Da redação, com Ac24horas

O mapa do turismo brasileiro mudou e o estado do Acre precisa urgentemente também mudar. A nova configuração desse mapa traz, além de regiões consagradas pelo turismo, apostas de roteiros que devem figurar nos próximos guias de viagem e atrair um número crescente de turistas nos próximos anos. Além disso, cabe a execução de um segundo plano, em especial, para o turismo acreano.

O novo Mapa revela que apenas os municípios do vale do Acre como Assis Brasil, Brasiléia, Capixaba, Epitaciolândia, Porto Acre, Rio Branco, Senador Guiomard e Xapuri e do vale do Juruá como Cruzeiro do Sul, Feijó, Jordão, Mâncio Lima, Marechal Thaumaturgo, Rodrigues Alves, Sena Madureira e Tarauacá foram reconhecidos como propensos para turismo.

No entanto, seis municípios do estado são considerados inexistentes no quesito turismo. Fazendo comparação entre os estados da federação o Acre perde para o Estado do Amapá e até Roraima.

Todo os municípios selecionados passaram por uma reavaliação do seu interesse turístico, por isso o número diminuiu de 3.635 para 3.345. “Nem todas as cidades do mapa anterior apresentam potencial para fazer parte do processo de desenvolvimento da atividade turística no país. Isso é sinal de maturidade no trabalho de gestão”, afirma o ministro do Turismo, Gastão Vieira.

A reavaliação dos destinos e de suas respectivas regiões se baseiam nas novas diretrizes do Programa de Regionalização do Turismo, definidas pelo Plano Nacional de Turismo 2013-2016. O novo mapa turístico orienta a atuação de políticas e investimentos do MTur pelo país.

No final de julho do ano passado, o governador Sebastião Viana (PT)  exonerou Ilmara Cordeiro da Secretaria de Turismo. O secretário de Comunicação Social, Leonildo Rosas, assumiu a secretaria de Turismo.

Na época, Leonildo Rosas disse não teria problema algum em assumir as duas pastas. Mais para empresários e a população em geral o turismo acreano ficou em último plano.

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