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Polícia Científica de Porto Velho identifica restos mortais de venezuelano que estava desaparecido

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A mãe de José, Dilia Del Carmen Monsalve que mora na Venezuela, também esteve no laboratório de DNA da Politec em Porto velho, onde forneceu amostras de material genético.

O desfecho do caso não só trouxe um certo alívio aos familiares de José Leonidas, que enfrentaram dor e incerteza desde seu desaparecimento. Foto: cedida

Desde o último dia 12 de maio, o venezuelano José Leonidas Vizcaya Monsalve, 29 anos, estava desaparecido. O Caso tomou um rumo trágico e enigmático com seu desaparecimento.

Fragmentos de uma ossada humana carbonizada foram descobertos na área urbana de Machadinho do Oeste, gerando incertezas sobre seu destino. O local foi periciado pela Polícia Técnico-Científica (Politec) e o material encaminhado para exames laboratoriais em Porto Velho.

A mãe de José, Dilia Del Carmen Monsalve que mora na Venezuela, também esteve no laboratório de DNA da Politec em Porto velho, onde forneceu amostras de material genético.

Em seguida, Peritos Criminais realizaram exames minuciosos de análise e comparação do perfil genético extraído da ossada encontrada e da mãe de José. Os resultados foram conclusivos e confirmaram o grau de parentesco materno entre a senhora Dilia e a ossada humana, possibilitando a identificação do corpo de José Leonidas.

O laudo pericial já foi encaminhado à delegacia de Machadinho do Oeste e o desfecho do caso não só trouxe um certo alívio aos familiares de José Leonidas, que enfrentaram dor e incerteza desde seu desaparecimento, mas também reforça a importância do trabalho pericial da Polícia Técnico-Científica em casos de desaparecimento.

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Prefeitura de Boca do Acre entrega colchões para desabrigados quatro meses após a cheia

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Com Abud Mamed

A Defesa Civil Municipal começou a a distribuir na última quinta-feira (11) diversos colchões e itens de primeira necessidade, que estavam armazenados há quatro meses no município. Os materiais foram destinados para socorrer os vitimados da última cheia, um episódio destruidor, que afetou milhares de pessoas em Boca do Acre. A ação só foi possível graças ao vereador da cidade, que flagranteou um vasto quantidade de água mineral estocado, que deveria ter sido distribuído para os afetados pela cheia.

O vereador mostrou o caso no meio da semana, ao ser avisado que estes materiais estavam em um depósito no prédio da Defesa Civil, eram muita água mineral e outros equipamentos de sobrevivência.

“É inaceitável que esses materiais, essenciais para a sobrevivência e conforto das pessoas atingidas, tenham ficado parados enquanto muitos sofriam sem apoio”, declarou Almeida em suas redes sociais, compartilhando vídeos do local.

Coincidentemente, os colchões começaram a ser entregues logo após as denúncias do vereador, depois também do anúncio da pré-candidatura que representa a o prefeito de Boca do Acre. O episódio levanta suspeitas de que o material estaria guardado para fins eleitorais.

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Mais de 350 pessoas são expulsas de invasão; mulher diz que não quer voltar a passar fome na rua

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350 pessoas amedrontadas deverão desocupar a área para que a Polícia Militar possa cumprir uma ordem de reintegração de posse em favor de um suposto proprietário da terra.

A mulher apela às autoridades para não ficar desamparada.

Taynara da Silva, de 42 anos, e ex-moradora de rua, vive em um pequeno barraco construído com restos de madeira que catou com o marido, há quatro anos em uma invasão na periferia de Rio Branco, no bairro Eldorado, próximo ao Terminal Urbano do bairro São Francisco.

Taynara e mais 350 pessoas amedrontadas deverão desocupar a área para que a Polícia Militar possa cumprir uma ordem de reintegração de posse em favor de um suposto proprietário da terra. A mulher apela às autoridades para não ficar desamparada.

“Não quero voltar pra rua, passar fome, frio e viver com medo” disse Taynara ao jornalista Assem Neto.

A mulher dorme em uma cama construída pelo próprio marido, onde o colchão não tem a espessura de 3 centímetros. Nas noites de frio, como as que estão tendo agora, a sensação térmica dentro de casa diminui ainda mais por causa das frechas nas paredes. A comida do casal é preparada em um fogão improvisado no quintal.

Taynara e as 350 pessoas deverão deixar a terra até o começo do mês de agosto deste ano

Ainda com essas dificuldades, Taynara se diz feliz e satisfeita com a situação em que vive hoje, pois vivia em miséria absoluta há quatro anos atrás, antes de conseguir o terreno para construir a casa.

“Eu e meu marido éramos moradores em situação de rua. A gente dormia em cima de papelão em quiosques abandonados nas praças da cidade, comia quando os outros davam, muitas vezes eu via anoitecer e amanhecer com medo que algo de mal acontecesse com a gente ali”, conta a moradora.

Ela e as 350 pessoas deverão deixar a terra até o começo do mês de agosto deste ano.

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Polícia Civil do Acre recupera 12 celulares roubados avaliados em mais de R$ 100 Mil

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De acordo com a autoridade policial responsável pela operação, a recuperação dos celulares representa um grande passo no combate ao crime e na devolução de bens aos seus legítimos proprietários.

Operação reforça o compromisso da Polícia Civil do Acre em proteger os cidadãos e reduzir os índices de criminalidade na capital e em todo o estado. Foto: assessoria

Em uma operação contínua de combate ao crime na capital acreana, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia da 1ª Regional de Rio Branco, conseguiu recuperar 12 smartphones da marca Apple que haviam sido furtados e roubados. A ação foi realizada ao longo de uma semana e resultou na recuperação de aparelhos cujo valor total ultrapassa os R$ 100 mil.

Os dispositivos foram localizados em diversos pontos da cidade, após um trabalho intenso de investigação e rastreamento por parte das autoridades. De acordo com a autoridade policial responsável pela operação, a recuperação dos celulares representa um grande passo no combate ao crime e na devolução de bens aos seus legítimos proprietários.

“A recuperação desses aparelhos é fruto de um trabalho minucioso de investigação. Estamos empenhados em garantir a segurança da população e em combater o mercado ilegal de produtos roubados”, afirmou o delegado coordenador da delegacia da 1ª Regional de rio Branco, Karlesso Nespoli.

Os celulares recuperados serão devolvidos aos seus proprietários após a confirmação de propriedade e a conclusão dos procedimentos legais. Esta operação reforça o compromisso da Polícia Civil do Acre em proteger os cidadãos e reduzir os índices de criminalidade na capital e em todo o estado.

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