A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), professora Rosana Nascimento, acompanhada de um grupo de gestores de escola estiveram no dia de ontem, no gabinete do secretário estadual de Educação, para cobrar o retorno da Função Gratificada (FG) dos coordenadores administrativos e secretários escolares.

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Durante o encontro, com o diretor de gestão da Secretaria Estadual de Educação (SEE),  Evaldo Viana e a responsável do Departamento Pessoal Marta Liane Lima, esclareceram que a atribuição foi extinta, com o encerramento do mandato dos ex-diretores escola. “A medida foi tomada, porque a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) discordava do benefício concedido aos gestores“, revelou Evaldo.

A professora Rosana Nascimento pediu que SEE resolvesse o problema, pois os trabalhadores em educação não estão conseguindo pagar as contas por conta do corte da remuneração. “A remuneração paga não é compatível com a responsabilidade assumida na escola”, enfatizou a sindicalista.

Em seguida, protestou sobre a intervenção branca da SEE no movimento sindical, com a utilização de entidades, sem carta sindical para pressionarem a categoria a assinar um acordo refutado pela base.   Explicou que a categoria rejeitou  a contraproposta de abrir mão da VDP (Valorização de Desempenho Profissional), pois dois anos.

A contrapartida exigida pelo governo para conceder o reajuste 19, 48% dividido em três parcelas, com a primeira (R$ 2.141,50),  em janeiro de 2017; a segunda (R$ 2.272,05), em julho de 2017; e a terceira (R$ 2.402,60),  em janeiro de 2018. Além de garantir a  elevação do piso base para R$ 2.402,60.  “O único sindicato para homologar data-base é o Sinteac, não será com abaixo-assinado que iremos aceitar esta contraposta que atende em parte o nosso pleito”, protestou a sindicalista.

Evaldo Viana revelou que a nova proposta da Lei de Gestão garante a participação dos funcionários de escola na disputa pela direção escolar. Informou ainda, que será realizada duas audiências públicas, uma em Rio Branco e outra em Cruzeiro do Sul, no Vale do Juruá, antes de ser encaminhada para votação na Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac).

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