Conecte-se conosco

Cotidiano

Raio-X dos camisas 10 na Copa: o veterano, o novato, o trio de craques do PSG e até um Romario

Publicado

em

Veja curiosidades e histórias dos jogadores que vão usar o badalado número no Catar

Os camisas 10 sempre despertam o interesse e os olhares do torcedor. Na Copa do Mundo, 32 jogadores terão o privilégio de utilizar o número mais badalado de uma equipe. Eles serão atrações à parte no Catar.

No domingo, às 13h (de Brasília), no estádio Al Bayt, Hassan Alhaydos e Romario Ibarra serão os primeiros camisas 10 a entrarem em campo no duelo entre Catar e Equador.

Abaixo, o ge mostra um panorama dos camisas 10 da Copa. Dos já conhecidos Neymar, Messi e Mbappé até aqueles com menos holofotes, como Hassan Alhaydos, Junior Hoilett e Romario Ibarra. Veja números, fatos e curiosidades dos candidatos ao protagonismo na Rússia.

Neymar, Messi e Mbappé são três dos principais camisas 10; e jogam juntos no PSG... — Foto: ge

Neymar, Messi e Mbappé são três dos principais camisas 10; e jogam juntos no PSG… — Foto: ge

Neymar, Messi e Mbappé são três dos principais camisas 10; e jogam juntos no PSG… — Foto: ge

A média de idade dos camisas 10 aumentou em relação à última Copa do Mundo. Se em 2018 era de 27 anos, agora é de 29. O mais velho fica bem longe desta média. Bryan Ruiz, da Costa Rica, é o “vovô” da galera, com 37 anos e 3 meses. Ele ganha por apenas um mês de Luka Modric, da Croácia.

Mbappé continua com o posto do camisa 10 mais jovem do Mundial, com seus 23 anos e 11 meses. Na Copa da Rússia ele tinha apenas 19 anos. E com quatro anos a mais de experiência ele pode causar ainda mais problemas…

Os camisas 10 da Copa do Mundo — Foto: Infografia

Os camisas 10 da Copa do Mundo — Foto: Infografia

Não satisfeito em ser o mais velho, Bryan Ruiz também quis ser o mais alto camisa 10 da Copa do Catar, com seus 1,87 m. A média do Mundial é de 1,77m.

E adivinhem quem é o mais baixo? Sim, Lionel Messi (mais uma vez). Mas assim como em 2018 ele não está sozinho. Raheem Sterling, da Inglaterra, divide esse posto com o argentino.

O “baixinho” Romário fez história com a camisa 11 da seleção brasileira. Neste Mundial, um outro Romário – inspirado no original – espera surpreender com a camisa 10.

Romario Ibarra, do Equador, tem 28 anos, e leva o nome bem brasileiro por conta do pai. Em 2019, durante uma entrevista coletiva em Salvador, durante a Copa América, ele confidenciou que seu pai era muito fã de Romário, e o seu nascimento dois meses após o tetracampeonato da seleção brasileira foi a desculpa perfeita para o batismo.

– Meu pai gostava de futebol. Eu perguntei a ele outro dia, e ele disse que me deu este nome por conta do jogador brasileiro. Graças a Deus eu tenho esse dom de jogar futebol, me sinto contente por isso. O Romário é uma lenda, um jogador que fez muito sucesso aqui. É uma lenda do futebol por tudo que fez na seleção e nos clubes – contou.

Camisas 10 da Copa do Mundo — Foto: Infografia

Esta será a primeira Copa do Romário equatoriano. Se ele se inspirar no futebol que o Romário brasileiro jogou, o Equador pode chegar longe nesse Mundial…

O representante do Brasileirão é uruguaio

Neymar é o 10 da seleção brasileira, mas quem coloca o Campeonato Brasileiro no mapa dos camisas 10 da Copa é o uruguaio Giorgian De Arrascaeta.

O meia do Flamengo é o único representante que atua na América do Sul na lista dos 32 jogadores. Recém-campeão da Libertadores e da Copa do Brasil, ele chega em alta ao Mundial.

Por outro lado, a França é o país que abriga mais camisas 10 em clubes: são sete, incluindo, claro, o badalado trio Messi/Neymar/Mbappé, do Paris Saint-Germain. A Inglaterra vem logo em seguida, com seis camisas 10.

E assim, vamos à lista…

Nota da redação: seguimos o padrão do material divulgado pela Fifa com o clube em que cada jogador estava atuando quando foi convocado. Jogadores emprestados, portanto, aparecerão com o clube em que jogam atualmente, e não os que detêm os seus direitos econômicos.

