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Museu do Ipiranga faz exposição virtual com fotos antigas de São Paulo para celebrar aniversário de 467 anos da cidade

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Fotografia de Guilherme Gaensly da Avenida Paulista em 1910 faz parte do acervo do Museu do Ipiranga — Foto: Helio Nobre e José Rosael/Museu Paulista

Por Patrícia Figueired

O Museu do Ipiranga lança nesta segunda-feira (25) uma exposição virtual sobre as transformações de São Paulo, em comemoração ao aniversário de 467 anos da cidade.

A campanha digital “São Paulo – Território em Construção” reúne fotografias do acervo do Museu Paulista e depoimentos de historiadores, arquitetos e urbanistas para apresentar ao público a evolução da cidade desde sua fundação até hoje.

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O conteúdo está disponível em um site especial e tem a curadoria da equipe do museu, que está fechado para reforma desde 2013.

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Além da campanha virtual, a programação do Museu do Ipiranga para o aniversário da cidade inclui também três lives com convidados que vão discutir a história da capital paulista. Os encontros acontecem entre os dias 25 e 27 de janeiro, às 14h, e serão transmitidos nas redes sociais do museu.

Construção da Avenida Nove de Julho

Fotografias de Werner Haberkorn tiradas entre 1940 e 1960 mostram a construção da Avenida Nove de Julho, na Zona Sul de São Paulo — Foto: Helio Nobre e José Rosael/Museu Paulista

A obra do fotógrafo Werner Haberkorn é um dos destaques da mostra virtual. Suas fotos retratam o crescimento de São Paulo em meados do século 20 e, naquela época, eram usadas inclusive em cartões postais.

A construção da Avenida Nove de Julho, que completa 80 anos nesta segunda-feira (25), é um dos temas das fotografias de Haberkorn, com imagens feitas na década de 1940.

O fotógrafo também retratou o processo de verticalização da Avenida Paulista, na região central, que era antes dominada por casarões construídos por produtores de café.

Veja mais fotos, mapas e pinturas antigos da cidade de São Paulo:

Planta geral da cidade de São Paulo em 1897, de autoria de Gomes Cardim — Foto: Helio Nobre e José Rosael / Museu Paulista

Panorama da Avenida Nove de Julho, no centro de São Paulo, em fotografia de Werner Haberkorn — Foto: Helio Nobre e José Rosael / Museu Paulista

Rua 15 de Novembro, no centro da cidade de São Paulo, em fotografia de Guilherme Gaensly do início do século 20 — Foto: Helio Nobre e José Rosael / Museu Paulista

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Pacheco e Marinho devem disputar a presidência do Senado

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Enquanto o atual líder da casa se alia ao governo eleito, o ex-ministro de Bolsonaro conta com a bancada eleita do PL para se eleger

Rogério Marinho (PL-RN) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG) devem disputar a presidência do Senado em 2023
VALTER CAMPANATO, AGÊNCIA BRASIL/ JEFFERSON RUDY,AGÊNCIA SENADO

A disputa para ocupar o cargo mais alto do Senado Federal deve ser entre o atual presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e o senador eleito Rogério Marinho (PL-RN). Enquanto Pacheco tem o apoio do PT, Marinho é o nome que o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem articulado para lançar a candidatura.

Ex-ministro do Desenvolvimento Regional e ex-secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Marinho foi indicado por Bolsonaro nesta semana, durante um almoço com as lideranças do PL, conforme apurou a reportagem. Inicialmente, a disputa interna era entre ele, Eduardo Gomes (PL-TO) e Carlos Portinho (PL-RJ).

“Tanto eu quanto o senador Eduardo Gomes estávamos cotados, inclusive nos pusemos à disposição para abrir mão e apoiar um nome que seja consenso”, afirmou Portinho, líder do PL no Senado, ao R7.

A eleição está prevista para ocorrer em 1º de fevereiro de 2023, quando os novos congressistas tomam posse. Para ganhar a disputa, o candidato precisa de ao menos 41 votos dos 81 senadores da casa. A ideia do PL é fazer um contraponto à reeleição de Pacheco. No ano que vem, o partido terá a maior bancada — 14 senadores, contra 12 da atual legislatura.

