Desde o ano de 2016, apenas um funcionário do Estado vinha atuando na regional

A regional do Alto Acre está prestes a voltar para situações, de quando os casos de mortes, acidentes, arrombamentos e outros sinistros, tinham de esperar por infinitas horas até a chegada de um profissional da capital, para que pudesse liberar o corpo ou, local da cena.

Desde o ano de 2016, apenas um funcionário do Estado vinha atuando nestes casos, quando o governo não renovou os alugueis para continuar com o Núcleo do Alto Acre aberto, onde praticamente foram ‘despejados’ por falta de local e aluguel.

Desde então, os casos vêm se sobrecarregando com apenas um funcionário. Nesta semana, se ficou sabendo que o Estado, através da Secretaria da Polícia Civil, ainda não conseguiu a Cessão para que o servidor continuasse no local.

Esse imbróglio já vem se arrastando desde o mês de janeiro e causando um prejuízo à regional em vários casos acima citados. Com a falta desse profissional, se pode citar casos como o ocorrido na semana passada, quando vários suspeitos de praticarem assaltos e roubos de veículos foram detidos em uma grande operação, foram liberados por falta de provas técnicas.

Segundo foi informado, existe atualmente, cerca de dois médicos legistas disponíveis para atuarem no interior e cerca de 17 peritos aptos para trabalhar nos municípios que precisam.

O jornal oaltoacre.com tentou entrar em contato com esse profissional, mas não foi localizado para falar sobre o assunto. Também tentou o contato com com representantes do setor na Capital, onde não foi possível uma explicação plausível para o caso.

O espaço está aberto o setor de Segurança do Estado.

 

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