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Acre

Por excesso de prazo, acusados de atirar contra policial vão para prisão domiciliar

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Um caso de violência de grande repercussão em Xapuri, ocorrido em fevereiro deste ano, ganhou mais um capítulo nesta quarta-feira, 28. Os dois acusados de atirar no policial civil Jean Carlos de Oliveira Araújo, 43, em uma tentativa de assalto ao estabelecimento comercial da mãe do agente público, foram postos em prisão domiciliar em razão do prazo das prisões preventivas terem vencido.

Isac de Macedo Ferreira, o autor dos disparos contra o policial, e José Vítor Ribeiro da Silva, que atuou dando apoio ao primeiro, denunciados pelo Ministério Público pelo crime de tentativa de latrocínio e roubo com uso de arma de fogo, tinham audiência de instrução e julgamento marcada para esta última quarta-feira. Contudo, a audiência não foi realizada em razão de o promotor da cidade, Thiago Salomão, ter entrado de férias no último dia 26.

Sem a presença de um representante do Ministério Público para participar presencialmente da audiência, uma vez que problemas técnicos não estão permitindo a realização do procedimento de maneira remota, de acordo com informações do juiz da comarca, Luís Gustavo Alcalde Pinto, o procedimento não pode ter continuidade e deverá ser remarcado para o mês de agosto.

Em razão de os acusados já estarem presos preventivamente há 123 dias, já estando extrapolado o prazo legal para a manutenção da prisão, o juiz atendeu o pedido da defesa e colocou a dupla denunciada em prisão domiciliar com a imposição de medidas cautelares.

“Foi acolhido pelo juízo o pedido da defesa, mas não foi concedida a liberdade, eles não foram soltos, como chegou a ser dito. Eles foram colocados em prisão domiciliar para evitar qualquer constrangimento por excesso de prazo. A partir de 13 horas de sábado até às 6 horas das segundas-feiras com recolhimento domiciliar noturno”, explicou o magistrado.

Nos dias úteis, os acusados poderão sair para trabalhar, mas deverão se recolher a partir das 19 horas. Eles estão proibidos de sair da comarca sem ordem judicial e tem que comparecer mensalmente em juízo para atualizar o endereço e justificar as atividades que estão desempenhando, comparecer a todos os atos processuais, além de não poder frequentar bares e outros locais do gênero, sob pena de decretação de nova prisão preventiva.

A medida judicial teve repercussão entre policiais da cidade, que repercutiram a situação em alguns grupos privados. A vítima do crime, o agente civil Jean Carlos, conversou com a reportagem a respeito do assunto. Ele disse ter ficado preocupado com a saída dos acusados da prisão preventiva em razão de considerá-los de alta periculosidade.

Jean contou que segue enfrentando sequelas dos tiros que o atingiram e ainda faz sessões de fisioterapia. Ele recebeu quatro tiros, sendo dois na região do abdômen e um na mão, que lhe quebrou um dos dedos. Por incrível que pareça, o ferimento no membro superior é o que está causando os maiores problemas ao policial, que já fez uma cirurgia e terá que fazer outra em virtude da perda de movimento em pelo menos dois dedos.

A reportagem também entrou em contato com a Promotoria de Justiça de Xapuri para obter informações sobre a situação dos acusados. Respondendo interinamente pelo titular, que está de férias, o promotor Vanderlei Barbosa Cerqueira informou que já está ciente e tomando as medidas cabíveis para o caso.

O promotor também informou que no dia 21 de junho passado, o Ministério Público solicitou ao Tribunal de Justiça para que as audiências fossem feitas de forma híbrida (on-line), pedido que teria sido deferido, mas que não houve comunicação de nenhuma audiência após a solicitação ministerial.

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Em reunião com Ministros de Lula, prefeito Jerry solicita construção de moradias

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Nesta segunda-feira , 04, o prefeito de Assis Brasil, Jerry Correia, participou da agenda do governo federal no município de Brasiléia com os ministros da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e do Meio Ambiente, Mariana Silva, com a presença dos senadores Alan Rick e Sérgio Petecão, deputados federais e estaduais os prefeitos Bira Vasconcelos de Xapuri, Sérgio Lopes de Epitacilandia e Fernanda Hassem de Brasiléia.

Os ministros estiveram em Brasiléia para ver de perto a situação pós-cheia nos municípios da regional do Alto Acre, na oportunidade reuniram com os prefeitos para anunciar ações do governo federal para ajudar as cidades que foram inundadas. O Acre teve mais de 17 municípios atingidos pelas águas este ano.