Portinho acredita que haverá uma eleição “vencida por uma diferença pequena”. Pelas contas dos senadores do PL, Marinho já entra na disputa com aproximadamente 25 votos. O partido de Bolsonaro não abre mão de concorrer ao principal cargo do Senado, e afirma que, como maior legenda da casa, tradicionalmente deveria ficar com a liderança.

“Vejo uma conta apertada de placar, com uma definição na última semana, com pressão popular contando”, disse Portinho. Na avaliação do senador, há uma demanda da sociedade por representatividade na presidência do Senado, outra razão pela qual a base de Bolsonaro vai partir para a disputa.

Para consolidar o nome, os senadores do PL já iniciaram a campanha com Republicanos, PSC e PP, partidos da base do atual governo. Conversam ainda com lideranças de legendas como União Brasil e MDB, na tentativa de angariar mais votos.

Lançar o candidato próprio, no entanto, não é uma decisão simples. O PL arrisca, com isso, ficar sem espaço garantido na mesa diretora e, assim, ter o protagonismo derrubado, mesmo sendo a maior bancada da próxima legislatura. A hipótese não é temida por Portinho. “Não é a maneira que a gente deve se mover”, afirmou.

Apoio a Pacheco

Na outra ponta, o governo de transição do presidente da República eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), manifesta apoio a Pacheco. Uma das condicionantes para que a bancada vote no atual presidente do Senado é que ele facilite a tramitação da PEC do estouro.

A reportagem apurou que há pelo menos 12 partidos com indicação de apoio a Pacheco. O senador Davi Alcolumbre (União-AL) é um dos articuladores da reeleição. Mas a tendência é que as conversas se intensifiquem a partir do ano que vem, com a posse de Lula.

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Mega-Sena de R$ 100 milhões é sorteada; veja os números

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Caso apenas um apostador leve o prêmio principal e aplique na poupança, ele receberá R$ 613,6 mil de rendimento no primeiro mês

A Mega-Sena com prêmio de R$ 100 milhões, acumulado há sete rodadas, foi sorteada neste sábado (3). O concurso 2.545 teve as seguintes dezenas: 20 – 23 – 32 – 36 – 39 – 57.

A Caixa deve divulgar daqui a pouco se houve vencedor do prêmio principal e o rateio.

Caso apenas um apostador leve o prêmio principal e aplique na poupança, ele receberá R$ 613,6 mil de rendimento no primeiro mês.

Para concorrer à bolada, basta ir a uma casa lotérica até as 19h e marcar de 6 a 15 números no volante; há ainda a opção de deixar que o sistema escolha os números para você (Surpresinha) e/ou concorrer com a mesma aposta por dois, quatro ou oito concursos consecutivos (Teimosinha).

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PF deflagra operação contra comércio ilegal de armas

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Imagem ilustrativa/internet

Operação foi realizada nos estados de Mato Grosso do Sul e Paraná

A Polícia Federal deflagrou neste sábado (03) uma operação com o objetivo de reprimir o trânsito e comércio ilegal de armas de fogo e munições de grosso calibre desviadas de possíveis caçadores, atiradores e colecionadores (CACs). As investigações apontam que tais armas estariam registradas em nome de laranjas para, posteriormente, serem desviadas no interesse de organizações criminosas dedicadas à prática de crimes violentos.

A operação, batizada de Ópla, cumpriu um mandado de prisão preventiva e dois mandados de busca e apreensão emitidos pela Justiça Estadual do Mato Grosso do Sul. Os mandados foram cumpridos em Campo Grande e em Medianeira (PR) e resultaram na apreensão de R$ 194,3 mil e de 1 pistola Clock calibre 9mm equipada com kit rajada.

A Operação Ópla é um desdobramento das investigações relacionadas à prisão em flagrante realizada no dia 04 de outubro de um CAC e na apreensão de três pistolas 9mm, quatro fuzis, munições, coletes balísticos com identificações falsas da Polícia Civil, dentre outros materiais.

Dentre as armas apreendidas estava um fuzil calibre 7,62×51 com numeração raspada. O exame pericial realizado no armamento revelou a numeração suprimida, o que possibilitou a identificação da real proprietária que é detentora de autorização CAC com outras armas registradas em seu acervo, dentre elas uma pistola da marca Glock, calibre .40 e uma pistola Taurus calibre .45.

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