Delegados da Polícia Federal (PF) concederam entrevista coletiva na manhã desta segunda-feira (30) na sede da PF no Acre para falar sobre a Operação Buracos, que tem o objetivo de buscar provas para apurar a suspeita de desvio de verbas públicas destinadas a estradas federais no Acre e em Rondônia.
Segundo a PF, cerca de R$ 700 milhões foram desviados do Deracre e DNIT. O inquérito que investiga o desvio teve início no final de 2013 e seguiu até 2017. Os investigados respondem por peculato, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
O representante do Tribunal de Contas da União (TCU) afirmou que estão sendo investigados desvios de recursos públicos referente a superfaturamento em obras de terraplanagem e pavimentação da BR-364.
“Está sendo investigado o desvio de recursos através de superfaturamento já que as obras não foram executadas como desviar. Foi constatado que o asfalto que seria para ser de 5 centímetros de espessura apresentava apenas 3 centímetros”, disse.
Em 2016, após denúncia do deputado Luiz Gonzaga (PSDB), a Folha do Acre divulgou reportagem com dados da Controladoria Geral da União (CGU) com indícios que apontava o superfaturamento nas obras de pavimentação da BR-364. O relatório da CGU, que foi divulgado em 2015, apontava falhas na execução da referida BR e desvio de recursos financeiros. O órgão de controle interno revelou, ainda, que a camada asfáltica é de 2 centímetros, inferior ao que foi pago e que deveria ser 5cm.
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Rachaduras na BR-364 comprovam asfalto de 2cm e desvio milionário nas obras denunciado pela CGU
Por conta do processo estar sob sigilo de justiça, os representantes da PF não puderam passar os nomes das pessoas investigadas e levadas à sede para prestar esclarecimentos.
“Não investigamos gestões, investigamos fatos e consta que instituição do Acre está envolvida. Não houve prisões, somente condução coercitiva de 14 pessoas e 13 mandados de busca e apreensão. Foram noticiados várias reportagens com denúncias de desvios de recursos em obras da BR e isso serviu para ajudar nas investigações, mas infelizmente não podemos revelar as pessoas suspeitas por causa da investigação que está sob sigilo”, disse o delegado da PF.

Delegados da Polícia Federal (PF) concederam entrevista coletiva na manhã desta segunda-feira (30) na sede da PF no Acre para falar sobre a Operação Buracos, que tem o objetivo de buscar provas para apurar a suspeita de desvio de verbas públicas destinadas a estradas federais no Acre e em Rondônia.

Segundo a PF, cerca de R$ 700 milhões foram desviados do Deracre e DNIT. O inquérito que investiga o desvio teve início no final de 2013 e seguiu até 2017. Os investigados respondem por peculato, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

O representante do Tribunal de Contas da União (TCU) afirmou que estão sendo investigados desvios de recursos públicos referente a superfaturamento em obras de terraplanagem e pavimentação da BR-364.

“Está sendo investigado o desvio de recursos através de superfaturamento já que as obras não foram executadas como desviar. Foi constatado que o asfalto que seria para ser de 5 centímetros de espessura apresentava apenas 3 centímetros”, disse.

Em 2016, após denúncia do deputado Luiz Gonzaga (PSDB), a Folha do Acre divulgou reportagem com dados da Controladoria Geral da União (CGU) com indícios que apontava o superfaturamento nas obras de pavimentação da BR-364. O relatório da CGU, que foi divulgado em 2015, apontava falhas na execução da referida BR e desvio de recursos financeiros. O órgão de controle interno revelou, ainda, que a camada asfáltica é de 2 centímetros, inferior ao que foi pago e que deveria ser 5cm.

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Por conta do processo estar sob sigilo de justiça, os representantes da PF não puderam passar os nomes das pessoas investigadas e levadas à sede para prestar esclarecimentos.

“Não investigamos gestões, investigamos fatos e consta que instituição do Acre está envolvida. Não houve prisões, somente condução coercitiva de 14 pessoas e 13 mandados de busca e apreensão. Foram noticiados várias reportagens com denúncias de desvios de recursos em obras da BR e isso serviu para ajudar nas investigações, mas infelizmente não podemos revelar as pessoas suspeitas por causa da investigação que está sob sigilo”, disse o delegado da PF.

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