O prefeito Jerry Correia agradeceu a presença dos ministros e pediu o empenho de todos para soluções a longo prazo. “Quero agradecer ao presidente Lula por meio do ministério pela agilidade na liberação de recursos para os municípios, ao governador Gladson Cameli, e pedir o empenho de todos para que possamos construir projetos habitacionais para atender a população”, disse.

A prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, conduziu os ministros e autoridades na vistoria área as áreas atingidas pela cheia e pediu o empenho de todos no sentido de oferecer soluções a longo prazo para o problema das enchentes.

O ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, enfatizou que o governo federal está empenhado a prestar toda ajuda necessária aos municípios.

De seu lado, a ministra do Meio Ambiente, Mariana Silva, destacou o fenômeno das mudanças climáticas como fator determinante para as enchentes e disse que é preciso de projetos para reconstruir as cidades.

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Acre

“Não dá para construir mais casas onde alaga. 40 foram levadas pelas águas”, se emociona Fernanda

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Prefeita Fernanda Hassem promete ação imediata após visita dos Ministros às áreas alagadas de Brasiléia

Em um discurso emocionado durante uma reunião entre autoridades na Sede do Senac, a prefeita Fernanda Hassem não hesitou em abordar a urgência da situação enfrentada por Brasiléia após a vistoria dos Ministros Waldez Goes (Integração) e Marina Silva (Meio Ambiente) às áreas alagadas, ocorrida nesta segunda-feira, 4.

“Não dá para construir mais casas onde alaga. Essa oportunidade é única, temos todos os poderes aqui. A prefeita não foge da responsabilidade, o governador também não. E com vocês ministros estão aqui vendo a situação de perto. Vamos trabalhar para mudarmos essa realidade a curto, médio e longo prazo”, enfatizou Hassem, determinada a encontrar soluções efetivas para a comunidade.

Hassem informou às autoridades presentes que pelo menos 40 casas foram levadas pelas águas, garantindo que “essas pessoas não ficarão desamparadas”. Comprometida com a resposta rápida e eficaz, a prefeita ressaltou a necessidade urgente de mudança.

O discurso impactante de Fernanda Hassem terminou em um momento de solidariedade, onde recebeu os abraços reconfortantes do governador Gladson Cameli e da Ministra Marina Silva, demonstrando a união de esforços para enfrentar os desafios que se apresentam.

Com o apoio das autoridades federais e estaduais, a prefeitura de Brasiléia se prepara para iniciar ações imediatas visando mitigar os impactos das enchentes e proporcionar segurança e assistência às famílias afetadas.

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Acre

Brasiléia enfrenta cenário de devastação após alagação histórica

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No estado do Acre, a cidade de Brasiléia enfrenta uma situação de calamidade após ser atingida por mais uma alagação de proporção histórica. Ruas se transformaram em rios, casas, praças, escolas foram destruídas pelas águas e pontes na zona rural desabaram, deixando um rastro de destruição que abalou a comunidade local.

De acordo com a Defesa Civil municipal , cerca de 75% da cidade foi afetada pela enchente.

Milhares de famílias estão desabrigadas, incapazes de retornar às suas residências devido às condições precárias em que se encontram.

A situação também impactou severamente os comerciantes locais, que enfrentam prejuízos significativos devido à destruição de seus estabelecimentos.

A alagação do Rio Acre em Brasiléia afetou mais de 15 mil pessoas, destas mais de 1.500 estão em abrigos , sendo necessário mais de 6 mil refeições diária.

Brasiléia luta para se recuperar dos impactos dessa tragédia natural, é fundamental que o apoio continue chegando tanto do governo estadual quanto federal, visando à reconstrução e ao amparo das famílias afetadas por essa calamidade.

Para a prefeita Fernanda Hassem a situação é de um cenário de completa devastação. Fernanda destaca a urgência de apoios para a recuperação da cidade.

“É fundamental destacar que, diante dessa situação gravíssima, a prefeitura de Brasiléia enfrenta limitações para lidar com os estragos causados pela alagação. Por isso, é fundamental o apoio dos governos estadual e federal, bem como de outras instâncias, para que possamos agir de forma eficaz na reconstrução da cidade e na assistência às famílias atingidas. Sozinha, a prefeitura não pode fazer o suficiente para enfrentar essa crise. Precisamos unir esforços e recursos para garantir que Brasiléia se recupere e que as pessoas afetadas recebam o suporte necessário para reconstruir suas vidas.”, finalizou a prefeita.

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