Camisas 10 da Copa do Mundo — Foto: Divulgação

Agora sim, a relação dos 32:

  • França: Messi (Argentina, PSG), Neymar (Brasil, PSG), Mbappé (França, PSG), Takumi Minamino (Japão, Monaco), Amine Harit (Marrocos, Olympique de Marselha), Whabi Khazri (Tunísia, Montepellier) e Aaron Ramsey (Gales, Nice).
  • Inglaterra: Junior Hoilett (Canadá, Reading FC), Eriksen (Dinamarca, Manchester United), Raheem Sterling (Inglaterra, Chelsea), Bernardo Silva (Portugal, Manchester City), Granit Xhaka (Suíça, Arsenal) e Christian Pulisic (Estados Unidos, Chelsea)
  • Espanha: Eden Hazard (Bélgica, Real Madrid), Luka Modric (Croácia, Real Madrid), Marco Asensio (Espanha, Real Madrid) e Memphis Depay (Holanda, Barcelona).
  • Alemanha: Serge Gnabry (Alemanha, Bayern de Munique), Jaesung Lee (Coréia do Sul, Mainz) e Sadio Mané (Senegal, Bayern de Munique).
  • Arábia Saudita: Vincent Aboubakar (Camarões, Al-Nassr), Grzegorz Krychowiak (Polônia, Al-Shabab) e Salem Al-Dawsari (Arábia Saudita, Al-Hilal).
  • México: Romario Ibarra (Equador, Pachuca) e Alexis Vega (México, Guadalajara).
  • Catar: Andre Ayew (Gana, Al Sadd) e Hassan Alhaydos (Catar, Al Sadd).
  • Itália: Ajdin Hrustic (Austrália, Hellas Verona).
  • Holanda: Dusan Tadic (Sérvia, Ajax).
  • Brasil: Arrascaeta (Uruguai, Flamengo).
  • Chipre: Karin Ansarifard (Irã, AC Omônia).
  • Costa Rica: Bryan Ruiz (Costa Rica, LD Alajuelense).

Comentários


Cotidiano

Neymar iguala marca de Pelé e Ronaldo pelo Brasil em Copas do Mundo

Publicado

em

OGol

Perto de se tornar o maior artilheiro da história da Seleção Brasileira, Neymar segue marcando seu nome com a Amarelinha e ao marcar no jogo de hoje contra a Coreia do Sul, pelas oitavas de final, ele igualou uma marca que antes só pertencia a Pelé e Ronaldo, outros gigante do futebol brasileiro.

Com o gol de pênalti marcado na goleada contra a Coreia do Sul, Neymar marcou em três Copas do Mundo pela Seleção Brasileira. O craque marcou quatro gols em 2014, dois em 2018 e agora um em 2022. Ao todo, soma sete gols em 12 jogos de mundial disputados.

Ronaldo é o maior goleador do Brasil em Copa do Mundo até hoje, com 15 gols, seguido por Pelé, com 12, e Ademir Menezes, com nove. O Fenômeno marcou gols nas copas de 1998, 2002 e 2006.

Comentários


Continue lendo

Cotidiano

Livakovic brilha na disputa de pênaltis, Croácia elimina o Japão e vai às quartas de final

Publicado

em

OGol

Demorou, mas o Brasil já sabe quem enfrenta caso avance para as quartas de final da Copa do Mundo. Em jogo decidido na disputa de pênaltis, após empate em 1 a 1 no tempo regulamentar, a Croácia superou o Japão com o brilho de Livakovic, autor de três defesas em cobranças japonesas.

Agora, a Croácia aguarda o vencedor do confronto entre Brasil e Coreia do Sul, que acontece logo mais, às 16h. A partida das quartas de final está agendada para o dia 9 de dezembro, próxima sexta-feira, às 12h. Pelo chaveamento, o vencedor das quartas de final enfrentará na semifinal quem levar a melhor no duelo entre Holanda e Argentina, que também está marcado para sexta-feira, porém um pouco mais tarde, às 15h.

Menos bola, mais ação

O bom primeiro tempo de Japão e Croácia foi uma boa amostra de duas escolas diferentes no futebol. A Croácia, com o forte meio de campo formado por Brozovic, Kovacic e Modric, conseguiu controlar a posse de bola, mas ironicamente sofreu para dar ritmo ao jogo e conectar a defesa ao ataque. O Japão, sempre valente nos contra-ataques, foi mais feliz quando importunou os croatas com pressão em uma linha mais alta.

A Croácia começou melhor no ataque, mas acabou penalizada por certa displiscência e demora para concluir. Aos 7 minutos, Perisic recebeu dentro da área, ficou na dúvida se chutava ou se cruzava, e acabou não fazendo nem uma coisa, nem outra. Mais tarde, em lance parecido, Petkovic recebeu livre e, quando podia ter finalizado, acabou tentando um passe para o meio da área e acabou travado, em bola que terminou nas mãos de Gonda.

