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Pedindo abono salarial, servidores da saúde de Cruzeiro Sul entram em greve por tempo indeterminado

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Paralisação começou nesta quarta-feira (15) no Centro da cidade; grupo saiu em caminhada até a prefeitura do município.

Servidores da saúde de Cruzeiro Sul entram em greve por tempo indeterminado — Foto: Gledisson Albano/Rede Amazônica Acre

Por Alcinete Gadelha, G1 AC

Os servidores da saúde do município de Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, entraram em greve por tempo indeterminado na manhã desta quarta-feira (15). A categoria pede o abono salarial, no valor de R$ 600 e também alega que faltam insumos nas unidades para trabalhar e pedem melhores condições de trabalho.

O movimento começou no início da manhã, com encontro na praça do Coreto, depois seguiram para frente da prefeitura. Com cartazes e balões brancos, eles saíram em caminhada, passaram pela Ponte da Amizade e também fizeram homenagem aos servidores que morreram durante a pandemia de Covid-19.

O G1 aguarda resposta da prefeitura que informou que deve se manifestar ainda nesta quarta.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac), Venilson Albuquerque, disse que eles tentaram negociar com a prefeitura, porém não tiveram uma resposta favorável e por isso decidiram pela greve.

“A reivindicação é o abono salarial, condições de trabalho, falta de insumos e medicamentos. Hoje, os profissionais estão em busca de sua valorização porque estamos sendo desvalorizados”, disse o representante da categoria.

Albuquerque disse que foi ofertado a eles o abono de R$ 200, mas o valor não se aproxima do que foi pedido pela categoria.

“Falta material de curativo, seringa, medicamentos, tudo. É greve por tempo indeterminado e estamos seguindo para frente da prefeitura, depois de termos várias negociações e não teve avanço, só teve avanço com a educação, para a saúde nada”, pontuou.

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Duas mulheres são presas com quase 8 quilos de cocaína em Senador Guiomard

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Por Sandra Assunção

Duas mulheres, P.F.S e A.V.D.P. foram presas nessa segunda-feira, 27, pelo Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e Polícia Militar, com quase 8 quilos de cocaína, no município de Senador Guiomard, na BR-317. As duas estavam em um táxi que fazia o trajeto de Epitaciolândia para Rio Branco.

As equipes realizavam abordagens no Posto de Fiscalização, visando combater crimes transfronteiriços quando pararam o táxi de placas QLV-5A13 que transportava as duas.

Nas respostas aos policiais, as passageiras entraram em contradição e apresentaram nervosismo e inconsistência, gerando suspeitas. Na revista da bagagem, os policiais localizaram um fundo falso em uma das malas e nela encontraram 7,6 quilos de cocaína, avaliados em R$ 230.550 mil. A dupla foi presa em flagrante.

No sábado, 25, uma mulher foi presa no mesmo local com mais de 28 quilos de maconha do tipo skunk.

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Manoel Moraes confia na integridade da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa

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O líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Manoel Moraes (PP) se posicionou durante a sessão desta terça-feira, 28, a respeito do relatório da Polícia Federal que apontava supostas irregularidades na nomeação de investigados no âmbito da operação Ptolomeu casa legislativa.

Moraes não deixou de ressaltar sua confiança na integridade da casa legislativa, afirmando: “Nós votamos, confiamos e sabemos que está sendo feito certo”. Ele também apontou que providências estão sendo tomadas para corrigir eventuais erros de comunicação com outras entidades, demonstrando um compromisso com a transparência e a correção de falhas.

Ao abordar questões de nomeação e independência política, o líder do governo enfatizou a importância de confiar nos deputados e no processo legislativo. “Essa casa é independente. Então se a pessoa fez, ele fez por alguma razão. Porque a pessoa ajudou ele, politicamente”, declarou Moraes, defendendo a autonomia da Assembleia Legislativa do Acre.

Em suas considerações finais, o deputado reiterou a importância de corrigir o que for necessário e manter a independência da casa legislativa. “A mesa vai procurar corrigir o que tiver de ser corrigido, manter o que tiver de ser mantido e ter a nossa independência”, concluiu.

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Lira se reúne com Lula e diz que é possível encontrar meio termo sobre taxação de importações de até 50 dólares

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Lira: alguns setores estão sofrendo práticas desleais

Setores da indústria e do comércio dizem que enfrentam práticas desleais e pedem o fim da isenção

O presidente da Câmara dos Depuados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que é possível um “meio termo” na proposta que acaba com a isenção de compras internacionais de até 50 dólares (R$ 253,02). O dispositivo foi incluído na medida provisória que trata do programa Mover, que prevê benefícios fiscais às montadoras que investirem em tecnologias de baixa emissão de carbono.

Segundo Lira, diversas versões do tema foram criadas para dar a impressão de ser uma proposta impopular, mas, na verdade, são os setores que estão sofrendo práticas desleais e gerado desemprego que precisam de uma atenção do Legislativo e do governo.

No centro da disputa estão os varejistas internacionais, principalmente Shein e AliExpress, que buscam manter a isenção. Já as empresas brasileiras alegam que a concorrência com as chinesas é “desleal” e defendem a taxação dessas compras internacionais.

Lira se encontrou nesta terça-feira com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para debater o tema. Lula está reunido com a equipe econômica para analisar a proposta e alternativas possíveis.

Lira avisou que o Mover deve ser votado hoje, já que o prazo para a medida provisória não perder a validade se encerra na próxima sexta-feira. A proposta deve ser discutida pelos deputados logo após a sessão do Congresso Nacional. O texto ainda precisa ser analisado pelos senadores.

“Estive com Lula tratando desse assunto hoje e ele está conversando com seus ministros para ter um posicionamento, para ter um meio termo de gradação tanto de alíquota quanto de prazo para que esse setor da indústria e do comércio possam ter um mínimo de condições de competir e manter os empregos. Fazer uma narrativa menor não ajuda”, disse Lira.

Lira afirmou ainda que tem notado uma boa vontade em todas as bancadas e disse esperar que é possível chegar a um entendimento. “Se isso for encarado com tranquilidade pelas bancadas, poderemos fazer uma sessão serena”, afirmou.

Rerportagem – Luiz Gustavo Xavier

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