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PCAC prende mulher envolvida em assalto a lotérica em Tarauacá
A Polícia Civil e a Polícia Militar realizaram buscas ininterruptas até localizá-la e efetuar sua prisão. A mulher está detida na delegacia e permanece à disposição da Justiça da Comarca de Tarauacá.

Polícia Civil prende mulher acusada de ajudar criminosos em assalto a lotérica de Tarauacá. Foto: cedida
Com assessoria
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia Geral de Tarauacá, prendeu nesta quinta-feira, 30, uma mulher identificada pelas iniciais D.C.A., suspeita de envolvimento no assalto a uma lotérica no centro da cidade. O crime ocorreu em 24 de janeiro, quando dois criminosos subtraíram mais de R$ 16 mil do estabelecimento.
“As investigações apontaram que a mulher prestou apoio aos assaltantes, chegando a esconder um deles em sua residência, além de ficar com parte do dinheiro roubado. “Daiana” chegou a ser conduzida à delegacia no dia do crime, mas foi liberada após prestar depoimento”, informou o delegado José Ronério.
Após a audiência de custódia do primeiro preso pelo assalto, a Justiça decretou a prisão preventiva de D.C.A., que passou a ser considerada foragida. Desde então, a Polícia Civil e a Polícia Militar realizaram buscas ininterruptas até localizá-la e efetuar sua prisão. A mulher está detida na delegacia e permanece à disposição da Justiça da Comarca de Tarauacá.
A quantia subtraída não foi recuperada, uma vez que se tratava de dinheiro em espécie, o que pode ter contribuído para o financiamento do tráfico de drogas na periferia da cidade, onde residiam os autores do crime.
A Polícia Civil reforça seu compromisso com a segurança pública e disponibiliza o Disque-Denúncia pelo número (68) 99242-7952. As denúncias podem ser feitas de forma sigilosa.
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Acusada de envolvimento na morte de sargento da PM será transferida para o Acre após prisão em Goiás
Mulher estava foragida da Justiça acreana e foi localizada em Santa Bárbara de Goiás; crime ocorreu em 2016, em Rio Branco

Adriana Alexandra da Silva, de 31 anos, acusada de envolvimento no assalto que resultou na morte do sargento da reserva remunerada da Polícia Militar Antônio José Costa, será transferida para o Acre após ser presa no município de Santa Bárbara de Goiás (GO). A mulher estava foragida da Justiça acreana e foi localizada e detida pela polícia.
De acordo com a Polícia Civil, Adriana possui prisão preventiva decretada e deverá ser conduzida ao Complexo Penitenciário de Rio Branco. A instituição informou, porém, que ainda não há data definida para a transferência, que depende de trâmites administrativos entre os estados.
Adriana é apontada como integrante de facção criminosa e responde por participação no assalto seguido de morte do sargento Antônio José Costa, ocorrido em dezembro de 2016, no bairro Triângulo Novo, em Rio Branco.
Durante julgamento pelo Tribunal do Júri, Adriana e outra mulher foram absolvidas da acusação de latrocínio, mas condenadas a nove anos e seis meses de reclusão por participação em organização criminosa.
Crime
O crime ocorreu na tarde de 27 de dezembro de 2016, quando o sargento estacionava uma caminhonete de sua propriedade no pátio de uma empresa no bairro Triângulo Novo, no segundo distrito da capital. No local, ele foi abordado por um grupo armado que anunciou o assalto.
Mesmo armado com uma pistola, o policial reagiu e acabou sendo baleado. Após cair ao solo, foi atingido por vários disparos. Segundo as investigações, os criminosos pretendiam levar o veículo para a Bolívia, onde seria negociado com narcotraficantes. Durante a fuga, os assaltantes chegaram a passar com a caminhonete por cima da vítima.
O sargento foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos e morreu enquanto recebia atendimento no pronto-socorro do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb).
Julgamento e fuga
Após o crime, policiais civis e militares identificaram e prenderam todos os envolvidos em poucas horas. Os quatro acusados foram denunciados pelo Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) e julgados pelo Tribunal do Júri.
Além de Adriana Alexandra da Silva, também foi julgada Thaiane Castro Santana, absolvida do latrocínio e condenada a nove anos e seis meses por organização criminosa. Shermam de Souza e Pedro Henrique Gomes de Mesquita foram condenados a 43 e 29 anos de reclusão, respectivamente.
Após cumprir parte da pena, Adriana passou a cumprir regime menos gravoso, com uso de tornozeleira eletrônica e medidas cautelares. Posteriormente, ela deixou o Acre sem autorização judicial, retirou o equipamento de monitoramento e passou à condição de foragida da Justiça.
Agora, a Justiça aguarda a conclusão dos procedimentos para a transferência da detida ao sistema prisional acreano.
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Instituto de Identificação do Acre consolida avanço histórico na emissão da Carteira de Identidade Nacional

Postos de identificação ativos asseguram acesso equitativo à CIN em todos os municípios do Acre. Foto: arquivo/ PCAC
O Instituto de Identificação Raimundo Hermínio de Melo, vinculado à Polícia Civil do Estado do Acre (PCAC), apresentou o Relatório Final de Resultados referente ao período de 1º de janeiro a 17 de dezembro de 2025, evidenciando um desempenho institucional expressivo na emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), em conformidade com o Decreto Federal nº 10.977/2022 e demais normativos que regem a Política Nacional de Identificação Civil.
Durante o período avaliado, foram 85.446 Carteiras de Identidade Nacional impressas, número que reforça a eficiência operacional do sistema acreano. Desde a implantação da CIN no estado, o total acumulado ultrapassa 300 mil documentos emitidos, alcançando aproximadamente 33% da população do Acre.
O desempenho é resultado de um modelo de gestão planejado, que respeita o princípio da economicidade previsto no Decreto Federal nº 10.977/2022, o qual estabelece que os documentos de identidade antigos permanecem válidos até 1º de março de 2032, permitindo que a substituição pela CIN ocorra de forma gradual, organizada e compatível com a capacidade operacional dos institutos estaduais.
Desde agosto de 2022, o Acre alcançou um marco nacional ao se tornar o primeiro estado brasileiro a realizar a emissão integral da nova Carteira de Identidade Nacional em 100% do seu território, garantindo atendimento em todos os municípios, inclusive em regiões de difícil acesso, comunidades ribeirinhas e áreas de fronteira.

