Luciano Tavares

Trabalhadores dos Correios no Acre colocaram um caixão coberto com uma bandeira do Brasil na frente da agência da instituição na avenida Ceará, em Rio Branco, na manhã desta quarta-feira (26), oitavo dia de paralisação dos servidores do órgão.

Os grevistas dos Correios são contra a privatização da estatal, reclamam do que chamam de negligência com a saúde dos trabalhadores na pandemia e pedem que direitos trabalhistas sejam garantidos.

Desde julho os sindicatos tentam dialogar com a direção da empresa sobre estes pedidos, o que, segundo eles, não aconteceu.

Os trabalhadores alegam que, em agosto, foram surpreendidos com a revogação do atual Acordo Coletivo que estaria em vigência até 2021.

A Federação dos Correios informa que foram retiradas 70 cláusulas com direitos como 30% do adicional de risco, vale alimentação, licença maternidade de 180 dias, auxílio creche, indenização de morte, auxílio creche, indenização de morte, auxílio para filhos com necessidades especiais, pagamento de adicional noturno e horas extras.

Ao menos 70% dos servidores aderiram a greve, que ocorre por tempo indeterminado.

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