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Nicolau Júnior destaca compromisso do governo do Acre durante anúncio de investimentos em educação e entrega de máquinas em Cruzeiro do Sul

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O governo do estado realizou neste sábado, 17, uma grande agenda no Mercado Municipal da Carne em Cruzeiro do Sul para anunciar importantes investimentos em educação e entrega de patrulha de máquinas para os municípios do Juruá e contou com a presença do governador Gladson Cameli, do prefeito da cidade, Zequinha Lima, do prefeito de Mâncio Lima, Isaac Lima, prefeito de Porto Walter, César Andrade, prefeito de Rodrigues Alves, Jailson Amorim, do presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Nicolau Júnior, entre outras autoridades.

Só em educação, são mais de R$ 6 milhões de investimentos nos municípios de Cruzeiro do Sul, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter e Rodrigues Alves que vão ser beneficiados com a reforma de 14 escolas, ginásios e prédios públicos, além da construção de quadra com gramado sintético e entrega de ônibus escolares.

Em seu discurso, o governador destacou o esforço de sua equipe na construção de um legado com mais oportunidades para a juventude acreana.

“São pelas nossas crianças que eu tenho o maior orgulho de ser governador e é para elas que eu trabalho todos os dias. Esses investimentos faz parte do nosso plano de ações para oferecermos o melhor aos nossos estudantes. Eu acredito que já estamos virando essa página da pandemia, por isso, o governo se antecipa para preparar as nossas escolas”, disse Gladson.

No segundo maior município do estado, as escolas estaduais Professora Quita, Juscelino Kubitscheck, Absolon Moreira, Antônio de Barros Freire, Sebastiana Valente, Magia do Saber, Colégio Militar Dom Pedro II e o Ginásio Poliesportivo Jader Machado serão contemplados com pintura, reparo nas instalações elétricas, hidráulicas e cobertura, substituição de piso, entre outras benfeitorias.

Já em Marechal Thaumaturgo, as obras serão realizadas na Escola Estadual Elvira Ferreira Gomes, Ginásio Poliesportivo de Marechal Thaumaturgo e no Núcleo da Secretaria de Educação.

Em Porto Walter, a Escola Estadual Borges de Aquino, Ginásio Poliesportivo de Porto Walter e Núcleo da Secretaria de Educação também foram beneficiados com as ordens de serviço para contrução de uma quadra com gramado sintético e a entrega de 2 ônibus escolares.

Já em relação ao maquinário, o governo fez a entrega de 12 máquinas pesadas e caminhões que serão usados na região do Juruá, um investimento de R$ 5,9 milhões de reais.

“Esse evento grandioso é a prova de que estamos fortalecendo a democracia, lutando pelo desenvolvimento do Estado e pelo bem-estar do povo acreano. Parabenizo o governo pela iniciativa. São investimentos que vão desde a coisa mais importante que é a educação dos nossos filhos até o apoio ao homem do campo com essas maquinas que vão melhorar as condições para os nossos produtores rurais e ajudar na recuperação dos nossos ramais. Não posso deixar de mencionar o anfitrião, prefeito Zequinha, que tem feito um trabalho excepcional aqui em Cruzeiro do Sul”, disse Nicolau.

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Especulação e decisões polêmicas do governo faz preço do arroz disparar no mercado interno

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O anúncio do governo federal em importar desnecessariamente, o cancelamento do leilão, além da falta de estoque da Conab – revelada pelo presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende (leia aqui) – fez os preços do arroz dispararem no mercado interno.

O aumento foi de 6% em apenas uma semana, alcançando a média de R$ 6,46 o quilo para embalagens de 5 kg em 12 de maio. No final de abril, quando as primeiras chuvas atingiram o Rio Grande do Sul e as incertezas sobre a colheita do arroz começaram a tomar conta do noticiário, o preço do quilo do cereal chegou a R$ 6,35. Nas semanas seguintes, o valor recuou para R$ 6,17 e R$ 6,10. Em comparação, durante a colheita normal, os preços oscilavam entre R$ 5,84 e R$ 5,95 o quilo.

Dizendo que pretendia conter a especulação, o governo federal anunciou a importação de até 1 milhão de toneladas de arroz por meio de leilões públicos a preços de mercado. No entanto, diante da pressão dos produtores e da indústria, a decisão foi revertida e o governo optou por zerar a Tarifa Externa Comum (TEC) para a importação de arroz de fora do Mercosul.

Segundo o governo, a medida busca minimizar os impactos das enchentes na oferta do cereal, estimada em 600 mil toneladas até o momento – incluindo o que ainda não foi colhido e o volume em estoque. A iniciativa também visa evitar que a escalada dos preços do arroz afete o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) nos próximos meses.

