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PM prende foragido e suspeito de ameaçar moradores na zona rural de Cruzeiro do Sul
Operação usou quadriciclos e abordagem a pé após denúncias de furtos, violência doméstica e intimidação por facção criminosa

Moradores afirmaram viver sob constante estado de medo, sentindo-se reféns da atuação criminosa dos suspeitos, que se apresentavam como integrantes de facção criminosa e circulavam armados com facas ou terçados. Foto: c captada
Uma ação de patrulhamento rural da Polícia Militar, realizada no último sábado (10) e divulgada nesta segunda-feira (12), resultou na prisão de um foragido da Justiça e na detenção de outro homem acusado de cometer crimes na zona rural de Cruzeiro do Sul. A operação ocorreu por volta das 17h na região da Liberdade, às margens da BR-364.
A PM foi acionada após denúncias de moradores sobre furtos, ameaças, violência doméstica e abusos contra idosos. Para não serem detectados, os policiais utilizaram quadriciclos e depois avançaram a pé por áreas de difícil acesso. Durante a ação, abordaram dois homens que saíam de uma casa com lanternas.
Um dos presos foi identificado como J. A. C. S., de 23 anos, foragido da Justiça e suspeito de envolvimento em homicídio, furtos e agressões à companheira. O outro, conhecido como “S.”, portava uma faca tipo peixeira e é acusado de violência doméstica e abusos contra uma idosa. Segundo relatos, os dois se apresentavam como integrantes de facção criminosa e aterrorizavam a comunidade.
Os detidos foram algemados e encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Cruzeiro do Sul, onde passaram por exames de corpo de delito e aguardam os procedimentos legais. A operação atendeu a apelos da população local, que vivia sob medo constante de represálias.

O patrulhamento foi planejado de forma estratégica, com base em informações sobre a atuação de indivíduos apontados como responsáveis por causar medo, perturbação da ordem pública e insegurança à população local. Foto: cedida
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.

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