Disciplinado taticamente, o Japão só avançava para o ataque na medida que a Croácia cedia espaços. Muitas vezes ele surgiu, especialmente pelo flanco direito, quando Ito foi bastante acionado. Os cruzamentos do atacante para o baixinho Maeda, porém, não tinham grande efeito.

Quando a primeira etapa caminhava para o 0 a 0, porém, a emoçou tomou conta. Primeiro, Kamada quase abriu o placar, após Maeda recuperar bola perto da área e passar para Endo, que encontrou Kamada livre. O atacante limpou a maração e bateu por cima do gol. Ironicamente, aos 42, o gol saiu mesmo com o diminuto Maeda, após cruzamento, desta vez de Doan. Se não conseguia ganhar pelo alto, Maeda aproveitou a falha da defesa e concluiu do chão, de pé esquerdo, para o fundo do gol, 1 a 0.

Empate não resolve

Sem outra alternativa a não ser partir para o ataque no segundo tempo, a Croácia prontamente solucionou o principal problema do time na primeira etapa: a falta de presença ofensiva. O gol solitário, porém, não impediu do jogo seguir para a prorrogação.

O empate dos croatas saiu antes dos 10 minutos. O zagueirão Lovren partiu para o ataque para fazer o que o meio de campo não vinha conseguindo: criar. Foi do ex-jogador do Liverpool o cruzamento na medida para Perisic, que de cabeça mandou para o lado oposto de Gonda, 1 a 1.

Depois de igualar o placar, a Croácia melhorou no jogo e passou a causar bastante problemas para o Japão. Modric, um pouco sumido na partida, quase anotou uma pintura com uma bomba de fora da área, em que Gonda salvou em defesa de mão trocada. O próprio Perisic, jogador mais acionado do ataque, também teve a chance de marcar seu segundo no jogo, após invadir a área e bater colocado, em bola que acabou desviada na marcação.

Menos perigoso do que no primeiro tempo, o Japão teve apenas uma boa oportunidade para retomar a liderança no placar. Endo arriscou de fora da área e obrigou Livakovic a fazer uma defesa plástica. O jogo teve que seguir por mais 30 minutos.

Prorroga sem emoção e pênaltis

A passagem do confronto pela prorrogação serviu para cumprir a regra da Fifa e nada mais. Exaustas, Croácia e Japão (quase) não produziram nada, em compasso de espera pela decisão por pênaltis.

O único lance de perigo nos primeiros 15 minutos foi um contra-ataque rápido puxado desde o campo de defesa por Kaoru Mitoma. O atacante japonês foi avançando e a defesa croata recuando, até chegar na entrada da área e fuzilar, em lance que contou com grande intervenção de Livakovic. Nos últimos 15 minutos de bola rolando, a situação não mudou – para não dizer que a Croácia não arriscou nada, antes do jogo seguir para as penalidades Majer chutou de fora da área e a bola passou à direita da meta de Gonda.

Na disputa de pênaltis, o Japão começou logo de cara atrás, com Minamino batendo fraco e parando em defesa de Livakovic, enquanto a Croácia converteu com Brozovic. No segundo pênalti, os japoneses perderam novamente, após Mitoma parar também no goleiro croata, mas desta vez Livaja desperdiçou. O Japão só foi converter na terceira penalidade com Asano. A falta de pontaria japonesa se confirmou na quarta cobrança, desperdiçada por Yoshida, e com brilho de Livakovic, que defendeu três dos quatro pênaltis cobrados pelos asiáticos.

Comentários


Continue lendo

Cotidiano

Técnico português é aposta do Grupo City para o ‘novo Bahia’

Publicado

em

OGol

Depois de definir a venda do Bahia ao Grupo City, o futuro do clube começa a ser definido com o nome Renato Paiva como técnico. A informação do acerto foi adiantada pelo apresentador Márcio Martins e confirmada por Pedro Sepúlveda, da SIC de Portugal.

Segundo Martins, Renato Paiva desembarca no Brasil entre quarta e quinta-feira e será o primeiro comandante do Bahia em sua era como Sociedade Anônima de Futebol (SAF).

Com 52 anos, Paiva trabalhou nas categorias de base do Benfica por muitos anos, e chegou à equipe B das Águias na temporada 2018/19. Foram três anos no cargo, até que o treinador recebeu um convite para treinar o Independiente del Valle, do Equador.

Em seu primeiro desafio internacional, o português conquistou um título da Liga do Equador, disputou a edição 2022 da Copa Libertadores, e na sequência assumiu o Club León, do México. Renato Paiva ficou apenas 12 jogos no clube e pediu demissão no fim do mês de novembro.

Comentários


Continue lendo

Em alta