camara brasileia fachada

Alexandre Lima

Desde o início neste final de semana na cidade de Brasiléia, localizada na fronteira com a Bolívia, moradores resolveram se reunir para trabalhar numa ideia que vem sendo crescendo por algumas cidades do Brasil.

Preocupados com os problemas aqui existentes, resolveram dar as mãos de lutar para barrar o aumento previsto para daqui alguns dias na Câmara Municipal. Uma simples conversa entre um grupo de amigo, foi o suficiente para que em poucos dias, um grupo fosse criado nas redes sociais e ganhasse corpo.

Segundo um dos entusiastas do projeto, cerca de cinco dos 11 vereadores já teriam aderido e poderão votar contra o aumento salarial para o prefeito, vice, secretários e dos edis. “Vamos organizar para esta terça, dia dia 6, um manifesto em frente a Câmara, quando acontece a Sessão semanal. Não é justo apesar dos problemas em que estamos passando, os vereadores resolvam se beneficiar”.

No Acre, alguns municípios já teriam aprovado o aumento dos salários, mas, estão tendo a reprovação dos moradores. Em pelo menos três cidades no Brasil, foi aprovado que os vereadores passem a receber um salário mínimo.

Partindo desse principio, os moradores já acham que o prefeito continue recebendo os pouco mais de R$ 15 mil reais, sendo que o vice e secretários sigam, juntamente com os vereadores que recebem cerca de R$ 3 mil por apenas quatro sessões por semana.

Segundo foi informado, alguns moradores irão acampar em frente à Câmara, onde estarão preparados para passar dias se for preciso. Somente com aprovação do orçamento para 2017, os vereadores atuais poderão aprovar, ou não, o aumento.

Um áudio foi gravado para ser distribuído pelas redes sociais e outros meios de comunicação.

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