“Eu preciso saber o que eu tenho. Estou há seis meses sem trabalhar, tenho duas filhas. Estou aguardando um posicionamento e até hoje não tenho uma resposta”

“Eu preciso saber o que eu tenho. Estou há seis meses sem trabalhar, tenho duas filhas. Estou aguardando um posicionamento e até hoje não tenho uma resposta”, diz.
Por Leônidas Badaró

Asmin Nascimento Fraga, de 27 anos, conviveu um bom tempo com crises constantes de dores na região da barriga.

Ao procurar atendimento médico e realizar vários exames, o diagnóstico foi de pedra na vesícula.

No dia 10 de fevereiro deste ano, Asmin foi internada para fazer a cirurgia. Ocorre que quando o médico abriu a barriga da paciente, veio a surpresa.

“O médico tinha todos os exames e resolveu fazer a cirurgia. Acontece que, quando ele abriu minha barriga, não tinha mais a vesícula. Ela tinha sido retirada em uma cirurgia que fiz quando tinha 10 anos. Só que nos papéis que a gente tem, da Fundação Hospitalar do Acre, não constava que a vesícula havia sido retirada. Com isso, o médico só abriu minha barriga, fez uma exploratória e fechou de novo”, diz a paciente.

Desde então, Asmin conta que aguarda uma nova avaliação para saber o que realmente tem e se vai ser necessário realizar mais algum procedimento cirúrgico. “Eu preciso saber o que eu tenho. Estou há seis meses sem trabalhar, tenho duas filhas. Estou aguardando um posicionamento e até hoje não tenho uma resposta”, diz.

A Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) foi procurada, mas ainda não se posicionou sobre o caso. O espaço segue aberto para caso o órgão deseje se pronunciar em relação à paciente.

Comentários