Cotidiano
Rio Acre permanece estável em Rio Branco e segue próximo da cota de alerta
Nível marcou 13,32 metros nesta quarta-feira (14); Defesa Civil mantém estado de atenção devido ao período chuvoso

O nível do rio Acre em Rio Branco permaneceu estável ao longo desta quarta-feira (14), conforme boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal com base na medição das 15h. O manancial marcou 13,32 metros, mantendo o mesmo patamar registrado desde as primeiras horas do dia.
De acordo com os dados oficiais, às 6h20 o rio estava em 13,32 metros, apresentando leve tendência de descida após marcar 13,36 metros na última aferição de terça-feira (13). Nas medições seguintes, realizadas às 9h, 12h e 15h, o nível permaneceu inalterado, sem variações significativas.
Apesar da estabilidade, a Defesa Civil segue em estado de atenção, já que o nível atual está a apenas 18 centímetros da cota de alerta, fixada em 13,50 metros. A cota de transbordamento do rio Acre em Rio Branco é de 14,00 metros.
Nas últimas 24 horas, o volume de chuva registrado na capital acreana foi de 20,80 milímetros, fator que continua sendo acompanhado pelas autoridades devido ao potencial de influência no comportamento do rio. O coordenador municipal da Defesa Civil, tenente-coronel Cláudio Falcão, afirmou que o monitoramento segue de forma contínua, com atualizações regulares e atenção às previsões meteorológicas.
A Defesa Civil orienta a população ribeirinha a permanecer atenta aos comunicados oficiais e a buscar os canais de atendimento do órgão em caso de necessidade ou surgimento de situações de risco.
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Cotidiano
Suspeito de esfaquear ex-companheira com 16 golpes segue foragido em Sena Madureira
Crime é investigado como tentativa de feminicídio; vítima sobreviveu e está em recuperação
O homem identificado como José do Morro é apontado como principal suspeito de esfaquear a ex-companheira, Ocileide Alípio Coutinho, de 40 anos, em um crime registrado nesta quarta-feira (18), em Sena Madureira, no interior do estado. Até o momento, ele não foi localizado e continua foragido.
De acordo com as informações apuradas, a vítima foi atingida com ao menos 16 perfurações durante o ataque. Após a agressão, Ocileide foi socorrida e encaminhada ao Hospital João Câncio Fernandes, onde recebeu atendimento médico. Apesar da gravidade dos ferimentos, ela sobreviveu e permanece em recuperação.
Horas depois do crime, o suspeito publicou uma mensagem em tom de despedida no status do WhatsApp. No texto, afirmou estar vivendo “o pior dia” de sua vida, declarou ter cometido um erro e disse não saber se voltará a ser visto. A publicação rapidamente circulou entre familiares e conhecidos, ganhando repercussão nas redes sociais.
O caso é tratado como tentativa de feminicídio e mobiliza as forças de segurança do município, que seguem em buscas para localizar o suspeito. A polícia pede que qualquer informação que possa contribuir para a captura seja repassada de forma anônima às autoridades.
As investigações continuam.
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Banco é condenado após ‘rapar’ todo o salário de homem por dívidas

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) manteve a condenação de um banco que reteve o salário integral de um trabalhador no momento em que o dinheiro caiu na conta. Para a Primeira Câmara de Direito Privado da corte, houve falha na prestação do serviço bancário.
O valor retido foi utilizado pelo banco para quitar parcelas de contratos, sem que houvesse comprovação de autorização específica do cliente para o desconto direto na conta.
Para a corte, mesmo existindo a dívida, a instituição não pode se apropriar do salário do consumidor de forma automática. No entendimento dos magistrados, a instituição bancária deve buscar meios legais adequados para a cobrança, sem comprometer recursos destinados para despesas básicas do cliente.
O banco terá que devolver o valor “rapado” da conta.
Segundo o colegiado, não ficou comprovada autorização específica para que o banco realizasse débitos diretamente sobre o saldo da conta em que a cliente recebe seus vencimentos.
Para a Câmara, a retenção total do salário ultrapassa mero aborrecimento e configura dano moral, pois afeta diretamente a dignidade da pessoa e o chamado mínimo existencial.
O banco terá que pagar uma indenização para o consumidor, além de arcar sozinho com as custas e honorários dos advogados.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Philippe Coutinho anuncia saída do Vasco e cita saúde mental após críticas da torcida
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