Instituto de Identificação do Acre supera 85 mil Carteiras de Identidade Nacional impressas em 2025. Foto: arquivo/ PCAC
Atualmente, o estado conta com postos de identificação ativos nos municípios de Acrelândia, Assis Brasil, Brasiléia, Capixaba, Cruzeiro do Sul, Epitaciolândia, Feijó, Jordão, Manoel Urbano, Marechal Thaumaturgo, Mâncio Lima, Plácido de Castro, Porto Walter, Rio Branco, Rodrigues Alves, Santa Rosa do Purus, Sena Madureira, Tarauacá e Xapuri, assegurando acesso equitativo ao serviço de identificação civil, independentemente da localização geográfica do cidadão.
Para o diretor do Instituto de Identificação, Junior Cesar da Silva, os resultados refletem um trabalho técnico, comprometido e alinhado às diretrizes nacionais. “O Acre construiu um modelo eficiente e responsável de emissão da Carteira de Identidade Nacional, respeitando a capacidade operacional do Estado e garantindo acesso a toda a população. Alcançar mais de 300 mil documentos emitidos, com cobertura em todos os municípios, inclusive nas regiões mais remotas, demonstra o comprometimento da equipe e a seriedade com que tratamos a identificação civil como um direito fundamental”, destacou.

Ações domiciliares garantem atendimento humanizado a pessoas com mobilidade reduzida em Rio Branco. Foto: arquivo/ PCAC
Nos municípios que dispõem de Organizações em Centros de Atendimento (OCA), a triagem, o agendamento e a distribuição de senhas são operacionalizados pela Secretaria de Estado de Administração (Sead), modelo de gestão integrada que contribui para a organização do atendimento, redução de filas e maior eficiência operacional, permitindo que o Instituto concentre seus esforços na atividade-fim de identificação civil.
Com foco na ampliação do acesso e na inclusão social, o Governo do Estado, por meio da Polícia Civil e do Instituto de Identificação, executou ao longo do ano 100 ações itinerantes, em parceria com órgãos como Ministério Público, Defensoria Pública, Tribunal de Justiça do Acre, INCRA, além de programas estaduais e municipais no âmbito do “Juntos pelo Acre”.

Acre ultrapassa a marca de 300 mil CINs emitidas desde a implantação do novo documento. Foto: arquivo/ PCAC
Em Rio Branco, foram realizados 185 atendimentos domiciliares, voltados a pessoas com comorbidades, mobilidade reduzida ou impedimentos de deslocamento, assegurando dignidade, inclusão social e acesso a direitos fundamentais, como benefícios sociais e previdenciários.
O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, ressaltou o papel social da instituição na promoção da cidadania. “A identificação civil é uma porta de entrada para o exercício pleno da cidadania. A Polícia Civil do Acre tem orgulho de integrar essa política pública, levando dignidade, inclusão e acesso a direitos a todos os acreanos, inclusive aqueles que vivem em áreas de difícil acesso. Esses resultados consolidam o Acre como referência nacional em identificação civil”, afirmou.
A eficiência, organização e celeridade do sistema acreano também têm atraído cidadãos de outros estados, que buscam atendimento no Acre diante da garantia de entrega da CIN em até 30 dias corridos, reconhecimento que reforça a qualidade do serviço prestado e evidencia a necessidade contínua de fortalecimento estrutural, tecnológico e de pessoal para manutenção do padrão de excelência.
Fonte: PCAC
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Idoso de 63 anos é vítima de tentativa de homicídio na Estrada da Floresta, em Rio Branco
Vítima foi atingida por golpe de faca no abdômen e socorrida pelo Samu; suspeita fugiu e não foi localizada

O idoso Arlindo Balbino Bastos, de 63 anos, foi vítima de uma tentativa de homicídio na noite desta quarta-feira (14), após ser atingido por um golpe de faca no abdômen em frente a um motel, na Estrada da Floresta, no bairro Floresta, em Rio Branco.
De acordo com informações repassadas por populares, Arlindo estava acompanhado de uma mulher identificada apenas como Sandra, apontada como suposta usuária de entorpecentes. Ainda segundo testemunhas, a suspeita teria pedido dinheiro à vítima para comprar drogas e para que ele pagasse por um programa. Diante da recusa, a mulher teria sacado uma faca e desferido um golpe contra o idoso.
Mesmo ferido, Arlindo conseguiu correr até a frente de um motel localizado próximo ao local da agressão. Um sobrinho da vítima, ao perceber o ferimento, acionou imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
A equipe realizou os primeiros atendimentos, estabilizou o idoso e o encaminhou ao Pronto-Socorro de Rio Branco. Segundo informações médicas, o estado de saúde da vítima é estável, porém ela deverá passar por procedimento cirúrgico.
Policiais do Tático do 1º Batalhão da Polícia Militar estiveram no local, colheram informações e realizaram diligências na tentativa de localizar a suspeita, que fugiu após o crime e ainda não foi encontrada. Até o momento, a mulher segue identificada apenas pelo primeiro nome.
O caso será investigado pelas autoridades competentes.

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