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Acre

PF do Acre faz paralisação de dois dias pedindo reestruturação de carreira e pagamento de indenização de fronteira

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Da redação, com Ray Melo, da editoria de política do ac24hora

Os agentes de Polícia Federal do Acre se reuniram na manhã desta quarta-feira (19), no plenário da Aleac, para pedir o apoio dos deputados estaduais na reabertura das negociações para reestruturação da carreira e pagamento de indenização de fronteiras para os policiais que atuam no Estado.

Segundo o presidente do sindicato a categoria, Franklin Albuquerque, os agentes federais farão uma paralisação nos dias 25 e 26 de fevereiro, onde serão mantidos apenas os serviços essenciais. “Teremos apenas os 30% exigidos em lei, para que os serviços básicos sejam mantidos”, diz Albuquerque.

De acordo com o sindicalista, o objetivo não é causar transtornos à sociedade, “mas é a única forma que encontramos para sermos ouvidos. Estamos há sete anos, buscando o reconhecimento de nível superior exigido para ingresso na carreira. Ainda sonos tratados como categoria de nível médio”, destaca Franklin.

O deputado Jamyl Asfury, que também faz parte dos quadros da PF disse que a categoria vive um momento muito delicado. “Estão tentando trazer uma forma de trabalho para PF, que não tem nada a acrescentar. O que temos visto é a autoestima do policial federal atingida e atacada”, enfatiza o parlamentar. Para Asfury, “não temos como tapar o sol com uma peneira. Nós estamos vivendo uma crise na PF. Precisamos de uma policial mais moderna. Os agentes do Acre sempre tiveram destaque no país. É preciso que nossos agentes recebam o pagamento de indenização de fronteira e tenham a carreira reestruturada”. O ato que aconteceu na Aleac se repetiu em todos os estados brasileiros. Os policiais federais querem arregimentar o apoio de parlamentares estaduais para que as pautas defendidas pela categoria cheguem ao Governo Federal. Eles fazem duras criticas ao caderno temático elaborado pelos delegados da PF. Os agentes da PF afirmam que os delegados estão querendo criar superpoderes para eles. “Entre as propostas dos delegados está até mesmo o controle social do Ministério Público. Eles querem ainda a prerrogativa de trabalhar em casa e expedir mandados de busca e apreensão sem intermédio do judiciário”, relata o agente Francisco Pessanha. Abaixo, o link do caderno temático elaborado pelos delegados da PF: Caderno temático dos delegados da Polícia Federal

Foto: Ray Melo

O deputado Jamyl Asfury, que também faz parte dos quadros da PF disse que a categoria vive um momento muito delicado. “Estão tentando trazer uma forma de trabalho para PF, que não tem nada a acrescentar. O que temos visto é a autoestima do policial federal atingida e atacada”, enfatiza o parlamentar.

Para Asfury, “não temos como tapar o sol com uma peneira. Nós estamos vivendo uma crise na PF. Precisamos de uma policial mais moderna. Os agentes do Acre sempre tiveram destaque no país. É preciso que nossos agentes recebam o pagamento de indenização de fronteira e tenham a carreira reestruturada”.

O ato que aconteceu na Aleac se repetiu em todos os estados brasileiros. Os policiais federais querem arregimentar o apoio de parlamentares estaduais para que as pautas defendidas pela categoria cheguem ao Governo Federal. Eles fazem duras criticas ao caderno temático elaborado pelos delegados da PF.

Os agentes da PF afirmam que os delegados estão querendo criar superpoderes para eles. “Entre as propostas dos delegados está até mesmo o controle social do Ministério Público. Eles querem ainda a prerrogativa de trabalhar em casa e expedir mandados de busca e apreensão sem intermédio do judiciário”, relata o agente Francisco Pessanha.

Abaixo, o link do caderno temático elaborado pelos delegados da PF:

Caderno temático dos delegados da Polícia Federal

 

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