A decisão do governo de zerar a TEC gerou divergências entre os diferentes setores envolvidos. Os produtores rurais argumentam que a medida pode prejudicar a produção nacional, já que o arroz importado, livre de tarifas, pode se tornar mais competitivo no mercado interno. Eles defendem a necessidade de outras medidas para auxiliar os produtores afetados pelas inundações, como a criação de linhas de crédito emergenciais e a desburocratização dos processos de indenização.

Já o governo e alguns especialistas defendem que a zerar a TEC é uma medida necessária para conter o aumento dos preços do arroz no curto prazo e evitar um impacto ainda maior na inflação. Argumentam que a medida é temporária e que, após a normalização da oferta interna, a TEC será restabelecida.

O aumento do preço do arroz, somado à incerteza sobre o futuro da safra nacional, gera apreensão no mercado consumidor. É importante que o governo e os produtores rurais busquem soluções conjuntas para garantir o abastecimento interno do cereal a preços justos para todos os envolvidos.

Com informações do Globo Rural.

Fonte: Pensar Agro

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Governo destina R$ 6,8 bilhões para fortalecer safra 2024/25

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O Conselho Monetário Nacional (CMN) anunciou nesta quinta-feira (23.05) a destinação de R$ 6,8 bilhões do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para o financiamento da safra 2024/25, refletindo um aumento de R$ 511 milhões em relação ao ciclo anterior. Este incremento evidencia o compromisso do governo com o fortalecimento do setor cafeeiro brasileiro.

A distribuição estratégica dos recursos é planejada para atender diversas necessidades da cafeicultura, com o intuito de impulsionar a produção e assegurar a qualidade do café brasileiro. Serão destinados R$ 2,5 bilhões para a comercialização do café produzido, R$ 1,7 bilhão para custeio das atividades agrícolas, incluindo a compra de insumos e contratação de mão de obra, e R$ 1,6 bilhão para financiar a aquisição de café pelos produtores. Além disso, R$ 1,0 bilhão será alocado para garantir capital de giro às indústrias de café solúvel, torrefação e cooperativas de produção, enquanto R$ 30 milhões serão reservados para a recuperação de cafezais afetados por adversidades climáticas ou outros fatores.

O acesso aos recursos do Funcafé será simplificado, abrangendo diversas instituições financeiras, como agências de fomento, bancos comerciais, bancos de desenvolvimento, bancos múltiplos, bancos cooperativos e cooperativas centrais de crédito. As cooperativas de crédito singulares também poderão acessar os recursos, desde que vinculadas a uma cooperativa central de crédito ou a um banco cooperativo. Caso não sejam filiadas, o acesso será direto.

Com a aprovação dos recursos, os próximos passos incluem a liberação dos documentos pelo Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC), permitindo que os agentes financeiros indiquem ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) seu interesse em oferecer os recursos aos produtores. A taxa de juros estabelecida será de 8%, com um spread bancário de até 3%. Os recursos estarão disponíveis a partir de 3 de junho, após o lançamento do Plano Safra 2024/25 pelo MAPA.

Fonte: Pensar Agro

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Inmet prevê que falta de chuvas vai continuar no Centro-Oeste e Sudeste

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O mapa de chuvas acumuladas produzido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mostra diversas áreas do Centro-Oeste e Sudeste sem chuvas há pelo menos 30 dias. A previsão é de que a faixa central do país prossiga com essa condição por pelo menos mais uma semana, com alívio da estiagem apenas para partes de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Apesar do atual período do ano tipicamente registrar uma redução das chuvas, a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA), dos Estados Unidos, mostra a precipitação para a faixa central do Brasil com apenas entre 10% e 5% dos volumes normais.

O prognóstico do acúmulo de chuvas do Inmet para os próximos sete dias, mostra que as próximas chuvas ficarão concentradas no Sul do Brasil – novamente com acumulados muito altos para Rio Grande do Sul, e Santa Catarina -, região Norte, litoral do Nordeste e Sudeste, com exceção de praticamente todo estado de Minas Gerais e norte de São Paulo.

No Centro-Oeste, segundo o Inmet, o tempo quente e seco irá predominar. A partir desta sexta-feira (24.05), o avanço de uma frente fria que vem do sul trará chuvas até o Paraná e poderá volumes de precipitações pequenos, com acumulados de no máximo 40 milímetros no centro-sul do MS.

Na região Norte, “a combinação do calor e alta umidade irá provocar pancadas de chuvas no decorrer da semana, com valores maiores que 60 milímetros em áreas do centro norte do Amazonas e do Pará, bem como nos estados de Roraima e Amapá.

Fonte: Pensar Agro

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