Acre
Mais de 800 indígenas participam de ação realizada pela Prefeitura de Assis Brasil
O prefeito Jerry Correia acompanhado das Secretárias de Assistência Social Ynara Holanda, Ruth Oliveira da Secretaria da Mulher, Cultura e Juventude, do Coordenador de Esporte Advan Prado, estiveram na Terra Mamoadate no Rio Iaco, participando da primeira fase do Campeonato Indígena.
Esse é o segundo ano consecutivo que a prefeitura realiza o campeonato na localidade, esse ano com a presença de 21 equipes entre masculinas e femininas.
Paralelo às atividades esportivas, também aconteceram trabalhos de Assistência Social como Bolsa família, aposentadoria, cadastro do BPC e orientações, atividades de beleza, corte de cabelo, manicure e maquiagem.
Segundo levantamento, mais de 800 pessoas marcaram presença na aldeia indígena Jatobá, localizada às margens do Rio Iaco, distante mais de 100 km de Assis Brasil.
Para chegar na aldeia é necessário transporte via terrestre e fluvial pelo Rio Iaco.
Mais de 10 aldeias estiveram presentes nas atividades realizadas pela Prefeitura de Assis Brasil.
O prefeito Jerry Correia fez questão de estar presente nas atividades e compartilhou a alegria em poder levar ações da gestão municipal até lugares antes esquecidos pelo poder público.
“Estamos em mais um ano da nossa gestão realizando o Campeonato Indígena, que integra os povos indígenas Jaminawa e Machineri envolvendo nossas equipes de Esporte, da Assistência Social e da Secretaria da Mulher, Cultura e Juventude, em uma ação conjunta, daqui sai os vencedores que irão disputar a final”, destacou Jerry.
Após essa etapa do campeonato dos povos indígenas do Rio Iaco, acontece a fase das aldeias da Cabeceira do Rio Acre, que deve ocorrer no mês de agosto.
A atleta Fabia Moçabite agradeceu pela realização das atividades. “Estamos contentes com tudo que foi feito, que beneficia todas as aldeias, quero parabenizar o prefeito Jerry Correia pelas atividades”, comentou.
Sandra Jaminawa foi atendida pelos serviços do Bolsa Família e de Beleza e destacou o atendimento. “Gostei que a prefeitura além de trazer o esporte, fui atendida pelo serviço do Bolsa Família evitando da gente ir até a cidade e ainda teve maquiagem, manicure, só agradeço a prefeitura”, disse Sandra em agradecimento à atividade.
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Acre
Saerb prevê abastecimento de 95% da capital até esta terça (18)

Foto: Whidy Melo/ac24horas
O Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb) informou, por meio de nota nesta segunda-feira (17), que os bairros que ainda não foram abastecidos deverão receber água ao longo do dia. O fornecimento está sendo normalizado com a operação das Estações de Tratamento de Água (ETA I e II), e a capacidade de distribuição deve alcançar 95% até terça-feira (18).
De acordo com o presidente do Saerb, Enoque Pereira, o órgão está captando atualmente 1.070 litros por segundo e segue trabalhando para restabelecer o fornecimento.
“Estamos trabalhando para garantir água para todos! Atualmente, estamos captando 1.070 litros por segundo e avançamos para restabelecer a média normal. Até amanhã, esperamos atingir até 95% da capacidade”, declarou.
O Saerb reforçou que os bairros ainda sem abastecimento devem receber água até o fim do dia e pediu que a população faça o uso consciente do recurso.
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Justiça determina que município reforme escola em Brasileia
A Justiça determinou que o Município de Brasileia realize a reforma da Escola Municipal Conci Alves, localizada no Km 26 da Agrovila Quixadá. A decisão, concedida em caráter liminar em uma ação civil pública movida pelo Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria Cível de Brasileia.
A ação foi ajuizada após o MPAC receber denúncias sobre as condições precárias da unidade de ensino, que apresenta risco elétrico, falta de cercamento adequado e infraestrutura comprometida. Uma vistoria realizada pelo órgão ministerial confirmou a necessidade urgente de intervenções para garantir a segurança e o bem-estar da comunidade escolar.
Conforme a decisão judicial, o Município deverá executar uma série de melhorias na escola, incluindo a reforma do prédio, construção de novas salas de aula, instalação de ar-condicionado, melhoria no fornecimento de água potável e ampliação dos recursos destinados à merenda escolar.
Também foi determinada a instalação de um sistema de vigilância e a regularização da unidade com a obtenção dos alvarás de funcionamento e segurança.
Outras exigências incluem a reforma da cozinha e da despensa, com novos móveis e equipamentos para a conservação de alimentos, além da construção de uma cerca ou muro para garantir a segurança dos alunos. A escola também deverá ser equipada com mobiliário adaptado para pessoas com deficiência e contar com um espaço para biblioteca.
Além disso, a Prefeitura deverá solicitar vistoria do Corpo de Bombeiros, apresentar um projeto de prevenção contra incêndios e regularizar a unidade junto à Vigilância Sanitária.
A Justiça estabeleceu prazos que variam de 30 a 120 dias para o cumprimento das determinações, sob pena de multa diária de R$ 5 mil em caso de descumprimento.
Fonte: MPAC
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Casal que vive há 40 anos em área de risco relata preparação para cheia do Rio Acre

Foto: David Medeiros/ac24horas
A cheia do Rio Acre, que registrou às 12h desta segunda-feira, 17, a marca de 15,87 metros, tem impactado severamente dezenas de bairros, em Rio Branco (AC). Com ruas tomadas pela água, moradores recorrem a canoas para salvar bens materiais e minimizar os prejuízos causados pela enchente. Enquanto algumas famílias deixam suas casas em busca de segurança, outras resistem, contando com construções elevadas para enfrentar a inundação.
O repórter do ac24horas, David Medeiros, esteve na tarde desta segunda-feira, 17, pelo ac24horas Play, acompanhando o impacto das cheias nos bairros Triângulo Novo e Taquari, na capital. Entre os que optaram por permanecer está o casal de idosos Zeno e Odaisa, que vivem há décadas na região e já se acostumaram com os períodos de alagação. “Quarenta anos. Quem mora 40 anos na alagação já se prepara, né?”, disse seu Zeno.
A experiência ao longo dos anos permitiu que ele se preparasse melhor. “Eu passei muito tempo de traçador, eu consegui prender na minha casa, aí estou mais tranquilo agora”, afirmou.
Durante a entrevista, dona Odaisa revelou que mora no bairro desde os 11 anos de idade, quando o bairro nem se chamava Taquari. ““Moro aqui desde os meus 11 anos, quando tudo isso aqui era fazenda”, relatou.
Segundo ela, a retomada da água fornecida pelo Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb) trouxe um alívio. “Começou a chegar ontem. Já é uma ajuda”, relatou.
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