore ameaças de bloqueios e ofertas de descontos imediatos.
Em caso de dúvida, a recomendação é consultar os canais oficiais da Receita Federal, sempre acessados manualmente, e nunca a partir de links enviados por terceiros.






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